Seja você um autor em busca de polimento final para seu manuscrito, uma editora que deseja expandir sua presença global com traduções confiáveis ou quem procura roteiros cativantes na linguagem de quadrinhos, estamos aqui para ajudar
Estamos há 50 anos, distribuindo as melhores editoras, do mercado para as livrarias de todo o Brasil
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
|
PublishNews, Redação, 30/06/2026
O Podcast do PublishNews recebe nesta terça-feira (30) Rita Palmeira, crítica literária e curadora da Flip 2026. A Festa Literária Internacional de Paraty deste ano vai homenagear a poeta paulista Orides Fontela (1940-1998), escritora de trajetória rara e específica, que agora deixa sua marca em um dos eventos literários mais importantes do Brasil. Orides tem sua obra completa editada pela Hedra, que já colocou nas livrarias as novas edições. Na conversa, Rita falou sobre sua trajetória como leitora, mas também sobre como foi o trabalho de curadoria para a Flip — em contato com muitas editoras, sentindo a temperatura do mercado editorial brasileiro, sobre os segredos de encontrar a química entre os autores — entre outros assuntos. O evento fluminense ocorre entre os dias 22 e 26 de julho, de quarta a domingo. Este podcast é um oferecimento de Câmara Brasileira do Livro (CBL), Gráfica Viena, MVB América Latina, Nielsen BookData e UmLivro. Você também pode ouvir o programa pelo Spotify, iTunes; Google Podcasts, Overcast e YouTube.
PublishNews, Beatriz Sardinha, 30/06/2026
Quem passeia pela Avenida Paulista pode agora tirar fotos junto às personagens do universo da Turma da Mônica, com o Masp de fundo. Foi inaugurada no final de semana (27) uma estátua de bronze em homenagem ao aniversário de 90 anos de Mauricio de Sousa, em frente do Parque Trianon, em São Paulo. A ação integra a programação de homenagens da cidade de São Paulo a Mauricio de Sousa que inclui ainda oficinas gratuitas de mediação de histórias na Biblioteca Mário de Andrade, além de esculturas e bonecos infláveis espalhados pela cidade. Clique e saiba mais sobre as homenagens a Mauricio de Sousa.
PublishNews, Redação, 30/06/2026
O Prêmio Régine Deforges para romance de estreia foi concedido a Ton cadavre exquis (POL), de Marion Quantin (em tradução livre: Seu cadáver esquisito). Criado em 2015 por iniciativa dos filhos da autora e da editora, o prêmio apoia novos talentos da literatura francófona. Concedido durante o Festival Literário de Montmorillon, o prêmio leva o nome de Régine Deforges, que nasceu na cidade vienense, e foi criado por seus filhos, Camille Deforges, Léa Wiazemsky e Franck Spengler, para preservar sua memória e destacar um romance de estreia escrito em francês. Após o apoio da Limoges até 2021, o prêmio foi assumido pela livraria parisiense La Bicyclette Bleue, fundada por Camille Deforges e Simon Roussel, em parceria com a prefeitura do 20º arrondissement. Clique no Leia mais para ler a nota na íntegra.
PublishNews, Henrique Rodrigues, 30/06/2026
Tenho visto notícias alvissareiras sobre o tal “mercado” editorial: aumento no número de vendas, livrarias novas abrindo aqui e acolá, a empolgação com criadores de conteúdo para redes sociais como estimuladores de práticas leitora e por aí vamos. Salpicam-se uns termos em inglês e tudo fica melhor ainda. Ao receber esses links e tentar dar uma aprofundada, vem um sentimento crítico eisteineano de que a coisa parece meio relativa. Quando partimos para campo então, vem aquele choque, sobretudo quando saímos do perímetro com acessos às literaturas e encaramos o mundão real das maiorias. Pois é, caros newslettereiros. Falo, novamente, dos não-leitores. Clique no Leia mais para ler a coluna na íntegra.
PublishNews, Redação, 30/06/2026
A Editora Madras está em busca de uma nova pessoa para o cargo de gerente comercial. Atribuições diárias da vaga envolvem elaborar e executar o planejamento comercial da editora e definir metas de vendas e acompanhar indicadores de desempenho. Além de experiência comprovada em gestão comercial, a editora pede formação superior completa em Administração, Marketing ou áreas correlatas.
PublishNews, Redação, 30/06/2026
A Citadel está em busca de uma nova pessoa para o cargo de secretário(a) bilíngue. No dia a dia, a pessoa ficará a cargo da organização de agenda da diretoria, contato com autores nacionais e internacionais. Entre os requisitos, se destaca a necessidade de ter inglês fluente e bem relacionamento interpessoal. A vaga é para trabalhar em regime home office.
PublishNews, Redação, 30/06/2026
A Democracia Originária está sendo substituída por uma oligarquia corrupta e antiliberal composta por integrantes dos Três Poderes (Legislativo, Executivo e Judiciário). Esta é a tese defendida e destrinchada pelo jurista e imortal da Academia Brasileira de Letras Joaquim Falcão em seu novo livro: A Oligarquia dos poderes — e a crise da Democracia (Intrínseca, 256 pp, R$ 79,90). O autor aponta as vulnerabilidades do Estado Democrático de Direito e levanta importantes questões sobre o funcionamento dos três Poderes. Falcão se debruça sobre a formação do nosso sistema democrático e apresenta exemplos recentes de comportamentos graves, que causam “mal-estar social” e “indignação coletiva”, como o escândalo de corrupção do Banco Master (que engloba os três Poderes, sua parentela e bases aliadas); e a autoproteção entre os pares no caso do deputado Chiquinho Brazão que, embora condenado como mandante do homicídio da vereadora Marielle Franco, perdeu o mandato por “excesso de faltas” e não por quebra de decoro.
PublishNews, Redação, 30/06/2026
Seria possível libertar a humanidade da guerra? Em 1932, diante do avanço das tensões políticas na Europa e do temor crescente de um novo conflito mundial, Albert Einsten fez essa pergunta diretamente a Sigmund Freud. A resposta tornou-se um dos diálogos mais inquietantes da modernidade e um dos documentos intelectuais mais importantes do século XX. Na correspondência histórica, os dois discutem as raízes psicológicas da agressividade, o papel das instituições políticas e os limites da civilização diante da barbárie. O criador da psicanálise argumenta ainda que a violência e a destrutividade não são desvios ocasionais da história, mas forças constitutivas da própria experiência humana. Nesta edição brasileira de Por que a guerra? (Amarilys, 120 pp, R$69), o texto original ganha uma nova tradução, além de também incluir um ensaio de Freud sobre a Guerra, escrito em 1915, e um prefácio crítico do filósofo Luiz Felipe Pondé, que examina a atualidade dessas ideias à luz dos conflitos do século XXI.
|
“Prêmios que apenas congratulam os mesmos de sempre, que se constituem como uma festa para poucos, onde velhos conhecidos de várias ocasiões aplaudem-se uns aos outros, estão sujeitos ao desaparecimento ou à irrelevância”
Ex-curador do Prêmio Jabuti
|
1.
|
Elo Monsters Books: Flow Pack
|
|
2.
|
Engenharia do lucro
|
|
3.
|
A saúde do coração na era da alta performance
|
|
4.
|
Do dia para a noite (Day to night)
|
|
5.
|
Entre o ego e o sagrado
|
|
6.
|
Mais esperto que o diabo
|
|
7.
|
Dias quentes (Spring Summer)
|
|
8.
|
Isso e aquilo (This & That)
|
|
9.
|
Dias frios (Fall Winter)
|
|
10.
|
Educação da tristeza
|
|
|
|
PublishNews, Redação, 30/06/2026
No livro-experimento Somos Sol vivo (HarperCollins, 272 pp, R$ 74,90), Aza Njeri propõe uma revisão das bases simbólicas que moldam o modo de vida ocidental, desafiando de forma incisiva uma visão de mundo onde os destinos são predeterminados, a sociabilidade é forçada e a comunhão cultural, restringida. Composto por ensaios que partem da história da família da autora, o livro expõe com radicalidade o impacto das heranças coloniais no cotidiano – sobretudo nas representações mediadas pela arte, seja na literatura, no cinema, no teatro ou na música. Aza Njeri constrói um panorama vasto sobre a lógica excludente do brasil (aqui escrito intencionalmente com inicial minúscula), desvendando seus mecanismos de apagamento simbólico e de aniquilação da diversidade, que obscurecem o brilho do nosso Sol.
PublishNews, Redação, 30/06/2026
O título original deste livro, Full surrogacy now, debocha de Stop Surrogacy Now, nome de um dos movimentos mais influentes contra a prática da barriga de aluguel. Contudo, é um equívoco acreditar que, nas páginas de Outra gravidez possível (Elefante, 296 pp, R$ 90 — Tradução: Verônica Daminelli), Sophie Lewis se dedica meramente a conclamar a “barriga de aluguel para todo mundo já!”. Mais do que tomar partido sobre um tema que divide tendências inconciliáveis do feminismo, a autora realiza uma complexa discussão sobre a gravidez. Seria a gestação um trabalho e as gestantes, trabalhadoras? O vínculo entre gestante e bebê supõe obrigatoriamente maternidade? Ou seria essa relação uma construção social? Para abordar tais questões, Lewis analisa a indústria da barriga de aluguel, sobretudo na Índia, onde se reveste de alternativa de vida a mulheres pobres, enquanto enriquece empresários e resolve a infertilidade de casais no Norte Global. Colonialismo, racismo e luta de classes também se expressam no útero.
|
|
|