Um homem solitário conversa com uma mulher embriagada no saguão de um hotel; um porteiro idoso tenta convencer uma adolescente temperamental a abandonar seu namorado violento; uma policial de meia-idade decide levar um menino órfão à casa do homem que ama e que não vê há anos. Em Três vezes ao amanhecer (Alfaguara, 112 pp., R$ 29,90 – Trad. Joana Angélica d'Avila Melo), Alessandro Baricco entrelaça histórias de personagens que, à luz da alvorada, se deparam com a possibilidade de reconstruírem suas vidas. São relatos sobre nossa busca constante por mudança, e sobre como as pessoas que encontramos podem iluminar nosso caminho em momentos decisivos.






