
O Ministério da Educação (MEC) anunciou nesta quinta-feira (23), a expansão do catálogo do MEC Livros durante a cerimônia em comemoração ao Dia Mundial do Livro, realizada em Brasília (DF). A ampliação do acervo eleva de 8 mil para 25 mil as obras disponíveis, já a partir da sexta-feira (24), de maneira gradual.
De acordo com o presidente Lula e com o ministro da Educação, Leonardo Barchini, o investimento na plataforma não vai consumir verbas já dedicadas a compras de livros físicos, por meio de outros programas do MEC, como o PNLD Literário. "Criamos uma dotação orçamentária específica", garantiu o ministro.
“Precisamos fomentar a leitura no Brasil, a leitura de autores brasileiros e a leitura sobre a história do país. É muito importante para a nossa soberania que a gente se identifique com os livros, se identifique com nossa literatura, que a gente leia nossos autores e conheça nossa história”, apontou ainda Barchini.
Segundo o presidente Lula, o aplicativo cumpre o dever do Estado de garantir a produção e o acesso à cultura. “Este é o papel do Estado: dar condições para que vocês que produzam cultura, para que vocês que escrevam livros, e para que vocês, que querem ler, tenham acesso. Ninguém vai comprar um livro se não tiver dinheiro para o básico. Então, nós temos que fazer as pessoas lerem, mesmo quando não podem comprar um livro, e o MEC Livros é exatamente para isso”, afirmou.
O presidente também enviou um recado ao mercado editorial: "os ministros aqui presentes não estão apenas preocupados em fazer as pessoas lerem, mas também em garantir que vocês continuem fazendo da editora e da livraria de vocês um meio de vida, para gerar mais oportunidades, produzir mais livros e ler mais neste país".
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