Em Quem ri por último rima melhor (Moderna, R$ 36), os pequerruchos podem reinventar e brincar com os conhecidos ditados. No título assinado pelo cineasta Daniel Medina e pela artista visual Renata Bueno, as palavras não servem somente para referir-se àquilo que costumamos chamar de realidade, mas também para embaralhar a ordem das coisas, criar imagens e surpreender. Os autores propõem: que tal falar “Quem ri por último... é porque está no último lugar da plateia?” Com estes jogos, as crianças podem estabelecer conexões pouco usuais entre as palavras, desmontar lógicas e abrir espaço para o inusitado.






