Após a morte de sua esposa, William, pai de Lizzie e Freddie, se recusa a lutar na Segunda Guerra Mundial e é perseguido pela polícia. Para continuar unido, o trio precisa fugir e deixar tudo para trás. Refugiam-se em uma comunidade chamada Whiteway, onde tentam começar uma nova vida. Mas o esconderijo não funciona por muito tempo e, mais uma vez, precisam partir rumo ao desconhecido. Fuja, coelhinho, fuja (Biruta, 236 pp., R$ 39,50), de Barbara Mitchelhill, é ambientado na Inglaterra dos anos 1940, mas permite expandir as questões centrais para diferentes situações e lugares. Um exemplo disso é o próprio William, caracterizado como um pacifista. A autora proporciona uma série de reflexões a respeito da Segunda Guerra Mundial.






