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PublishNews 28/06/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 28/06/2021

A Lista Nielsen PublishNews, aquela que apura os autores nacionais mais vendidos em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento do Brasil, veio recheada de novidades em maio. A Lista de Ficção, casa de grandes clássicos da literatura nacional, veio também mostrar caras novas da nova literatura brasileira. Itamar Vieira Jr. ocupa a primeira posição com o seu Torto arado (Todavia). Mas o destaque vai para Igor Pires, do coletivo Textos Cruéis Demais. Ele aparece em três posições da categoria, incluindo o terceiro lugar, ocupado pelo estreante Todas as coisas que eu te escreveria se pudesse (Globo Alt). Outra que está com livro novo na praça é Aline Bei. O seu Pequena coreografia do adeus (Companhia das Letras) fechou o mês na 16ª posição de Ficção. Pra mostrar que nem só de novidades vive o time de estreantes de Ficção, a edição de Dom Casmurro, de Machado de Assis, publicada pelo selo Príncipis (Ciranda Cultural), aparece na posição de número oito. Não Ficção trouxe quatro estreantes. O destaque aparece na 19ª posição: Tchau, querida: o diário do impeachment (Matrix), do ex-deputado Eduardo Cunha e sua filha Danielle Cunha. Logo acima dele, na 18ª, aparece Tem que vigorar! (Globo), do queridinho Gil do Vigor. E nessa sequência inversa, na 17ª, aparece a cartilha Caminho suave (Caminho Suave/Edipro), de Branca Alves de Lima. O quarto estreante não é exatamente uma novidade. Ideias para adiar o fim do mundo (Companhia das Letras), de Ailton Krenak ganhou nova edição e já veio parar no ranking, ocupando a posição de número 12. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da Lista Nielsen PublishNews.

PublishNews, Redação, 28/06/2021

Neste mesmo dia 28 de junho, só que de 1969, depois de uma violenta abordagem policial ao bar Stonewall Inn, um grupo de homossexuais fez um levante que repercutiu nos dias seguintes, gerando mobilizações em diversos pontos da cidade de Nova York. O episódio marcou a história do movimento hoje conhecido como LGBTQIA+. No ano seguinte, nessa mesma data, acontecia a primeira Parada do Orgulho Gay de Nova York e, de lá, o movimento se espalhou para o mundo. Hoje a data é comemorada mundialmente como o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+. O PublishNews também celebra a data e convidou duas jovens profissionais do mercado editorial para compor a 171ª episódio do Podcast do PublishNews: Kaya Adu Pereira, assistente editorial da Parábola Editorial, e Yala Araújo, livreira da gato sem rabo. Na conversa com a nossa equipe, elas alaram sobre suas vivências, sua relação com os livros e como foram recebidas pelo mercado editorial e livreiro. O tema relacionado à diversidade (de temas, personagens e a da mão-de-obra empregada pelo setor) perpassou toda a conversa. O Podcast do PublishNews é um oferecimento da MVB, a empresa que torna os seus livros visíveis com serviços como Metabooks e Pubnet, e da UmLivro, novo modelo de negócios para o mercado editorial: mais livros e mais vendas. Você também pode ouvir o programa pelo Spotify, iTunes, Google Podcasts, Overcast e YouTube ou clique no Leia Mais para ouvir o programa sem ter que deixar a página do PN.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 28/06/2021

As estatísticas apontam crescimento do consumo de audiobooks, podcasts e e-books, no mundo e no Brasil. Os motivos são vários: as gerações multitarefas justificam o título enquanto ouvem um livro, a possibilidade de aceleração a voz da narração (e encurtar o tempo de escuta), a praticidade dos fones de ouvido que permitem ouvir o conteúdo em qualquer lugar, e não ser necessário espaço para guardar uma biblioteca de audiobooks ou e-books. Essa é a ponta do iceberg de consumo desses novos tipos de livros. Por trás desses produtos existem novas regras de elaboração e edição, e a lente se dirige aqui para o contrato de edição de audiobooks e e-books. O livro pode ser narrado com qualquer voz? Humana ou sintetizada? Como é o contrato do narrador com a editora? É possível comercializar uma edição de audiobook, se a seguinte é publicada por outra casa editorial, com outra voz? O conteúdo do livro digital pode diferir do impresso? Essas indagações são respondidas pelos contratos entre autores, agentes, editoras e narradores, no primeiro caso sob o ângulo da voz. À medida que as novas tecnologias e modalidades editoriais vão surgindo, os contratos vão retratando as alterações regulamentadoras dos direitos decorrentes dessas inovações. Assim, num recente contrato celebrado com editora norte americana, foi determinado, quanto à narração do audiobook, que o direito transmitido era o de leitura sequencial reproduzindo (emulating) o texto impresso. Leitura não sequencial, dramatizada ou enriquecida, melhorada (enhanced) não era objeto do contrato. Em outro contrato é especificando que a edição digital deve corresponder a uma versão homotética da edição impressa (“an homothetic version of the Printed Edition”), no sentido reprodução fiel do texto principal (cf. homotetia), ou “verbatim” (palavra por palavra) salvo termos decorrentes da adequação da tradução. Óbvio, a meu ver, que vem por aí a leitura teatral, tipo rádio novela, com várias vozes, e o mercado produtor está se preparando para essa etapa, limitando os atuais contratos a versões simples de audiobooks e livros digitais. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra do artigo de Gustavo Martins de Almeida.

PublishNews, Redação, 28/06/2021

Faleceu nesse domingo (27), aos 69 anos, o escritor e jornalista Artur Xexéo. Ele foi diagnosticado há apenas duas semanas com um linfoma e sucumbiu na sua luta contra a doença. Xexéo deixa o marido, Paulo Severo, com quem viveu por 30 anos. Colunista do jornal O Globo e comentarista da GloboNews, ele também teve passagens pela Veja e Jornal do Brasil, e desde 2015, participava da transmissão do Oscar na Globo. Entre os seus livros estão Janete Clair: a usineira de sonhos, O torcedor acidental (crônicas) e Hebe, a biografia. Escreveu ainda, junto com Carlos Heitor Cony e Heródoto Barbeiro, Liberdade de Expressão. O Valor noticiou que a Livraria Leitura, de Minas, agora é a maior do país. Com 94 lojas, a mineira avança em espaços deixados por concorrentes como Livraria Cultura e Saraiva, ambas atualmente em recuperação judicial. Marcus Teles, diretor da rede, será o segundo entrevistado do Sabatina PublishNews. Evento acontece nesta terça, às 17h, e será transmitido pelo YouTube do PublishNews. O Estadão informou que os ghost-writers veem a demanda crescer com a ascensão de influenciadores. Livros de memórias, homenagens a familiares e histórias empresariais também são serviços comuns para escritores de aluguel. Funciona assim: alguém contrata um ghost-writer, transmite a ele o conteúdo do livro que gostaria de ver pronto e é o profissional quem vai transformar toda aquela informação bruta em texto. Ao final do processo, o contratante fica livre para comercializar ou distribuir o livro como sua própria obra. Clique no Leia mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 28/06/2021

Morreu neste fim de semana o editor Carlos Alberto Andreotti, da LCT. Ele sofreu de complicações cardíacas decorrentes da infecção por covid-19, segundo informou o amigo Breno Lerner. Andreotti era engenheiro e abriu, há 30 anos, a LCT, incialmente para publicar livros relacionados à computação. Publicou, por exemplo, Programação e processamento computadores eletrônicos, de Augusto de Vasconcelos; e Introdução à organização de computadores, de Mário Monteiro. Depois diversificou seu catálogo publicando também livros de gastronomia, uma de suas paixões declaradas. Nessa área, foi autor dos livros Pasta e Café (vencedor do Jabuti em 2013), em coedição com a Melhoramentos. “Carlos era uma pessoa muito querida e profissional competente do nosso meio”, disse o Jairo Fridlin, da livraria e editora judaica Sêfer. “Foi mestre de muitos designers e editores, do tipo que dividia seus conhecimentos sem parcimônia. Não conheço quem, após trabalhar com ele, não se tornasse seu amigo”, completou. “Carlos, antes de qualquer coisa foi um bom amigo. Quando trabalhamos juntos na coedição de Café e Pasta ensinou-me a enxergar a edição de livros de gastronomia por uma nova ótica. Ainda me lembro de sua enorme alegria quando fomos juntos receber o World Cookbook Award que o livro Café ganhou em Paris", comentou Breno. Em dezembro passado, Carlos já tinha perdido a esposa, também, para a covid.

PublishNews, Redação, 25/06/2021

Para comemorar o seu 114º aniversário, o Grupo Editorial Pensamento lançou no último mês, o Iluminados, um clube de assinatura de livros voltado para a literatura do bem-estar e do equilíbrio entre corpo, mente e espírito. Com o objetivo de oferecer aos leitores uma experiência completa quando o assunto é autoconhecimento, o Iluminados envia mensalmente à casa do assinante um livro de referência – seja um livro raro e difícil de encontrar ou um lançamento – de temas como esoterismo, espiritualidade, autoajuda, psicologia, sabedoria oriental e saúde com terapias alternativas. Cada obra vem com sobrecapa exclusiva, um brinde temático e conteúdos complementares elaborados por especialistas em cada tema, para auxiliar a expansão da mente e da consciência do leitor. Os assinantes terão, ainda, desconto de 30% em todo o catálogo da editora, comprando diretamente do site do Grupo Editorial Pensamento. Os kits são enviados a partir do dia 11 de cada mês e podem ser contratados até o último dia do mês anterior. O assinante pode optar ainda pela contratação mensal (R$ 79,90) ou anual (R$ 69,90).

PublishNews, Redação, 28/06/2021

Elvis & Madona (Bazar do Tempo, 180 pp, R$ 55) é um caso raro de sucesso duplo. Lançados em 2010, o livro de Luiz Biajoni e o filme de Marcelo Laffite marcaram toda uma geração, apresentando a história de amor da travesti Madona e da motoboy lésbica Elvis, no universo de sonhos, desejos e violência de Copacabana. Ambos ganharam a atenção do público e da crítica, e o filme ainda ganhou diversos prêmios em festivais mundo afora. O enredo de Luiz Biajoni – que combina aventura romântica e trama policial – ganha edição comemorativa pela Bazar do Tempo dez anos depois de seu lançamento. Para tanto, o romance passou por algumas adaptações de terminologia LGBTQIA+ feitas em parceria com a Mezcla Diversidade, consultoria especializada em comunicação justa. O autor contou também com o auxílio de Amara Moira, doutora em literatura e ativista trans, no ajuste de algumas cenas. O romance também tem sua versão em audiobook pela Storytel, com narração da atriz trans Carol Marra.

PublishNews, Redação, 28/06/2021

Felix para sempre (Nacional, 288 pp, R$ 49,90 - Trad.: Vic Vieira) é um livro que aborda a temática da tranxesualidade e do racismo. Nele, Felix Love nunca se apaixonou, o que ele considera uma ironia, já que seu sobrenome significa amor. Tudo o que ele mais quer é entender o sentimento de se apaixonar, de se dedicar por inteiro a alguém. Ele também gostaria de saber a razão de isso parecer tão fácil para todos, exceto para ele. Embora tenha orgulho de sua identidade, no fundo Felix receia ser marginalizado por ser negro, queer e transgênero, motivo suficiente para afastá-lo de seu felizes para sempre. Quando um estudante anônimo expõe fotos antigas de Felix antes da transição e começa a atacá-lo com mensagens transfóbicas, Felix cria um plano de vingança contra a única pessoa de quem suspeita. O que ele jamais conseguiria imaginar é que esse plano o colocará no meio de um quase triângulo amoroso que o fará questionar o que sente sobre as pessoas que o rodeiam. Enquanto tenta equilibrar o plano de vingança e a confusão de sentimentos, Felix empreende uma jornada de questionamentos e autodescobertas. Escrito por Kacen Callender, Felix para sempre foi a obra vencedora do prêmio Stonewall Honor Book e finalista do Goodreads Choice Awards; e o autor foi premiado pelo National Book Award.

“Pra mim, a literatura é uma forma de produzir prazer.”
Yala Araújo
Livreira da Gato sem Rabo
1.
Desobedeça
2.
Box - O essencial Sherlock Holmes
3.
A garota do lago
4.
A revolução dos bichos
5.
Mais esperto que o diabo
6.
Escravidão -Vol 2
7.
Do mil ao milhão
8.
Torto arado
9.
O poder da autorresponsabilidade
10.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
 
PublishNews, Redação, 28/06/2021

A obra Trans - histórias reais que ajudam a entender a vida das pessoas transexuais desde a infância (Globo Livros, 232 pp, R$ 39,90), dos jornalistas Renata Ceribelli e Bruno Della Latta é baseada na série Quem sou eu?, do Fantástico, que ganhou o prêmio Vladimir Herzog, dado às melhores produções jornalísticas que tratam do tema da anistia e dos Direitos Humanos. Dois anos após o fim da série, Renata e Bruno procuraram os personagens e atualizaram as histórias que reúnem neste livro. A obra, portanto, é um extenso trabalho jornalístico de pesquisa, apuração e entrevistas que busca mostrar ao leitor a realidade e a vida dessas pessoas. "Montamos um retrato das pessoas que questionam seu gênero hoje, com todos os seus conflitos, seus dramas, suas lutas, suas derrotas e suas vitórias", explica Bruno.

PublishNews, Redação, 28/06/2021

Ao longo de mais de duas décadas, Alison Bechdel, autora da premiada graphic novel Fun Home, levou a vida de Mo, Lois, Ginger, Sparrow e de suas amigas a dezenas de jornais. Com um elenco composto quase todo de mulheres lésbicas, Perigosas sapatas foi um marco, abrindo caminho para uma geração de artistas que trouxe diversidade e renovou a cena dos quadrinhos americanos. Narrada como uma novela ilustrada, a história se passa em tempo real: as personagens se conhecem, se apaixonam, atam e desatam relacionamentos, trocam de empregos, envelhecem, e suas vidas ao longo de 20 anos refletem as mudanças sociais, culturais e políticas dos EUA. É como Sparrow, a ex-hippie convertida ao ateísmo que se identifica como lésbica bissexual e se envolve com o Stuart Goodman, com quem tem um filho. Ou Lois, a drag king ativista às voltas com Janis, sua enteada trans. Ou ainda a própria Mo, a verdadeira protagonista do livro, que precisa conciliar o emprego numa livraria, a carreira acadêmica, a militância e a vida amorosa. Perigosas sapatas acompanha esse grupo de acadêmicas, assistentes sociais, livreiras, ativistas políticas e artistas. Selecionadas pela autora, as tiras de O essencial de perigosas sapatas (Todavia, 416 pp, R$ 69,90 – Trad.: Carol Bensimon) dão a medida do escopo do trabalho de Bechdel. São dezenas de tramas que se encontram e se desencontram, num complexo painel humano repleto de humor, amor e comentário social.

 
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