No título A nova obscuridade (Unesp; 388 pp; R$ 66), Jürgen Habermas traz como um dos principais eixos temáticos o neoconservadorismo. O assunto abre e perpassa todos os textos, que remetem ainda a diferentes aspectos da defesa do filósofo da continuidade do projeto de modernidade. Sem abandonar a dimensão teórica, ele coloca-se como “contemporâneo político” e assume posições acerca de questões públicas candentes ainda hoje – escrita em 1985, a obra reflete sobre problemas e tensões de uma década crucial para a sobrevivência e maturação do projeto democrático não apenas na Alemanha. O livro compõe-se de 13 ensaios divididos em sete temas, incluindo uma longa entrevista à revista New Left Review.






