Abrindo o ciclo de debates “A França volta ao Petit Trianon”, organizado pela Academia Brasileira do Letras (ABL) durante toda essa semana no Rio de Janeiro, “Versalhes ou a Bastilha: que França nutre o imaginário brasileiro?” foi o questionamento central da palestra do professor Didier Lamaison, nesta segunda-feira. Lamaison classificou o título como “racoleur”, ou seja, sedutor. Assim, em ritmo musical, o intelectual francês, tradutor de Machado de Assis e Ferreira Gullar, entre outros, convidou o público a dançar ‘uma valsa em três tempos’, a fim de descobrir que ‘França’ contribuiu na formação da identidade cultural brasileira. “Na França há um ditado que diz que tudo acaba em música. Música e literatura são muito próximas e vocês brasileiros sabem bem disso”, afirmou. A segunda palestra do dia, com o filósofo Emmanuel Renault sobre Teoria Crítica, girou em torno das perspectivas do neoliberalismo e do mundo contemporâneo. “A França volta ao Petit Trianon” continua esta semana na ABL nas manhãs de 21 a 23. Para mais informações acesse o site.






