O livro Aleijadinho e o aeroplano (Civilização Brasileira, 322 pp., R$ 45), de Guiomar de Grammont, questiona a existência de um dos mais famosos artistas brasileiros. Segundo a autora, Aleijadinho não existiu. Quem existiu e deixou como herança toda sua vasta obra foi Antônio Francisco Lisboa, escultor pobre, que viveu em Vila Rica no século XVIII e teve uma vida muito mais prosaica do que a do mito consagrado na história. A escritora estará presente no “Sempre um Papo”, em Belo Horizonte, nesta terça-feira, dia 18, às 19h30. O evento ocorre no Teatro João Ceschiatti do Palácio das Artes (Av. Afonso Pena, 1537, Centro) e tem entrada gratuita. Guiomar aponta que existiram diversos “Aleijadinhos”, inventados à medida que se deu a construção nacionalista de uma imagem da “arte brasileira” em diferentes contextos, do século XVIII até hoje.






