
Nome como Andréa del Fuego, Gonçalo M. Tavares, Adriana Lisboa, Valter Hugo Mãe, José Luís Peixoto, Ondjaki e Julián Fuks, por exemplo, já foram agraciados com o prêmiog, considerado um dos mais importantes em língua portuguesa. Criado em 1999 para homenagear José Saramago (1922-2010), o galardão nasceu para estimular a nova geração de escritores em língua portuguesa, um incentivo que Saramago não recebeu no seu tempo.
Apesar de ter publicado o primeiro livro, Terra do pecado, em 1947, o reconhecimento só chegou na maturidade: em 1982, aos 60 anos, quando lançou Memorial do convento, premiado e traduzido para o inglês. Foram quase 20 anos longe da escrita, tempo em que trabalhou como mecânico, jornalista, tradutor e editor, até escolher se dedicar exclusivamente à literatura a partir de 1976. Em 1998, Saramago ganhou o Nobel de Literatura.
Este ano, o júri da premiação será presidida por Guilhermina Gomes, da Fundação Círculo de Leitores, e será formado pela viúva do autor, Pilar del Río (pela Fundação José Saramago), Joana Matos Frias (Universidade de Lisboa), Clara Rowland (Universidade Nova de Lisboa), Ana Lima Cecílio (Grupo Editorial Record) e a autora portuguesa Lídia Jorge, como Membro Honorário.






