
Com atividades distribuídas nos três dias de evento, a programação inclui lançamento de livros, mesas literárias, oficinas de poesia e sarau, tendo como objetivo pautar temas como machismo, racismo e desigualdade social. Destaque para a mesa que falará sobre a produção editorial de mulheres na periferia, logo mais, às 15h; e para o debate sobre a decolonização da literatura, no domingo, às 14h.
As obras da editora estarão expostas no estande da CPL (Câmara Periférica do Livro).
Confira a programação completa.
Sexta-feira, 05 de maio, das 15h às 16h
Produção Editorial de Mulheres na Periferia: Bate papo com escritoras da cena periférica que se tornaram editoras, a partir da autopublicação de seus livros e que com essa experiência passaram a incentivar que outras mulheres também publicassem.
Convidadas: Eliana Freitas (Editora Baderna) e Elizandra Souza (Editora Mjiba). Mediação: Débora Garcia (Sarau das Pretas)
Sábado, 06 de maio, às 15 horas
Brincadeiras Poéticas: Numa grande roda, a poeta Carolina Peixoto faz um sarau, cantigas e brincadeiras para crianças de todas as idades. De forma leve e muito divertida, a apresentação faz uma costura de poemas autorais com cantigas de roda, explorando o universo imaginário e criativo dos pequenos, abordando os mais variados temas: respeito, diversidade, natureza, amizade, etc.
Sábado, 06 de maio, das 20h às 21h
Sarau Baderna: A editora irá realizar um sarau especial com a participação de alguns dos principais nomes do movimento de Slam em São Paulo, como Carolina Peixoto, Ibu Helena, Jéssica Campos, Pam Araujo, Tawane Theodoro e Thiago Peixoto. Além dos convidados, a atividade contará também com microfone aberto ao público, para quem quiser se apresentar.
Sábado, 06 de maio, das 20h às 21h
Lançamento do livro “O destino de Maria”: No romance, Eliana de Freitas faz graça numa história de suspense e comédia, com mexericos e fatos, mitos e verdades, dedicado à memória da atriz Yara Amaral e a todas as mulheres em suas buscas pela felicidade. Afinal, a quem pertence o destino de Maria? Uma história de como nos rincões brasileiros, as mulheres enfrentavam o machismo, o patriarcado, para conseguirem por si escolherem os seus destinos.
Domingo, 7 de maio, às 14h
Língua Solta: mesa debate a decolonização da literatura a partir de poemas de autoras latino-americanas presentes no livro "A Língua Quando Poema”. Apêagá, Carolina Peixoto e Pam Araujo abordam a Literatura na América Latina produzida por mulheres e pessoas trans, observando o conjunto de textos, obras e autoria; para debater sobre sexismo, preconceito racial e as pressões do capital.






