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PublishNews 27/07/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Talita Facchini, 27/07/2021

O Booker Prize, um dos mais tradicionais prêmios literários do mundo, divulgou nesta terça (27) a lista com os 13 semifinalistas da sua edição de 2021. Entre os autores que disputam o prêmio de 50 mil euros está o Nobel de Literatura Kazuo Ishiguro com o livro Klara e o Sol, publicado por aqui pela Companhia das Letras. A obra fala sobre o significado do amor e do cuidado ao explorar a relação entre a Inteligência Artificial e o ser humano. Ishiguro já venceu o Booker Prize em 1989 e foi finalista outras três vezes. Autora da trilogia formada pelos livros Esboço, Trânsito e Mérito, publicados por aqui pela Todavia, Rachel Cusk também figura entre os 13 selecionados com seu novo livro Second place, que fala sobre amor, arte e sobre o que é preciso para viver uma vida livre. Outro destaque vai para a autora americana Patricia Lockwood. Seu livro No one is talking about this, descrito pelo júri como uma obra “brilhantemente engraçada sobre tragédia e sobrevivência” também figura entre os finalistas do Women’s Prize. A lista com os seis finalistas será anunciada no dia 14 de setembro e o vencedor no dia 3 de novembro. Em 2020, o vencedor foi o autor Douglas Stuart, com seu romance de estreia Shuggie Bain. Clique no Leia Mais para conferir a lista completa dos semifinalistas.

PublishNews, Redação, 27/07/2021

O Educativo Flip, projeto focado em atender as crianças e jovens de Paraty e do entorno, abriu chamado às editoras e autores independentes para envio de sugestões para a Flipinha 2021 - desdobramento da festa literária voltado para a literatura infantil e juvenil. Marcada para acontecer de 22 a 27 de novembro, a programação começa já no segundo semestre com a tradicional roda de conversa com escritores e ilustradores na Ciranda dos Autores. Para ampliar o formato participativo da curadoria do evento, 40 educadores se reunirão, nesse meio tempo, no Percurso Formativo Sementes, que promoverá leituras e análises de diversos autores e obras a fim de definir a programação da 19ª Flipinha. Assim, até o dia 6 de agosto, editoras e autores independentes poderão enviar exemplares de obras que indicam para a programação do evento, que se relacionem com o tema central deste ano: identidades, saberes e cosmogonias dos povos originários e comunidades tradicionais. “Apesar de prezar pela intergeracionalidade, neste ano, a prioridade será a primeira infância, além das obras que promovam a discussão do ensino da leitura para educadores”, explica Luis Filipe Pôrto, coordenador do Educativo Flip. Todos os livros recebidos serão avaliados e, após definição da programação, enviados para bibliotecas comunitárias de Paraty e outros espaços de leitura como doação. Os exemplares devem ser enviados aos cuidados de Denise Col / Flipinha, para o endereço Rua Pelotas, 523 - Apto. 34 (Vila Mariana - São Paulo / SP - CEP. 04012-002). Para mais informações é só entrar em contato pelo e-mail comunicacao1@flip.org.br.

PublishNews, Redação, 27/07/2021

Fundada em janeiro de 2020 com a missão de “democratizar a publicação e venda de livros”, a plataforma de autopublicação Uiclap acaba de receber um aporte da Poli Angels, associação de investidores-anjo fundada por ex-alunos da Escola Politécnica da USP que investiu R$ 2,2 milhões em oito startups em 2020. O aporte na Uiclap foi de R$ 664 mil que serão utilizados para ampliar as suas operações, com a meta de multiplicar o número de livros publicados até o final de 2022. O objetivo é atingir a marca de 23 mil títulos publicados por cerca de 15 mil escritores. “O que nos atraiu na Uiclap foi o potencial de transformar a lógica do mercado editorial, dando maior protagonismo a novos autores em um setor que apesar de muito fechado, movimentou R$ 5,2 bilhões em 2020”, explica Luciane Abramo, investidora que, ao lado de Fernando Montera, liderou o aporte na Poli Angels. Para saber mais sobre a Uiclap, clique aqui e leia matéria produzida pelo PN.

PublishNews, Redação, 27/07/2021

ABDL anuncia realização de edição presencial do seu Salão de Negócios para fevereiro de 2022 | © Elisangela Borges / DivulgaçãoA Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL) anuncia a realização da 19ª edição do seu Salão de Negócios. O evento que tradicionalmente reúne vendedores porta a porta, editores e distribuidores está programado para acontecer entre os dias 7 e 11 de fevereiro de 2022, na cidade paulista de Itu, em formato 100% presencial. O objetivo do evento é promover a produção e o comércio de venda de livros porta a porta e a valorização da imagem do vendedor deste segmento que vem passando por profunda transformação. A pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, realizada pela Nielsen a pedido da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), aponta que o porta a porta vem perdendo tração nos últimos anos. Em 2019, o setor, movimentou 4,3% do faturamento total apurado pela indústria editorial brasileira. Em 2020, por conta da pandemia, esse índice caiu para 2%. Até 2018, o setor aparecia como o terceiro principal canal de distribuição de livros no País. Editoras, varejistas, distribuidores, revendedores, gráficas, feirantes e outros profissionais do mercado editorial interessados em participar da convenção podem pedir mais informações pelo e-mail abdl@abdl.com.br ou pelo WhatsApp (11) 95848 2098.

PublishNews, Marisa Moura, 27/07/2021

E mais uma vez o telefone toca na agência literária fictícia criada por Marisa Moura. Na crônica dessa semana, a misteriosa atendente está preocupada: a agente comprou computador e telefone novos e o medo é que ela não será mais útil no negócio. "Você sabe onde a máquina entra o empregado é posto para fora. Vou ser mandada embora", diz ela na sua nova chamada. O que será que está acontecendo? Clique no Leia mais para conferir a coluna de Marisa Moura.

PublishNews, Redação, 27/07/2021

Museu Casa Guilherme de Almeida | © André HoffEssa semana, de 29 a 31, a Rede de Museus-Casas Literários de São Paulo – formada pela Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Casa Mário de Andrade – realiza o VI Encontro de Museus-Casas Literários. O evento buscará focalizar e repensar concepções e propósitos presentes nas linhas de atuação dos museus. Com o tema Museu e modernidade: revisão de conceitos e práticas, as mesas-redondas acontecerão pelo Zoom e contarão com profissionais de diversas instituições compartilhando ideias e experiências que contribuem para o papel sociocultural dos museus-casas. Serão discutidos ainda o desenvolvimento, definições, importância, alcances e perspectivas para o futuro desses espaços. As inscrições podem ser feitas clicando aqui.

PublishNews, Redação, 27/07/2021

Os recentes embates comerciais entre os EUA e a China, como a crise em torno do aplicativo TikTok, o debate sobre as causas da crise sanitária mundial provocada pela Covid-19 e a ofensiva do presidente norte-americano Joe Biden na reunião do G7 em junho, não deixam dúvidas que as duas potências estão em uma clara disputa econômica e política, que evidencia o avanço da influência do gigante asiático no Ocidente. Ao investigar as estratégias de ambos os países ao longo dos últimos anos, o acadêmico Kishore Mahbubani oferece em A China venceu? (Intrínseca, 368 pp, R$ 54,90 – Trad.: Bruno Casotti), uma análise sobre esta que já pode ser considerada a principal disputa geopolítica da primeira metade do século XXI. A partir da analogia com a Guerra Fria, o autor mostra como os papéis se invertem na disputa com a China. Agora os EUA surgem como uma potência inflexível, e a China, como a nova rival adaptável e pragmática. Entre outros elementos, ele ressalta a estagnação da potência norte-americana, a crença errônea do seu povo em sua superioridade inabalável e também o maior crescimento econômico da história da China nos últimos 40 anos como fundamentais para a mudança da balança de poder global.

PublishNews, Redação, 27/07/2021

Publicado pela FGV em parceria com a Escola de Relações Públicas e Internacionais (Sipa) da Universidade de Columbia e o Columbia Global Centers do Rio de Janeiro, o livro Corrupção e o escândalo da Lava Jato na América Latina (376 pp, R$ 60) quer contribuir para o entendimento desta operação ao separar as dimensões políticas do escândalo que abalou o Brasil das menos aparentes, porém mais importantes "lições aprendidas" da Lava Jato sobre o combate à corrupção. Nos 15 capítulos da obra organizada por Paul Lagunes, Fernanda Odilla e Jan Svejnar, 19 autores e autoras do Brasil e de outros países receberam o desafio de deixar de lado suas inclinações políticas para olhar novamente para este episódio. Os artigos, escritos em linguagem clara e acessível, consideram a questão da corrupção de uma forma que vai muito além de críticas e interpretações de procedimentos criminais e minúcias da aplicação da lei. No livro, a maior investigação contra a corrupção no mundo é analisada sob diferentes perspectivas, abarcando não apenas aspectos judiciais, mas também práticas cotidianas da corrupção sistemática e a forma como a política, a mídia e a administração operaram em tal contexto. Um webinar com a participação da organizadora e autores da obra, acontece logo mais, às 18h, no canal da FGV no YouTube.

“A literatura não existe para agradar, mas para mergulhar no que temos de mais obscuro.”
Tatiana Salem Levy
Escritora brasileira e colunista do Valor
1.
Mentirosos
2.
Vermelho, branco e sangue azul
3.
Atitudes extraordinárias
4.
Mais esperto que o diabo
5.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
6.
Escravidão -Vol 2
7.
Torto arado
8.
Negócios para criativos
9.
O poder da autorresponsabilidade
10.
A garota do lago
 
PublishNews, Redação, 27/07/2021

"O capital é um modo de produção na exata medida em que é um modo de destruição". Essa é a tese defendida pelos filósofos Éric Alliez e Maurizio Lazzarato na obra Guerras e capital (Ubu, 448 pp, R$ 94 – Trad.: Pedro Paulo Pimenta). Para dar conta do atual momento histórico, em que o caráter racista, nacionalista, machista e xenófobo dos novos fascismos redefine desigualdades e acentua polarizações, os autores propõem um experimento ousado: uma espécie de contra-história do capitalismo que toma a relação entre política e guerras como seu eixo. São "guerras", no plural, pois se desdobram em múltiplas dimensões da vida: guerra ecológica, guerra de raças, de gênero, de nacionalidades, guerra contra os estrangeiros, contra as mulheres, contra os indígenas, contra os pobres. Para os autores, o processo de acumulação primitiva do capital implica necessariamente a promoção de guerras civis infinitas, e a matriz comum a elas é a da guerra colonial, "que nunca foi uma guerra entre Estados, mas uma guerra em meio à população e contra ela, na qual nunca foram vigentes distinções entre paz e guerra, entre combatentes e não combatentes, entre o econômico, o político e o militar.

PublishNews, Redação, 27/07/2021

No século XX, milhões de pessoas em todo o globo se dirigiam umas às outras como “camarada”. Hoje, em círculos de esquerda é mais comum ouvir falar em “aliados”. No livro Camarada (Boitempo, 208 pp, R$ 55 – Trad.: Artur Renzo), Jodi Dean insiste no fato de que essa mudança exemplifica o problema fundamental da esquerda contemporânea: a sobreposição da identidade política a uma relação de pertencimento político que precisa ser construída, sustentada e defendida. Neste ensaio com recortes e análises originais, Dean oferece aos leitores uma teoria da camaradagem. Camaradas são pessoas que se encontram de um mesmo lado de uma luta política. Unindo-se voluntariamente por justiça, sua relação é caracterizada por disciplina, coragem e entusiasmo. Analisando o igualitarismo da figura do camarada à luz das diferenças de raça e gênero, Dean recorre a um leque de exemplos históricos e literários, como os de Harry Haywood, C. L. R. James, Aleksandra Kollontai e Doris Lessing. Eis um livro curto que articula história, psicanálise e filosofia.

 
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