
O Estadão também visitou a biblioteca da casa de Gabriela Prioli. No jornal O Globo, uma reportagem detalha a forma como Nei Lopes viveu a morte de companheira em sua autobiografia. O jornal também registrou a notícia sobre o boicote do Nobel da Literatura J. M. Coetzee a um festival em Jerusalém, como forma de protesto pela ação de Israel na faixa de Gaza.
A revista Marie Claire entrevistou a escritora Camila Sosa Villada em um papo literário e existencial. Aa argentina lançou seu mais recente livro A traição da minha língua (Fósforo), em abril de 2026.
A Veja investigou a história da publicação que mudou a carreira de Virginia Woolf, O quarto de Jacob, publicado originalmente em 1922. Terceiro romance da autora, o livro é apontado pela reportagem como um divisor de águas por conta de sua técnica narrativa e estilo.
A semana contou com a estreia dos escritores Caetano W. Galindo e Socorro Acioli como colunistas na Folha de S. Paulo. Galindo também assinou uma resenha no portal da Quatro Cinco Um sobre a peça O céu da língua e o livro Aos pés da letra (Companhia das Letras) de Gregório Duvivier sobre a história da língua portuguesa.







