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PublishNews 17/03/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há 14 anos no mercado, representa cerca de 400 editoras do comércio varejista de livros. Tem aproximadamente 820 mil títulos em estoque, e cerca de 400 novos títulos ao mês.
PublishNews, Tomaz Adour*, 17/03/2021

Na semana em que completamos um ano da oficialização do confinamento da pandemia do coronavírus, os editores receberam uma carta simpática da Amazon solicitando o aumento dos descontos dos livros para 58% e uma contribuição de marketing de mais 5%, de forma a incrementar as vendas das editoras na maior plataforma de comércio eletrônico mundial. Vários grupos de editores receberam o comunicado estarrecidos e concordaram em não aceitar essas condições, que inviabilizaria a sobrevivência de vários pequenos e médios editores depois de um ano de sofrimento sem quase vendas presenciais em lançamentos, livrarias e feiras. Esses editores menores fazem edições de altíssimo nível e contribuem para a bibliodiversidade no país. Livros que jamais seriam lançados por editoras acostumadas a tiragens de milhares de exemplares agora têm espaço, em edições de algumas centenas de exemplares, com possibilidades de reimpressão. É importantíssimo considerar que essas edições têm o custo de edição equivalente ao de produção de um livro com tiragens muito maiores. E o pequeno editor precisa vender essa pequena tiragem para poder reimprimir e investir em novos títulos. Com um desconto de capa em torno de 60%, como propõe a Amazon, e pagando direitos autorais, custos de edição, impressão, tributos e frete, o editor fica com menos de 10% como margem, e isto se vender tudo. Não há espaço para mais descontos. Clique no Leia Mais e confira a íntegra do artigo de Tomaz Adour, presidente da Liga Brasileira de Editores (Libre).

PublishNews+, Redação, 17/03/2021

Nessa semana, o Radar de Licitações traz dois editais. O primeiro prevê a contratação de empresa especializada em tradução profissional de textos jurídicos (português, inglês e espanhol) e o segundo, a aquisição de 344 diferentes títulos de obras literárias e técnicas para compor acervo de instituição de ensino superior. O Radar de Licitações é um serviço exclusivo para assinantes do PublishNews+ realizado em parceria com Natália Vieira. Para mais informações, clique aqui.

PublishNews, Redação, 17/03/2021

O Escritório do Livro da Embaixada da França no Brasil está com as inscrições abertas para o Programa de Apoio à Publicação Carlos Drummond de Andrade (PAP-CDA), que tem como objetivo oferecer apoio à tradução das obras francófonas no Brasil. Até o dia 24 de março, as editoras podem inscrever suas obras que devem ser publicadas entre o mês de abril até o dia 10 de setembro deste ano. O dossiê enviado deve conter uma carta de pedido oficial do editor brasileiro, apresentando os argumentos que legitimem o apoio; o catálogo da editora em PDF, ou lista dos livros de autores franceses já publicados pela editora; orçamento em reais referente aos custos de produção do livro, especificando as diversas despesas; texto de apresentação e currículo do tradutor; cópia do contrato de cessão de direitos com a editora francesa, assinado; exemplar do livro francês em PDF; cópia do contrato entre a editora brasileira e o tradutor, mencionando o valor da tradução previsto e a ficha preenchida Fiche PAP CDA 2019. Os documentos devem ser enviados para o e-mail scac.sp.livre.audiovisuel@gmail.com e para mais informações é só escrever para vincent.zonca@diplomatie.gouv.fr. A comissão irá se reunir no final de março e um e-mail com o resultado será enviado alguns dias depois.

PublishNews, Redação, 17/03/2021

A LC Agência de Comunicação abriu uma vaga para coordenador de comunicação para atuar no escritório localizado em Jaraguá do Sul, Santa Catarina, com possibilidade de trabalho em home office nos primeiros meses. Para o cargo, é preciso conhecimento avançado em inglês, e experiência em assessoria de imprensa e/ou no mercado editorial por, no mínimo, cinco anos. As funções da vaga incluem acompanhar todos os processos e pautas do time de assessoria de imprensa da LC, fazer o plano estratégico das campanhas de marketing das editoras e autores, relatórios e análise dos resultados de mídia e atuar também na otimização dos processos internos e no atendimento ao cliente. Os interessados devem enviar currículos com pretensão salarial para o e-mail contato@lcagencia.com.br.

PublishNews, Redação, 17/03/2021

A Festa Literária Pirata das Editoras Independentes (Flipei), que normalmente é realizada à margem esquerda do rio Perequê-Açu em Paraty, acontecerá este ano de forma totalmente on-line entre os dias 18 e 28 de março, em homenagem aos 150 anos da Comuna de Paris. Com o tema Livros e comunas para novos futuros, a edição terá 56 horas de programação virtual, com direito a conferências, bate-papos, apresentações musicais e a feira do livro, que abarca 95 editoras independentes. A Flipei 2021 contará com a presença de intelectuais, ativistas e artistas, como Rita Von Hunty, padre Júlio Lancellotti, Preta Ferreira, Vladimir Safatle, Raquel Rolnik, Orlando Calheiros, Ava Rocha, Dani Mussi, Slam da Guilhermina e Cabaré Feminista e muito mais. Entre os autores internacionais, estão nomes como Kristin Ross, Daniel Cohen, Atilio Borón, Mark Bray, Peter Gelderloos, Julieta Paredes e Toumani Kouyaté. As conversas irão abordar temas urgentes, como a pandemia, a crise climática, as comunas latino-americanas, o atual estágio das lutas antifascistas até a legitimidade da violência revolucionária de Marighella e dos Panteras Negras. A Flipei também terá este ano uma programação voltada para o público infantil intitulada Pestinhas e nenéns. A programação completa do evento você confere no site da Flipei e todas as mesas serão transmitidas pelo canal da feira no YouTube.

PublishNews, Redação, 17/03/2021

Nesta quinta-feira (18), começa a primeira edição do ano da Festa Internacional de Literatura da Mantiqueira (Flima) e da Fliminha. Homenageando Lygia Fagundes Telles, o evento irá reunir 31 convidados que atuam em campos diversos da literatura, música, artes e ciências. Ao todo serão 10 mesas e três saraus. “Nossa programação questiona o lugar da literatura, da arte e do debate de ideias nesse contexto de ar rarefeito”, explica Roberto Guimarães, curador da Flima. A primeira mesa acontece às 15h, com José Eduardo Agualusa e Gregório Duvivier conversando sobre qual o papel da literatura para entender as complexidades do mundo e sobre como se dá a relação entre língua, pensamento, conhecimento e realidade. Às 19h, Flavia Rios conversa com Adriana Ferreira sobre a atualidade de Lélia Gonzalez e na última mesa do dia, às 21h, Ryane Leão fará uma apresentação poética. Todas as mesas serão gratuitas e transmitidas ao vivo pelo canal do YouTube da Flima e continuarão disponíveis após o encerramento. Além da programação adulta, serão realizadas 10 atividades para crianças, famílias e educadores, pela Fliminha. A programação completa, que reunirá nomes como Eric M. B. Becker (EUA) e Inês Oseki-Dépré (Brasil/França), Natalia Timerman, Giovanna Madalosso, Maria José Silveira, Antônio Xerxenesky, Fido Nesti, Ricardo Lísias, Roger Mello e Roseana Murray, você confere clicando aqui.

PublishNews, Redação, 17/03/2021

Em setembro de 1654, um grupo de 23 refugiados desembarcou em Nova Amsterdam, colônia holandesa na costa oriental da América do Norte. Eram homens e mulheres, adultos e crianças, possivelmente sobreviventes de uma odisseia iniciada meses antes nas praias de Pernambuco. Exaustos, esfarrapados e sem dinheiro, fugiam da Inquisição, reavivada nas capitanias do Nordeste depois da vitória luso-brasileira na guerra contra a ocupação holandesa. Os primeiros judeus da ilha de Manhattan, assim como seus parentes e antepassados sefarditas ibéricos, enfrentaram uma sucessão dramática de dificuldades e privações até encontrar a terra prometida no Novo Mundo. Seguindo a trilha de religiosos e intelectuais ilustres, mas também de lavradores e mascates quase anônimos, Lira Neto conta em Arrancados da terra (Companhia das Letras, 424 pp, R$ 84,90) sua incrível saga de fé, resistência e esplendor cultural, e faz assim também uma história narrativa e colorida da ocupação holandesa do Nordeste. Com rigor histórico, o autor da trilogia Getúlio entrelaça as biografias desses judeus pioneiros à crônica de grandes acontecimentos que ajudaram a moldar o Brasil e a América.

PublishNews, Redação, 17/03/2021

Para muitos, a segunda guerra mundial se resumiu aos campos de batalha na Europa e Ásia. No entanto, o mundo inteiro foi envolvido no sangrento duelo, com dezenas de países participantes durante as diversas fases do conflito. Recursos básicos para exércitos como tropas, armas, combustível e alimentos foram obtidos em grande parte na América Latina e, claro, no Brasil. É o que mostra a repórter Mary Jo McConahay em América Latina sob fogo cruzado (Seoman / Pensamento, 392 pp, R$ 66 - Trad.: Mário Molina). Em suas coberturas de guerra visitou 70 países e viajou por todo o continente latino e preenche uma lacuna crucial da época: a partir dos anos 1930 – tanto os países do Eixo quanto dos Aliados – estavam bem cientes, não apenas da necessidade de controlar o viés ideológico de seu povo, mas também os recursos estratégicos, e de suma importância, da América Latina. Nesse movimento, residentes de muitos países foram capturados para serem trocados por prisioneiros de guerra dos EUA. Com riqueza de detalhes, a autora revela como a Europa, a Ásia e o norte da África foram atraídos para a guerra e como os dois lados recorram à América Latina para alimentar os conflitos.

“Sempre é bom revisitar uma obra clássica.”
Leandro Karnal
Historiador brasileiro em coluna do Estadão
1.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Excelência para obstinados
4.
Torto arado
5.
Pense simples
6.
O duque e eu
7.
Mindset
8.
Atitude positiva diária
9.
Minha história
10.
A coragem de ser imperfeito
Box Harry Potter
 
PublishNews, Redação, 17/03/2021

O ano de 2019 foi marcado pelas imagens da catedral mais famosa do mundo em chamas. Cenas tão intensas que provocaram uma sensação de perda até entre não religiosos. O colapso do pináculo, testemunhado por milhares de pessoas, sinalizou o fim de uma obra-prima da arquitetura que se tornou um ícone de Paris. Para Agnès Poirier, o ocorrido foi mais do que um incêndio em um ponto turístico, pois abalou certezas. Afinal, se um monumento que sobreviveu às guerras e invasões por quase um milênio podia desabar de uma hora para a outra, o que isso nos diz sobre a história da humanidade? Será que a fraternidade, a liberdade e a igualdade também não poderiam ser consumidas pelo fogo? Em Notre-Dame: A alma da França (DBA, 240 pp, R$ 79,90 – Trad.: Ana Guadalupe), a tragédia de 2019 é ponto de partida para uma investigação acerca do surgimento da catedral e das inúmeras mudanças pelas quais passou, dissolvendo a ideia de que Notre-Dame sempre existiu daquela maneira. Pelo contrário, ao longo de séculos sofreu ataques, destruições, reformas e ampliações. Aliando uma escrita que mescla o jornalismo literário à pesquisa acadêmica, Poirier convida o leitor para um percurso de 850 anos na história da catedral que sempre foi muito mais do que apenas um espaço litúrgico.

PublishNews, Redação, 17/03/2021

Orixás no terreno sagrado do samba (Fundamentos do Axé / Aruanda, 224 pp, R$ 39,90) é uma narrativa sobre duas manifestações que sempre dialogaram: religiões afro-brasileiras e escolas de samba. Na obra, a jornalista e autora Claudia Alexandre sugere um “olhar desfragmentado” sobre a presença das tradições de matrizes africanas em expressões culturais, que ajudaram a construir o que chamamos de identidade nacional. Ao longo do tempo, o que era uma forma de perceber o mundo foi sofrendo rupturas provocadas por interpretações e ações hegemônicas, o que inclui o assombro da indústria cultural e as violências da intolerância religiosa. Desse modo, a obra também evoca a ancestralidade para mostrar como outras linguagens e outras expressões foram reinventadas em redes de pensares, saberes, fazeres e negociações, que driblaram todas as tentativas cruéis de se fazer esquecer um passado ou para eliminar sujeitos de sua própria história. O prefácio foi escrito pelo Dr. Vagner Gonçalves da Silva e a apresentação é de Thobias da Vai-Vai.

 
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