Apanhadão: a mistura da realidade e da literatura de Oliver Sacks
PublishNews, Redação, 15/12/2025
Veja também: o que famosos leram em seus clubes de leitura e a história do livro que será leiloado em milhões de dólares

Oliver Sacks © Divulgação
Oliver Sacks © Divulgação
Um artigo da revista The New Yorker explora os conflitos pessoais de Oliver Sacks e como eles moldaram sua literatura médica, revelando que ele misturou sua vida interior com as histórias de seus pacientes. O artigo mostra, por meio de diários inéditos do autor, que Sacks projetava suas próprias fantasias e desejos reprimidos nos pacientes, chegando a inventar diálogos e habilidades para construir narrativas mais poderosas. Ele mesmo confessou um "sentido de criminalidade hedionda" por conceder a pacientes "poderes (começando com o da fala) que eles não tinham".

Oliver Sacks foi um neurologista e escritor britânico, nascido em 1933. Ele é celebrado por transformar casos neurológicos complexos em narrativas acessíveis e humanizadas, como em O homem que confundiu sua mulher com um chapéu (Companhia das Letras).

A Folha produziu um compilado das leituras realizadas pelas grandes estrelas do entretenimento. Celebridades como Oprah, Reese Whiterspoon e Dua Lipa surfam na onda dos clubes de leitura.

O livro espanhol A arte da sabedoria mundana (Relicário), lançado no século XVII por Baltasar Gracián, recebeu edição ilustrada pelo brasileiro Pojucan. Uma reportagem do jornal O Globo deu mais detalhes sobre o livro.

O veículo também repercutiu a notícia do The New York Times sobre a história de um livro de orações judaico prestes a ser leiloado no valor de 5 milhões de dólares. Segundo o texto, o manuscrito apresenta decorações em ouro e prata e foi roubado da dinastia Rothschild pelos nazistas.

No Estado de Minas, um artigo de Leônidas Oliveira reflete sobre o legado de Adélia Prado. A Revista Bula elaborou uma lista de seus melhores livros no ano, com dez destaques nacionais e outros dez internacionais.

[15/12/2025 10:58:49]