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PublishNews 25/02/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há 14 anos no mercado, representa cerca de 400 editoras do comércio varejista de livros. Tem aproximadamente 820 mil títulos em estoque, e cerca de 400 novos títulos ao mês.
PublishNews, Leonardo Neto, 25/02/2021

Flávia Bomfim é a única brasileira entre os ganhadores do Nami Concours 2021 | © Redes sociais da autoraHá uma ilha inteira na Coreia do Sul dedicada à literatura infantil. É a Nami Island, criada por Minn Byeong-do, fundador também da primeira editora no país. Ali, acontece, a cada dois anos e desde 2013, o Festival Internacional do Livro Infantil. Uma das principais atrações do festival é a entrega do prêmio Nami Councours, que dá reconhecimento ao trabalho de ilustradores de diversas partes do mundo. Nesse ano, os trabalhos foram submetidos a um júri internacional composto por Piet Grobler (África do Sul), Sung-ok Han (Coreia do Sul), Yukiko Hiromatsu (Japão), Klaas Verplancke (Bélgica) e Anastasia Arkhipova (Rússia). A russa Viktoria Semykina ganhou o prêmio principal por François Truffaut: The child who loved cinema. Ela receberá, além da placa, um prêmio de US$ 10 mil. Além do prêmio principal, há outras três categorias: Golden Island (US$ 5 mil), Green Island (US$ 2 mil) e Purple Island. Na Green Island, aparece a baiana Flávia Bomfim (na foto ao lado), com o trabalho O adeus do marujo. Todos ganhadores e finalistas participam do catálogo do festival desse ano, cuja data ainda não foi divulgada. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 25/02/2021

Sala onde serão realizadas as atividades culturais | © Alexsandro CalixtoIdealizada por um livreiro, um artista visual, um jornalista e uma bancária, nasceu há pouco tempo, a Casa Suja, movimento que pretende ocupar um espaço para transformá-lo através da memória, literatura e arte. Nesse projeto, Adalberto Ribeiro – o Beto da Livraria Simples –, Rafael Calisto, João Pejan e Olívia Marco pretendem ocupar a Savré, centro cultural criado por moradores do bairro da Vila Ré, na Zona Leste de São Paulo, nos anos 1950 que abrigou inúmeros eventos culturais e promoveu a sociabilidade entre os moradores do bairro. A ideia é transformar o espaço onde sempre funcionou a Savré, em uma Casa de Cultura, com atividades voltadas para preservação da memória do bairro. Dentre os principais objetivos estão a criação de uma biblioteca e a instalação de uma livraria popular, com venda de livros novos a preço de custo e usados para troca; a criação de um espaço integrado ao jardim, dedicado à memória do bairro e das pessoas; e a instalação do ateliê para exposições e oficinas de arte gratuitas. Em conversa com o PublishNews, Beto explicou que o livro entra como uma das fones de sustentação econômica do espaço. "Vamos vender os livros a partir do preço de custo pra quem mora na região para tornar mais acessível para eles e vamos sugerir uma porcentagem a mais, de 30% para poder manter o lugar, isso se a pessoa puder e quiser", explicou. Para viabilizar o projeto, a Casa Suja criou um financiamento coletivo no Benfeitoria que já está nos últimos dias. Quem apoiar o projeto tem direito a vale-compras na Livraria Simples, adesivos, participação em oficina de fotografia e até um bike tour pela cidade. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews+, Jaime Mendes, 25/02/2021

Furgão da Fundação Calouste Gulbenkian levavam livros até as casas dos portuguesesPortugal tem 308 municípios. Somente em cinco deles (1,62%) – Alzejur, Marvão, Terras de Bouro, Vila Viçosa e Calheta (São Jorge, Açores) – não existe um serviço de biblioteca. A existência da biblioteca traz intrinsicamente a ideia de um serviço a que a população tem direito. Em 1997, essa rede tinha somente 164 bibliotecas. Esta realidade começou a ser desenvolvida em 1958 com a criação e manutenção, por parte da Fundação Calouste Gulbenkian, das Bibliotecas Itinerantes, que circularam por Portugal até 2002. No dia 11 de janeiro desse ano, a Associação Portuguesa de Bibliotecários, enviou uma carta aberta à ministra da Cultura Graça Fonseca, pedindo a continuidade dos serviços, ainda que de forma reduzida. Não houve retorno por parte da ministra. Dois dias depois, foi publicado um decreto em que estipulava o fechamento das bibliotecas. A entidade insistiu mais uma vez. Deu resultado e o serviço iniciado durante o confinamento de 2020, quando várias bibliotecas criaram serviços de empréstimo domiciliário, voltou a ser disponibilizado. [Nota do editor: esta é a segunda contribuição de Jaime Mendes com o PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PN. Clique aqui para ter acesso à íntegra do artigo].

PublishNews, Roberto Azoubel*, 25/02/2021

No dia 6 de agosto do ano passado, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, sancionou a Lei nº 16.991, que institui uma nova Política Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas. A “caneta” de Câmara consagrou uma luta empreendida pelo setor que durou cerca de 14 anos. Foi uma paciente espera. No entanto, uma espera forjada num belo processo democrático e republicano de construção política. A lei estadual acompanha, em conteúdo e estrutura, sua legislação equivalente na esfera federal, a Lei Nº 13.696 (conhecida como “Lei Castilho”), que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita. Esta, no seu artigo 4º, regulamenta o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), documento que estabelece diretrizes básicas para assegurar: a democratização do acesso ao livro; o fomento e a valorização da leitura; e o fortalecimento da cadeia produtiva do livro como fator relevante para o incremento da produção intelectual e o desenvolvimento da economia nacional. A lei estadual segue as mesmas diretrizes. Os planos estabelecem metas e ações do poder executivo para ciclos decenais, sempre construídas com a participação da sociedade civil. Esse modelo de atuação planejada em decênios é inédito entre todos os setores artístico-culturais de Pernambuco. Ele aponta para duas vantagens evidentes: os planos com essa duração temporal permitirão a continuidade das políticas para além de uma gestão governamental (que, no máximo podem chegar a oito anos); e, através deles, institui-se, pelo caráter desse tipo de documento, uma maior flexibilidade às necessidades da população e a adequação às mudanças da realidade, próprias do desenvolvimento da sociedade – planos podem ser avaliados e alterados ao longo dos seus percursos. [Clique no Leia Mais e confira a íntegra do artigo escrito por Roberto Azoubel, coordenador de Literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco].

PublishNews, Redação, 25/02/2021

Logo mais, às 17h30, acontece a cerimônia de posse da nova diretoria da Câmara Brasileira do Livro (CBL). Por encabeçar a chapa única, Vitor Tavares deverá ser reeleito para o biênio 2021/2023. A sua chapa, Juntos em defesa do livro, se apoia em quatro principais eixos: Racionalização permanente e avanço nos padrões de gestão da CBL; Relações com o governo; Cooperação mútua com entidades congêneres nacionais e estrangeiras e Autores, editores, livreiros e leitores. Também estão entre as metas da chapa monitorar os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional e que afetam o livro e o setor editorial e livreiro; atuar junto a municípios buscando a desoneração do IPTU de livrarias, como forma de estimular a abertura de novas lojas; apoiar ou organizar feiras em diversas cidades brasileiras. Os vice-presidentes seguem sendo Diego Drumond (Faro Editorial) como vice-presidente administrativo e financeiro; Luciano Monteiro, responsável pela comunicação, e Hubert Alquéres como vice-presidente secretário. Confira no Leia Mais, a lista completa da diretoria e veja como acompanhar a posse.

PublishNews, Redação, 25/02/2021

A convite do Litterae, festival espanhol realizado pela Associação de Indústrias Culturais e Científicas, o Flipoços participa da programação, logo mais, às 13h (horário de Brasília), para apresentar sua experiência ao longo de 15 anos trabalhando em prol do livro, leitura e literatura no Sul de Minas Gerais. No ano passado, o Festival Literário Internacional de Poços de Caldas realizou uma edição virtual e lançou uma plataforma própria para o evento para favorecer o público e expositores. Para Gisele Ferreira, curadora do evento, a oportunidade de participar do Litterae abre um novo caminho de internacionalização e intercâmbios culturais e literários que o Festival tem realizado nos últimos dez anos em especial em Portugal e países de língua portuguesa e que agora pode ser expandido também para a Espanha. Em 2020, o Festival Litterae recebeu do Brasil o editor Antonio Erivan Gomes, da Editora Telos. A mesa com a participação de Gisele será transmitida pelo site do evento.

PublishNews, Redação, 25/02/2021

Em tempos de pandemia, são bem-vindas técnicas de bem-estar que promovam o equilíbrio e a redução do estresse. Atualmente, há uma crescente onda de pessoas sobrecarregadas e a própria Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente a síndrome de burnout – quando um indivíduo chega ao limite da exaustão mental e física. Mas como diminuir o ritmo ou simplesmente tirar um tempo para não fazer nada sem culpa? Em Niksen – Abraçando a arte holandesa de não fazer nada (Rocco, 192 pp, R$ 49,90 - Trad.: Ana Rodrigues), a autora Olga Mecking apresenta o conceito de niksen, palavra em holandês que significa “fazer algo sem utilidade e aproveitar o ócio”. Apoiada nas opiniões dos maiores especialistas do mundo em felicidade e produtividade, a jornalista examina a ciência subjacente ao niksen e como a prática de fazer menos pode muitas vezes render muito mais. O livro também traz ao final de cada capítulo perguntas para o leitor refletir, além de exercícios práticos para impulsionar sua criatividade, aumentar seu foco, melhorar seus relacionamentos e se tornar uma pessoa mais calma e feliz. Estre as sugestões estão não checar o celular enquanto estiver almoçando e ter intervalos no trabalho para não fazer nada.

PublishNews, Redação, 25/02/2021

Você já parou para pensar em como nosso cérebro funciona quando precisamos tomar uma decisão? Por trás de todas as nossas decisões existem processos mentais e psicológicos acontecendo, apesar de, frequentemente, fazermos escolhas das quais nem sempre estamos conscientes. Alexandra Strommer Godoi, doutora em Economia de Empresas, palestrante da Casa do Saber e professora da FGV, vem analisando há anos o modo como nós fazemos escolhas em diferentes áreas da vida e o que podemos fazer para tornar o processo de tomada de decisão mais fácil e escolher com mais sabedoria, sem cair em armadilhas inesperadas. Em Escolher bem, escolher mal (BestSeller, 350 pp, R$ 44,90), a autora apresenta os recursos necessários para não cairmos nessas armadilhas e os estudos que têm sido feitos por especialistas sobre o assunto em áreas como a psicologia cognitiva, a economia comportamental e a ciência da computação.

“É muito importante quando você dá a sorte de nascer numa casa que tem livros. Isso já é meio caminho andado.”
Sérgio Rodrigues
Escritor brasileiro em entrevista à BPP
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Afirmações positivas para mudar sua realidade
3.
A sutil arte de ligar o foda-se
4.
O duque e eu
5.
Do mil ao milhão
6.
O homem de giz
7.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
8.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
9.
O poder da autorresponsabilidade
10.
O visconde que me amava
 
PublishNews, Redação, 25/02/2021

O livro Despertar inspirado (Citadel, 176 pp, R$ 44,90) é resultado da iniciativa de dois amigos. Nos primeiros dias de abril de 2020, no início da quarentena, o professor Clóvis de Barros Filho decidiu usar a internet para comunicar o que lhe passava pela cabeça em cada amanhecer. Em um esforço para perseverar no próprio ser e encontrar positividade e motivação, sempre às 6h da manhã, ligava a câmera e falava consigo mesmo. Monja Coen, amiga de longa data, com a mesma frequência e assiduidade, assistia aos vídeos e lhe enviava mensagens com comentários aprofundando ainda mais as reflexões e, assim, entenderam que o conteúdo poderia ser ampliado e frutífero também em um livro. O livro foi substancialmente enriquecido, quando comparado aos vídeos, e se propõe exatamente ao que está no título, um despertar inspirador, ameno, prazeroso e alegre”, explica Clóvis. O sentido da vida, autoconhecimento, aprendizado, simplicidade, sabedoria e gentiliza são alguns dos temas discutidos na obra de maneira descontraída e ao mesmo tempo profunda.

PublishNews, Redação, 25/02/2021

A maturidade emocional é o que nos garante uma vida mais leve e plena, uma vida onde o problema não é o foco, mas sim uma nova oportunidade de amadurecimento. Em Maturidade emocional: Por que algumas pessoas agem como adultas e outras não? (Paidós / Planeta, 176 pp, R$ 39,90), o psicólogo Frederico Mattos mostra que compreender a maturidade emocional é fundamental para o autoconhecimento e para o entendimento do outro, ajudando a decifrar os bastidores de comportamentos considerados problemáticos e até julgados impiedosamente. O autor apresenta conceitos para entender como construir a maturidade emocional, respondendo perguntas como: o que são as emoções? Como você lida com sentimentos difíceis? Como compreender e acolher suas emoções para ter uma vida mais equilibrada? Dividido em três partes, o livro começa pelos conceitos e pela forma como as emoções operam, passando pela análise da imaturidade em diferentes contextos, até chegar à maturidade emocional, identificando seus pilares e como é possível desenvolvê-la ao longo da vida.

 
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