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PublishNews 23/09/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 23/09/2021

Quando 2022 chegar, o ano marcará o fim de uma era. Marcos da Veiga Pereira, sócio da Sextante, deixará a presidência do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) depois de sete anos. Sob seu comando, o SNEL testemunhou mudanças profundas na indústria brasileira do livro e encarou alguns dos seus principais desafios nos últimos 80 anos, idade que a entidade completa em novembro. A indústria teve que encarar o pedido de recuperação judicial de Saraiva e Cultura; os reflexos da pandemia do novo coronavírus; a escalada dos e-commerces; uma proposta de reforma tributária que pode impactar diretamente a economia do livro; a volta dos debates sobre uma possível Lei do Preço Fixo; a criação e sanção da Política Nacional de Leitura e Escrita, e a promulgação do Tratado de Marrakesh. Marcos se tornou figurinha fácil na mídia repercutindo todos esses temas e foi além. Foi na sua gestão que o SNEL lançou o Painel do Varejo de Livros, realizado em parceria com a Nielsen, que dá um panorama mensal da venda de livros feita por livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento. Além disso, a Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, realizada em conjunto com a Câmara Brasileira do Livro (CBL), ganhou desdobramentos para passar a medir também o peso dos conteúdos digitais produzidos pela indústria. Esse protagonismo levará Marcos ao centro do Sabatina PublishNews na próxima quarta-feira (29), às 17h. O programa mensal do PN é conduzido por Talita Facchini e receberá o editor Haroldo Ceravolo Sereza (Alameda Editorial), o livreiro Bernardo Gurbanov (ANL) e a economista Mariana Bueno (Nielsen). O programa, apoiado pela CBL e pela MVB/Metabooks, é transmitido ao vivo pelo Facebook e pelo YouTube do PublishNews.

PublishNews+, Redação, 23/09/2021

O PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PN, tem adiantado, semanalmente, os livros que só chegarão às livrarias daí a 45 dias. O serviço, chamado de Próximo Capítulo, é realizado graças a uma parceria com a MVB / Metabooks e tem por objetivo municiar livreiros de informações do que está no prelo das editoras. Nessa semana, o Próximo Capítulo traz as novidades que chegarão às livrarias entre os dias 07 a 13 de novembro. Entre as novidades, estão o primeiro volume de Roberto Carlos outra vez: 1941-1970 (Record), de Paulo Cesar de Araújo; Passados presentes: O golpe de 1964 e a ditadura militar (Zahar), de Rodrigo Patto Sá Motta; O desejo (Arqueiro), inédito de Nicholas Sparks, e a edição comemorativa de dez anos de Sapiens (Companhia das Letras), de Yuval Noah Harari. Clique aqui para conferir todas as novidades. Por enquanto, o Próximo Capítulo está aberto para todos os que se cadastrarem na plataforma, mas em breve, o serviço ficará exclusivo para os assinantes do PN+. A nova seção se soma a outros serviços oferecidos aos assinantes do PN+, como o Radar de Licitações e o Apanhadão Diário. Clique aqui para saber como ser um assinante do PN+.

PublishNews, Redação, 23/09/2021

A Benvirá, selo de negócios e não ficção da Saraiva Educação, contratou Clarissa Pombo de Oliveira como editora sênior. Ela chega à casa editorial com a missão de dar sequência ao desenvolvimento de uma nova estratégia para o selo. Além disso, será responsável também pela aquisição e edição de novos títulos e pelo desenvolvimento de novos produtos em parceria com autores e organizações. Clarissa é formada em Antropologia e Linguística pela Swarthmore College (EUA), atua no mercado livreiro há cerca de 20 anos, indo da concepção e redação até a edição do conteúdo. Atuou por seis anos na Sextante como editora de aquisições, foi editora do selo Fontanar, da Objetiva, e teve passagem pela editora Campus, onde editou o selo de interesse geral.

PublishNews, Redação, 23/09/2021

O Prêmio São Paulo de Literatura divulgou nesta quarta (22), os dez nomes escolhidos para compor o júri da edição 2021. Foram escalados Eduardo Cesar Maia (escritor, professor e doutor e mestre em Teoria da Literatura), Flavio Martins Carneiro (escritor, roteirista e professor), Iris Maria da Costa Amâncio (professora e pesquisadora de Literaturas Africanas e de Literatura Portuguesa), Juliana Bezerra de Albuquerque (mestre em filosofia e doutoranda em literatura e filosofia alemã), Ketty Valencio (bibliotecária, livreira, pesquisadora e empreendedora), Leonardo Martins de Barros (dramaturgo, diretor e compositor), Luciana Araújo Marques (escritora e jornalista), Paula Fábrio (doutora em literatura e autora vencedora do Prêmio SP de Literatura 2012), Paulo Cesar de Souza Lins (poeta, romancista, roteirista e professor) e Uelinton Farias Alves (jornalista, escritor, dramaturgo e crítico literário). Maior prêmio do país com recompensa individual, o Prêmio SP dará a cada ganhador R$ 200 mil – um a categoria Melhor Romance do Ano de 2020 e outro como Melhor Romance de Estreia do Ano de 2020. As inscrições para o prêmio terminaram no dia 20 de setembro. O edital está disponível clicando aqui.

PublishNews, Redação, 23/09/2021

Kwame Nkrumah Memorial Park em Acra | © Fquasie / Wiki CommonsA Unesco anunciou esta semana que, depois de Guadalajara (México), Acra, capital de Gana, será a Capital Mundial do Livro em 2023. Segundo o comitê da Unesco, Acra foi selecionada por seu forte enfoque nos jovens e seu potencial para contribuir com a cultura e riqueza do país da África Ocidental. A cidade propôs em seu programa, usar o poder dos livros para envolver os jovens, como uma forma eficaz de capacitar a próxima geração. Além disso, apresentou um amplo programa que visa grupos com altos níveis de analfabetismo, incluindo mulheres, imigrantes, jovens, crianças de rua e pessoas com deficiência. Para colocar essas ideias em prática, a cidade pretende reforçar as infraestruturas escolares e comunitárias e o apoio à aprendizagem ao longo da vida de seus habitantes, com o objetivo de fomentar a cultura da leitura. Bibliotecas móveis – para alcançar grupos periféricos –, workshops de leitura e escrita, um centro de capacitação para jovens desempregados e eventos para mostrar a arte e cultura ganesa e assim, promover a inclusão, também estão entre os planos da cidade. As comemorações de Acra como Capital Mundial do Livro terão início no dia 23 de abril de 2023, Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais. Acra é a 23ª cidade a ser escolhida como Capital Mundial do Livro e segue Guadalajara (2022), Tiblissi (2021), Kuala Lumpur (2020) e Sharjah (2019).

PublishNews, Redação, 23/09/2021

Começa nesta quita (23) e segue até sábado (25), a 11ª edição da Festa Literária de Pirenópolis (Flipiri), que em formato híbrido, vem com o objetivo de propor a superação do difícil momento da humanidade por meio da literatura, sob o lema E o mundo não acabou. Depois do cancelamento da sua edição de 2020 devido à pandemia, este ano a cidade goiana irá homenagear os poetas Afonso Félix e Vinicius de Moraes e durante três dias, receberá mais de 80 atividades gratuitas, entre lançamentos de livros, oficinas, debates, conversas, saraus e apresentações musicais e teatrais. Entre os convidados nacionais para o evento – que conta com curadoria do escritor Maurício Melo Junior –, estão o escritor, psicólogo e professor Rossandro Klinjey, que apresentará a palestra-tema do evento E o mundo não acabou, e o cantor e compositor Toquinho, com um show de voz e violão em homenagem a Vinicius de Moraes. No site da Flipiri, você confere a programação completa do evento, bem como informações sobre a quantidade de pessoas permitidas nas atividades presenciais e links para acompanhar os debates on-line.

PublishNews, Redação, 23/09/2021

Pode-se dizer que boa parte da identidade do brasileiro está gravada em músicas que atravessam o tempo e contam, cada qual no seu estilo e época, uma parte da história do país. Essa linha de pensamento pode ser clara para quem vivenciou momentos marcantes sob trilhas sonoras que dialogavam com os acontecimentos de um determinado período, mas entender como ocorreu a chegada até ali não é tão fácil. Essa é a missão do jornalista e crítico musical Pedro Alexandre Sanches, autor do livro Álbum 1 - 1950 a 1972: saudade, bossa nova e as revoluções dos anos 1960 (Edições Sesc SP, 225 pp, R$ 15), que destrincha, nesse primeiro volume, a transição da produção fonográfica para o padrão do long play (LP) desde os anos 1950, evoluindo em períodos de domínio de estilos, passando pelo samba e chegando à onda black power que dominou as paradas até 1972. Sanches propõe um recorte que cobre álbuns de fundamental importância, mas também espécimes esquecidos (apesar da relevância que tiveram em seus tempos). Pouco a pouco, os "bolachões" iam deixando de ser compilações de sucessos lançados primeiramente em compacto e começavam a contar histórias próprias, com começo, meio e fim. Compositores e cantores passavam a trabalhar pensando em como inserir suas músicas em álbuns, e não mais apenas na lógica de ter sucessos avulsos tocando nas principais rádios do país.

PublishNews, Redação, 23/09/2021

Depois da incursão pela História sexual da MPB e pelas biografias de Angela Maria, Dolores Duran, Cauby Peixoto e Claudette Soares, Rodrigo Faour agora cria um panorama da música popular brasileira, do final do século XV, quando os portugueses aportaram no Brasil, aos dias atuais. Em História da música popular brasileira - Vol. 1 (Record, 574 pp, R$ 84,90), ele escreve sobre um país de extensão continental e musicalmente riquíssimo e com culturas diversas. Faour faz ainda um estudo sobre as transformações da produção e do consumo de música popular em diversos momentos da história, contextualizando-as e relacionando-as às mudanças políticas, sociais e comportamentais pelos quais o Brasil passou, e passa. Atravessando ritmos como o choro, samba, marchinha, valsa, frevo, samba-canção, música caipira, baião, bossa nova, sambalanço, coco, samba-enredo, Jovem Guarda, MPB, Tropicalismo, carimbó, partido-alto, soul, samba-rock, pagode, forró, sertanejo, brega etc., esta obra tem como proposta fazer o leitor se despir de preconceitos estéticos, apresentando o máximo da diversidade do que já foi produzido em cada região do país. Incluindo um encarte colorido de 64 páginas, o livro é um convite ao leitor a (re)descobrir o Brasil por meio de sua expressão musical.

“O texto só se move com uma condição: a existência do leitor.”
Gilberto Gil
Cantor e compositor brasileiro
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Vermelho, branco e sangue azul
3.
Mentirosos
4.
Amor & gelato
5.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
6.
O poder da autorresponsabilidade
7.
A garota do lago
8.
Torto arado
9.
Os sete maridos de Evelyn Hugo
10.
Corte de espinhos e rosas
 
PublishNews, Redação, 22/09/2021

Os egípcios (288 pp, R$ 56,90 – Trad.: Luis Reyes Gil) inaugura a linha de não ficção do selo Minotauro (Planeta) e é o primeiro título da série História Universal Isaac Asimov, que apresenta a faceta científica do autor considerado um dos principais nomes da ficção científica. No livro, o autor faz um apanhado das principais eras de uma das maiores civilizações que a humanidade já conheceu, passando pelo poder e pelo esplendor dos faraós no Antigo Egito, pela época ptolomaica e pelo domínio romano – com destaque para Cleópatra –, chegando à transição para um território majoritariamente muçulmano. Asimov foi capaz de criar um mundo rico e detalhado para o futuro distante da humanidade, especialmente em obras como Eu, robô e Fundação, mas fez isso levando em consideração suas pesquisas a respeito das grandes civilizações do passado. O escritor que se dedicou a escrever sobre naves espaciais e robôs era um aficionado pela história humana e pelo passado de povos como os Egípcios, os Gregos e os Romanos.

PublishNews, Redação, 23/09/2021

Alguns personagens e elementos da mitologia nórdica – como Thor, Odin ou a batalha do Ragnarök – se popularizaram, sobretudo nas telas de cinema, mas muitos não conhecem a cultura por trás deles. O box Mitologia nórdica (Nova Fronteira, 456 pp, R$ 149,90 – Trad.: Alexandre Barbosa de Souza) é essencial para os interessados em se aprofundar nos mitos e nas lendas dos povos nórdicos antigos — não tão divulgados quanto outras mitologias. A folclorista estadunidense H.A. Guerber, estudiosa da mitologia germânica em especial, apresenta um extenso elenco de seres mitológicos e heróis, conduzindo as narrativas de suas intrigas e aventuras com a destreza de quem detém um amplo conhecimento sobre o assunto. Mais do que um acervo de narrativas e curiosidades, Mitologia nórdica é uma fonte para o leitor conhecer um pouco mais a sociedade escandinava da Era Viking, as práticas religiosas, como compreendiam os fenômenos da natureza e sob quais condutas morais se pautava sua vida social.

 
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