Em Ficções que curam (Verus, 212 pp., R$ 24,90), o palestrante e psicólogo internacional, James Hillman propõe uma revisão da abordagem terapêutica, tendo o papel da ficção como elemento fundamental para entender a psique dos pacientes. Através da análise das obras de Sigmund Freud, Carl Jung e Alfred Adler ele propõe uma prática da psicanálise mais imaginativa. Hillman defende que as pessoas são as histórias que vivem e, portanto, é necessário levar em conta o universo que criaram para si próprias para que possam ser curadas. Ele propõe assim o fim de uma visão conservadora que lida com conceitos fechados como doença e cura, bem e mal, dentro e fora, ficção e realidade.






