
A companhia organizou agora seus serviços em três níveis. O primeiro é uma opção gratuita, que autores enviam e-books que são convertidos automaticamente em um audiolivro para serem ouvidos na plataforma ElevenReader, com os autores ganhando 60% sobre as vendas diretas, mais US$ 0,20 por hora transmitida.
O segundo é um pacote autogerenciado, custando tipicamente de US$ 100 a US$ 200 para criar um audiolivro, no qual os criadores selecionam narradores, podem clonar vozes, adicionar recursos de elenco múltiplo (multicast) e música/efeitos sonoros (SFX), e depois exportar os arquivos para ampla distribuição ou publicar diretamente por meio de integrações com Spotify, InAudio e ElevenReader. Os valores são os indicados para os EUA.
E o terceiro é um serviço com "humano no circuito" (human-in-the-loop), em que equipes de produção em mais de 13 idiomas cuidam de todos os aspectos da produção, desde a seleção de elenco e direção até a edição, pós-produção e controle de qualidade.
A empresa, sediada no Reino Unido, opera agora em 32 idiomas e possui uma biblioteca completa de seis mil vozes, incluindo celebridades como Michael Caine. No ano passado, a ElevenLabs iniciou suas operações no Brasil — em setembro de 2025, o PublishNews entrou em contato com a operação brasileira para falar sobre o assunto, mas, via assessoria de imprensa, a empresa declinou o convite para uma entrevista.
Na semana passada, a ElevenLabs levantou US$ 500 milhões adicionais em uma rodada de financiamento, chegando a um valor de mercado de US$ 11 bilhões. A empresa realizou seu summit anual para criativos e empresas de áudio em Londres nesta quarta-feira (11).






