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PublishNews 23/01/2026
Seja você um autor em busca de polimento final para seu manuscrito, uma editora que deseja expandir sua presença global com traduções confiáveis ou quem procura roteiros cativantes na linguagem de quadrinhos, estamos aqui para ajudar
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A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 23/01/2026

Dirigido por Danilo Belchior, Ilustre é um documentário leve e envolvente que retrata a vida e a carreira do renomado ilustrador de livros infantis Guilherme Karsten, e celebra o sucesso internacional de sua obra, publicada em mais de 20 idiomas. O filme, produzido pela Rabisco Produções Artísticas, já está disponível no Youtube. Reconhecido por sua abordagem lúdica e por narrativas repletas de humor e imaginação, Guilherme acumula prêmios de prestígio internacional, como a Placa de Ouro da Bienal de Ilustrações de Bratislava (Eslováquia) e o Golden Pinwheel Grand Award (China). Gravado em Blumenau (SC), sua cidade natal, o documentário explora os altos e baixos da trajetória do ilustrador. A longa parceria com o escritor Ilan Brenman, que resultou em 19 publicações, é um dos destaques do filme. Clique no Leia mais para ver o documentário.

PublishNews, Monica Ramalho, 23/01/2026

Em 2022, os leitores de Curitiba viram nascer uma editora independente cheia de personalidade e disposição para revelar talentos. Tanto é que, apenas dois anos depois, já abriu as portas de uma livraria de rua, no Centro. Estamos falando da Telaranha Edições, fundada por Bárbara Tanaka e Guilherme Conde Moura Pereira. Na próxima terça, 27 de janeiro, a Telaranha vai começar a festejar os seus quatro anos com uma programação especial. A comemoração de aniversário inclui preços especiais no catálogo, bate-papo com quem coloca a mão na massa diariamente pela Telaranha e uma exposição com os seus bonecos editoriais. “Essas ações são pensadas para aproximar o nosso público e as pessoas interessadas na área literária e editorial do nosso dia a dia. Também ajuda a esclarecer um processo que é bastante dinâmico e particular de cada editora", explica a editora e livreira. Leia a matéria completa!

PublishNews, Redação, 23/01/2026

A Cortez Editora está à procura de uma pessoa para lidar com a equipe de vendas, em Perdizes, São Paulo. A vaga é de supervisor comercial. Os pré-requisitos envolvem ter experiência em supervisão ou coordenação comercial e vivência em vendas varejo, governamentais e participação em projetos públicos. A pessoa será responsável por supervisionar e desenvolver a equipe comercial, acompanhando metas e desempenho e planejar e executar estratégias comerciais, campanhas e ações de vendas

PublishNews, Redação, 23/01/2026

Crônicas atropeladas (Zit Editora), de Vangi Souza, com ilustrações de Artur ‘Kjá, será lançado em fevereiro, no Rio de Janeiro. Voltado ao público infantojuvenil, o livro parte de uma estatística preocupante: o Brasil registra mais de 400 milhões de animais silvestres atropelados por ano, o equivalente a 17 vidas interrompidas por segundo nas rodovias do país. A partir desse cenário crítico, o livro articula literatura, poesia, ciência e informação para tratar de um dos grandes desafios ambientais brasileiros. Cada crônica acompanha a trajetória de animais como tamanduá-mirim, mão-pelada, onça-parda, lontra, gato-maracajá, lobo-guará e preguiça. Leia a nota para saber mais da noite de autógrafos.

PublishNews, Redação, 23/01/2026

Escrito por Hans Ulrich Gumbrecht, Vidas da voz (Editora Unesp, 280 pp, R$ 83, com tradução de Nicolau Spadoni) é um ensaio para entender a proximidade. A obra toda faz um convite a escutar o mundo de uma nova maneira, a reconhecer a voz não apenas como um som, mas como um campo de forças, um testemunho de nossa proximidade inerente com o outro e com o próprio ato de existir. Um livro essencial para quem busca compreender as sutilezas da comunicação humana e a riqueza inesgotável do que somos.O autor é professor emérito de literatura da Universidade de Stanford e Presidential Professor de literatura românica da Universidade Hebraica de Jerusalém.

PublishNews, Redação, 23/01/2026

A teoria da bolsa de ficção (Cobogó, 64 pp, R$ 58, traduzido por Isabel Diegues), de Ursula K. Le Guin (1929-2018), é um texto de grande influência nos estudos literários e sociais. Neste breve e poderoso ensaio, Le Guin, escritora norte-americana que se notabilizou por seus romances de ficção científica e especulativa, põe em revista a história da humanidade e certa forma predominante de contar histórias. Ao destronar a figura do Herói do seu pedestal na cultura ocidental, com suas narrativas de triunfo, dominação e morte, a autora propõe a possibilidade de contarmos uma “outra história, a história não contada, a história da vida”. Uma história que se parece menos com os relatos de caçadores de mamutes – e mais com as bolsas usadas pelos primeiros seres humanos para coletar, armazenar e partilhar alimentos.

PublishNews, Redação, 23/01/2026

Em O idioma materno (Relicário, 180 pp, R$ 65,90, traduzido por Mariana Sanchez), o escritor mexicano Fabio Morábito reúne uma série de breves ensaios autobiográficos que giram em torno da língua, da leitura, da memória e da vida cotidiana. Com ironia, ternura e humor, ele transforma episódios aparentemente banais — lembranças de infância, cenas familiares, descobertas de leitor — em reflexões sobre criação literária, a experiência da leitura e o papel da linguagem na experiência humana. A escrita de Morábito, ao mesmo tempo íntima e ensaística, desenha um mosaico de pequenas histórias que revelam a força da observação e da imaginação, mostrando como a vida se organiza e se reinventa através das palavras. O idioma materno é uma celebração da literatura, da escuta atenta e do modo como o idioma nos constitui.

PublishNews, Redação, 23/01/2026

Subvertendo as fronteiras entre ensaio e literatura, Patrick Chamoiseau se interroga sobre a escrita, a fala e a criação em O contador, a noite e o balaio (Editora 34, 232 pp, R$ 78). Partindo da “oralitura”, central na poética antilhana, o autor se volta para o velho negro escravizado, nas Antilhas do século XVII, que à noite se metamorfoseia em “mestre da palavra”. É o contador crioulo, pai fundador da literatura antilhana, que com sua palavra formula uma resistência improvável à colonização. Momento criativo e criador, a palavra crioula inaugura um sistema de forças que se opõe à violência nas plantações. Por que o balaio e a fala que surge apenas à noite? Circulando por mistérios e não ditos, o autor questiona o trabalho do escritor e visita a intimidade de sua memória com reflexões permeadas de poesia, pois se valem da língua-instrumento “para perceber além da ‘realidade visível’”.

“Meus livros vão se formando muito lentamente, como janelinhas que abrem e se fecham, é um processo interno semiconsciente.”
Lya Luft
Escritora brasileira
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