PublishNews: Como surgiu a idéia de abrir uma filial sazonal da Livraria da Vila em Campos do Jordão?
Samuel Seibel: A idéia central foi a de deslocar um pouco o eixo de nossas atividades principais, e ir em busca de uma nova experiência.
PN: Qual a expectativa em relação ao empreendimento?
SS: Não há expectativa de resultados financeiros positivos. Os altos custos da região tornam remotas as possibilidades de retorno financeiro. O objetivo mesmo é fazer a marca aparecer mais, envolver a equipe nesse processo e, quem sabe, mudar o patamar da livraria no mercado.
PN: Qual é o modelo da livraria? Também terá um café interno? Serão comercializados jornais e revistas?
SS: A livraria ficou com a cara da Livraria da Vila paulistana. Charmosa, com ótimo atendimento e um acervo de 6 mil livros bastante eclético, para que o leitor infantil, adolescente ou adulto encontre o que realmente deseja. Os 35 m2 da loja não permitiram que houvesse espaço para um café e não comercializaremos jornais e revistas.
PN: Como foi feita a seleção do acervo da filial jordanense? Privilegiou-se algumas áreas?
SS: O acervo foi feito pensando em uma mini-Livraria da Vila. Há literatura brasileira e estrangeira, lançamentos, os mais vendidos, culinária, arte e design, esporte, psicologia, quadrinhos e infanto-juvenil.
PN: Haverá eventos como lançamentos ou outras atividades na filial?
SS: Em julho pretendemos ter contadores de histórias.
PN: Há planos para se criar outras livrarias sazonais, como no litoral durante o verão, por exemplo?
SS: Por enquanto, não temos nenhum plano de novas livrarias sazonais.






