
No enredo, um casal em crise decide abrir a relação e convidar outra mulher para uma experiência a três. A tentativa de reconexão logo se transforma em uma espiral de acontecimentos inesperados. Erotismo, tensão psicológica e as fissuras das relações contemporâneas estruturam a narrativa, cujo desfecho, segundo Montes, dialoga com seus thrillers mais conhecidos.
Aos 35 anos, Raphael Montes soma nove livros publicados e presença constante entre os autores de maior impacto no suspense brasileiro. Estreou com Suicidas (2012) e consolidou seu nome com Dias perfeitos (2014), que ganhou série no Globoplay, Jantar secreto, O vilarejo, Bom Dda, Verônica (com Ilana Casoy) e Uma mulher no escuro, vencedor do Prêmio Jabuti 2020 na categoria romance de entretenimento. As suas obras já foram lançadas em mais de 25 países e renderam direitos de adaptação para cinema e TV.
No audiovisual, Montes atua como roteirista, criador e produtor. Ele assinou projetos como A regra do jogo (2015), Supermax (2016), Bom dia, Verônica (Netflix), Tá tudo certo (Disney) e Dias perfeitos (Globoplay). No cinema, colaborou em Praça Paris (2018) e nos três longas do Prime Video sobre o caso Von Richthofen. Em 2024, viu o seu romance Uma família feliz chegar às telas, dirigido por José Eduardo Belmonte. Em 2025, estreou como autor da novela Beleza fatal, em que também atua como roteirista-chefe e produtor-executivo.
O seu título mais recente, A mágica mortal: Uma aventura do Esquadrão Zero (2023), marcou a sua estreia no público juvenil. Com A estranha na cama, o autor retorna ao terreno do suspense adulto, ampliando a ponte entre a sua produção literária e o audiovisual.






