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PublishNews 09/08/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 09/08/2021

Na última quinta-feira (05), a Câmara dos Deputados aprovou a privatização dos Correios. O projeto de lei, que prevê a venda de 100% da estatal, seguiu então para o Senado Federal onde deverá tramitar nos próximos dias. A discussão, portanto, segue aberta e está longe de ser um consenso entre editores e livreiros. No episódio do Podcast do PublishNews da semana passada, o editor Tomaz Adour, presidente da Liga Brasileira de Editores (Libre), e o livreiro Beto Ribeiro, da Livraria Simples, apresentaram argumentos contrários à privatização. Nessa semana, o Podcast recebe o editor Paulo Tadeu, da Matrix, que é favorável à venda da estatal. Na conversa com a nossa equipe, Tadeu defendeu que editores e livreiros devem se organizar para pleitear dispositivos na lei que favoreçam o setor, já que, na sua visão, a privatização se dará. O editor argumentou ainda que a privatização poderá trazer mais qualidade e inovações aos serviços ofertados pelos Correios. No entanto, reconheceu que a concentração dos serviços nas mãos de varejistas poderá ser maléfico para a economia brasileira. O Podcast do PublishNews é um oferecimento da MVB, a empresa que torna os seus livros visíveis com serviços como Metabooks e Pubnet, e da UmLivro, novo modelo de negócios para o mercado editorial: mais livros e mais vendas. Você também pode ouvir o programa pelo Spotify, iTunes, Google Podcasts, Overcast e YouTube. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

A coluna Painel das Letras deu destaque para o debate que envolve a Biblioteca Monteiro Lobato, sede de um arquivo que documenta a produção infantojuvenil brasileira, com livros e revistas raros e que reúne a história das bibliotecas infantojuvenis da cidade de São Paulo. Na semana passada, surgiram nas redes sociais manifestos contra o fechamento desse setor, chamado Seção de Bibliografia e Documentação. A Associação dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (Aeilij) publicou carta aberta contra o que chamou de "sucateamento" da seção, "setor importantíssimo, pois preserva a memória das publicações infantis e juvenis brasileiras". Os funcionários dizem que, numa reunião de julho com os bibliotecários, a diretora, Marta Nosé Ferreira, disse ter sido avisada pela coordenadora geral do Sistema Municipal de Bibliotecas, Raquel Oliveira, que a seção seria extinta. Uma ata interna do encontro registra a fala de Ferreira. Já a Secretaria Municipal de Cultura diz, em comunicado, que a informação é fake news e que a seção seguirá na biblioteca. Segundo Oliveira, “não há extinção de departamento, apenas estão sendo movidos funcionários”. Ela diz ainda que pediu que a ata seja refeita com a informação correta. O Globo noticiou que as livrarias do Rio se unem para recolher doações de obras novas e doá-las a bibliotecas de comunidades e do Degase. Formado por oito estabelecimentos, o coletivo já contribuiu com bibliotecas de comunidades como Chapéu-Mangueira, Tabajaras, Maré, São Carlos, Rio das Pedras, Providência, Mangueira, Turano, Jacaré e Rocinha. A ação do coletivo Livrarias Cariocas, grupo reúne oito estabelecimentos da cidade que, desde abril, estimulam a doação de publicações dos mais diversos autores a bibliotecas comunitárias de favelas. A atriz Fernanda Montenegro confirmou sua candidatura à Academia Brasileira de Letras (ABL). Segundo o Estadão, ela oficializou seu interesse para a vaga deixada pro Affonso Arinos de Mello Franco. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

No último ano, a administração e a estratégia do departamento comercial das editoras precisou dar um salto evolutivo para acompanhar as inovações tecnológicas que foram aceleradas pela pandemia. Quem acompanhou e atuou de forma muito direta nesse processo foi Gerson Ramos, diretor comercial da Planeta. Ele vai partir da sua experiência para conduzir as aulas do curso Estratégias comerciais para um mercado em transformação: propostas e práticas para equipes de vendas, que a Universidade do Livro oferece a partir desta terça-feira (10). O objetivo é apresentar as principais mudanças ocorridas no mercado desde 2018, analisando as oportunidades, as ameaças e os riscos trazidos pela alteração do ponto de equilíbrio de vendas entre os canais de lojas físicas e lojas on-line. Além disso, Ramos quer propor alternativas para evitar que a crescente concentração de vendas no e-commerce desfigure o catálogo e comprometa as margens operacionais das editoras. As aulas serão transmitidas ao vivo pelo Google Meet. A inscrição custa R$ 240 e pode ser parcelada em até três vezes no cartão de crédito. Para mais informações e inscrições, clique aqui.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

A editora gaúcha Belas Letras está em busca de um analista comercial. Para a vaga, não é necessária formação acadêmica, mas é essencial que o candidato tenha feito cursos em alguma das seguintes áreas: Experiência do Cliente, Sucesso do Cliente, Comercial ou Vendas, Administração ou Marketing. Experiência em livrarias ou no mercado do livro na área comercial ou de vendas pode ser um grande diferencial, embora não seja um pré-requisito obrigatório. Não há restrição de faixa etária para a vaga, no entanto, a editora informa que adoraria ter um profissional 50+ na equipe. As funções do cargo incluem o atendimento à carteira de clientes pessoa jurídica em todos os pontos de contato; interface dessa carteira de clientes com todas as áreas internas; resolução de conflitos; faturamento e acompanhamento de pedidos do início até a entrega final. A pessoa também será responsável pela prospecção e gestão de novos clientes pessoa jurídica, tanto físicos quanto on-line, em especial marketplaces. O modelo de trabalho é remoto. Para mais informações sobre a vaga e para se inscrever, clique aqui.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

O escritor Josué Guimarães completaria seu 100º aniversário em 2021. Um dos fundadores das Jornadas de Passo Fundo, Guimarães começou a sua carreira como escritor tardiamente, graças a um concurso literário. Para sempre lembrar desse feito, a Universidade de Passo Fundo (UPF), o Instituto Estadual do Livro e o governo do Rio Grande do Sul realizam, desde 1988, o Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães. Contistas de todo país podem submeter seus trabalhos inéditos até o dia 03 de setembro pela plataforma digital especialmente criada para o concurso. Os três primeiros colocados recebem premiação em dinheiro (R$ 4 mil para o primeiro, R$ 3 mil para o segundo e R$ 1 para o terceiro). Entre os critérios de avaliação, estão qualidade literária, criatividade e originalidade, rigor técnico e coerência de linguagem. A cerimônia de premiação está prevista para acontecer em dezembro. Clique aqui para conferir o regulamento.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

Biblioteca Pública do Paraná | © José Fernando Ogura - Agência Estadual de NotíciasFechada desde março de 2020, em função da pandemia da covid-19, a Biblioteca Pública do Paraná (BPP) reabre nesta segunda-feira (09), de forma parcial. Os serviços de empréstimo, renovação e cadastro de novos usuários voltam a funcionar de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e o atendimento para pesquisas presenciais ao acervo e registro de obras acontece mediante agendamento. Nesta retomada de atividades, a BPP disponibiliza ao público mais de 300 novos títulos, de todos os gêneros, adquiridos nos últimos meses. A lista completa pode ser conferida clicando aqui. Para respeitar todos os protocolos sanitários e o distanciamento social, a Biblioteca optou pela redução da capacidade de atendimento e o fechamento das salas de leituras e outros espaços de convivência. Todo o processo de empréstimo, renovação e devolução de livros acontece no hall térreo, para 20 pessoas por vez. A BPP ainda sugere que os usuários consultem previamente os títulos que desejam retirar.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

Em 2020, dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostraram que o número de mortes resultantes de intervenção policial no país atingiu um recorde. Foram 6.375 vítimas de ações desse tipo, um aumento de 13,3% do total de mortes violentas registradas no Brasil. O assunto é densamente estudado por pesquisadores no campo das ciências sociais, ativistas e militantes antirracismo, mas o que a autora Poliana Ferreira da Silva traz em Justiça e letalidade policial (Justiça Plural / Jandaíra, 192 pp, R$ 54,90) é a proposta de uma nova perspectiva de investigação: por meio do estudo pormenorizado de um caso, a autora busca compreender, dadas as lógicas estruturais que permeiam as agências de controle social, quais são e como são mobilizados os mecanismos jurídicos de responsabilização da polícia que mata. Com base em exemplos concretos, a autora mostra as diferentes narrativas sustentadas no sistema de justiça e analisa o tratamento judicial dado nas três esferas do Direito – criminal, civil e administrativa –, sem se esquivar das relações complexas e descontínuas entre elas. A intenção não é a de acusar pessoas, mas de compreender as lógicas estruturantes que possibilitam a blindagem institucional da polícia.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

Imagem digital, selfies, memes, deep fake, internet das coisas, inteligência artificial, censura digital: todas essas novidades do mundo contemporâneo são analisadas por Giselle Beiguelman para descrever (e ao mesmo guiar o leitor a reconhecer no mundo a sua volta) o papel da imagem nas relações sociais hoje. A autora propõe em Políticas da imagem (Ubu, 224 pp, R$ 59,90), ao longo de seis ensaios inéditos, uma reflexão sobre o estatuto da imagem no mundo contemporâneo. Desde o surgimento da fotografia, e depois do cinema, que o universo das imagens técnicas não conhecia um processo de transformação tão radical quanto o do nosso tempo. As imagens tornaram-se as principais interfaces de mediação do cotidiano, ocupando a comunicação, as relações afetivas, a infraestrutura, as estéticas da vigilância e os sistemas de escaneamento dos corpos na cidade. Ao falar em políticas da imagem, ela defende que as imagens são, para além de lugar da transmissão de ideias e linguagens, o próprio campo das tensões e disputas políticas da atualidade. Beiguelman associa a invenção e a distribuição massiva de smartphones a um novo regime de vigilância, não mais instituído pelo Estado, mas resultado da captação sistemática de dados pessoais, oferecidos deliberadamente pelos usuários às plataformas de mídias sociais – a dadosfera.

“É errado perguntar para a criança o que ela entendeu da história, pois a literatura potencializa muitas leituras.”
Heloisa Prieto
Escritora brasileira
1.
Mentirosos
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Vermelho, branco e sangue azul
4.
Escravidão -Vol 2
5.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
6.
Torto arado
7.
O poder da autorresponsabilidade
8.
Do mil ao milhão
9.
Box Harry Potter
10.
A nova batalha
 
PublishNews, Redação, 09/08/2021

Em A era da intolerância (Matrix, 312 pp, R$ 59,90), o jornalista, cientista social e escritor Thales Guaracy põe em perspectiva a história do início do século XXI, do atentado às Torres Gêmeas, em Nova York, à pandemia do coronavírus: duas décadas que marcam o fim do capitalismo industrial e o surgimento do capitalismo tecnológico e da Sociedade da Informação, com seus avanços, incertezas e conflitos. Usando como fio condutor os acontecimentos econômicos, políticos e sociais, marcados por uma grande revolução tecnológica, Guaracy leva o leitor a uma análise profunda dos desafios do mundo contemporâneo. A mesma liberdade que expandiu a democracia pelo globo – e permitiu grandes avanços na economia e no comportamento – deu impulso ao desemprego em massa e à exclusão social. Paradoxalmente, a tecnologia ajudou a expandir fenômenos supostamente arcaicos, como o fundamentalismo religioso, o radicalismo político, a xenofobia e as rivalidades nacionais, que se imaginava extintas após o fim da Guerra Fria.

PublishNews, Redação, 09/08/2021

Vencedor do prêmio Pulitzer, Ian Urbina apresenta um trabalho investigativo inédito sobre a realidade de quem atua em um dos espaços naturais menos policiados do nosso planeta. Oceano sem lei (Intrínseca, 592 pp, R$ 79,90 - Trad.: Lívia de Almeida) é fruto da experiência vivida em uma jornada de 40 meses. O jornalista norte-americano percorreu mais de 400 mil quilômetros, visitou 40 cidades de todos os continentes e navegou mais de 12 mil milhas náuticas por cinco oceanos e 20 mares para oferecer um relato inédito sobre histórias e vidas que se perdem na imensidão azul. Traficantes e contrabandistas, piratas e mercenários, ladrões de naufrágios, vigilantes conservacionistas e caçadores, pessoas que realizam abortos em alto-mar, despejadores ilegais de petróleo, escravos acorrentados e passageiros clandestinos à deriva. Com histórias de coragem e brutalidade, sobrevivência e tragédia, revela-se a rede global de crime e exploração vinculada às indústrias da pesca, do petróleo e da navegação, e da qual dependem inúmeras economias mundiais. O Brasil ganha destaque no capítulo que relata o embate entre companhias interessadas em perfurar o solo oceânico na costa do país e pesquisadores locais. Empresas que ganharam, em 2013, concessão do governo para explorar a área em busca de petróleo, mas voltaram atrás depois que o Greenpeace auxiliou os cientistas na realização de um estudo que provava a existência de recifes de corais na área ― um ecossistema vivo e rico que fornece proteção e alimentação a diversas formas de vida marinha.

 
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