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PublishNews 30/11/2020
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Um agregador digital como a Bookwire, com tecnologia de ponta, informações ágeis e um painel de controle completo é fundamental para o sucesso de sua editora e de seus e-books. E agora toda esta tecnologia está disponível no Brasil.
PublishNews, Leonardo Neto, 30/11/2020

Varejo de livros dá um salto em outubro | © Cris Vieira / Divulgação - Livraria do ComendadorNo último dia 18, o PublishNews trouxe uma matéria intitulada "Varejo de livros cada vez mais perto de alcançar os números de 2019". No artigo, estavam os resultados do Painel do Varejo de Livros no Brasil de outubro, realizado pela Nielsen em parceria com o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Agora, a GfK, que também realiza um relatório semelhante, só que ao lado da Associação Nacional de Livrarias (ANL), também trouxe os resultados referentes ao período de 28 de setembro a 8 de novembro. O que se lê nos dados é que, de janeiro a outubro, o varejo de livros vendeu 39 milhões de unidades, apurando faturamento de R$ 1,68 bilhão. Na comparação com igual período de 2019, os números ainda estão negativos, mas muito próximos de se alcançar os apurados no ano passado. Em volume, a perda é de 1% e, em valor, de 3%. O crescimento expressivo apontado em outubro – 35% no número de exemplares e 30% no faturamento – ajudou nesse desempenho anual. No mês, foram vendidas 5,4 milhões de unidades e os estabelecimentos monitorados pelo instituto de pesquisa registraram faturamento total de R$ 209 milhões. Em outubro do ano passado, esses números eram 4 milhões de unidades e R$ 161 milhões em faturamento. O relatório não esmiúça onde as vendas foram realizadas, mas afirma que o crescimento foi “impulsionado pelas vendas on-line”. O canal “livrarias” – a GfK contabiliza aqui as vendas feitas em livrarias de argamassa e tijolo e nas virtuais – registrou aumento de 4% no seu faturamento enquanto “outros canais” – onde estão os supermercados e lojas de autoatendimento – apresentaram retração de 20%. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

Dois mil e vinte foi um ano especialmente difícil para as livrarias físicas e não só para as brasileiras. Os dados disponíveis em relatórios como o da Nielsen e o da GfK apontam para uma recuperação do varejo, mas o que se ouve é que esse crescimento foi abocanhado por gigantes do e-commerce e muitas dessas vendas não passaram pelas livrarias de argamassa e tijolo. A última esperança para o setor está nas vendas de fim de ano. A importância de manter as livrarias abertas e atraentes nessa época do ano é uma preocupação de todos. Na Europa, por exemplo, que enfrenta uma segunda onda da pandemia, James Daunt, CEO da americana Barnes & Noble e da britânica Waterstones fez um apelo para que as livrarias fossem consideradas como essenciais, alertando que muitas poderão fechar as portas caso percam as vendas de fim de ano. “Não tenho dúvidas de que, se as livrarias não ganharem o Natal, muitas delas fecharão. As livrarias, de um modo geral, ‘andam sobre a água’ ou até perdem dinheiro 11 meses do ano e ganham no final do ano. Estamos em um momento chave para os livreiros”, disse Daunt em entrevista à BBC. No podcast desta semana, conversamos com Gilmar Cosmo, da livraria A Página; Talita Camargo, da Livraria do Comendador; Mônica Carvalho, da Livraria da Tarde; e Daniela Amendola, da Livraria Mandarina, para saber como anda a situação por aqui. Quisemos saber como estão se preparando para as vendas de Natal; se preparam promoções especiais; como lidam com as medidas de isolamento social e os protocolos para evitar aglomeração de pessoas e dos planos e expectativas para 2021. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota e ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

Thiago Blumenthal | © Facebook Lote 42No último sábado (28), a editora Lote 42 comunicou o falecimento de Thiago Blumenthal, fundador da editora. Em suas redes sociais, Cecília Arbolave, uma das sócias da Lote 42, prestou homenagem ao amigo. "Thiago tinha um jeito de te envolver no papo e deixava qualquer assunto mais curioso, mais divertido, sempre com histórias, referências, detalhes eruditos ou pop que só ele sabia", escreveu. Blumenthal trabalhou na TV Record, foi editor-assistente da Publifolha, além de um dos sócios da editora e mantinha desde setembro, o podcast Afinidades eletivas, com Juliana de Albuquerque, que reunia especialistas para falar de crítica literária, filosofia, política e religião. À Folha, Úrsula Passos publicou uma homenagem ao editor. Na última quinta (26), Samuel Seibel, presidente da Livraria da Vila foi o convidado da live da IstoÉ Dinheiro. Na entrevista, o livreiro fez uma análise sobre a atual situação do mercado editorial e de como a pandemia do coronavírus afetou o segmento. Para ele, as vendas de livros no Brasil só vão aumentar quando a educação melhorar e crescer a consciência da sociedade da importância da leitura para o desenvolvimento do país e das pessoas. Em dezembro, uma iniciativa vai oferecer descontos exclusivos em livrarias físicas por três dias a partir do dia 11 de dezembro, adiantou a coluna Painel das Letras. O projeto divulgado como Super Sexta - #tudocomecanalivraria vai reunir 11 das maiores editoras do país: Companhia das Letras, Gente, Globo, HarperCollins, Intrínseca, Melhoramentos, Mundo Cristão, Planeta, Record, Rocco e Sextante. Entre as livrarias, estão confirmadas as redes Curitiba, Leitura, Loyola, Martins Fontes, Travessa e Vila. Mas a ideia é que mais lojas se juntem até a data do evento. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

A Feira Internacional do Livro de Guadalajara, um dos principais eventos do mundo do livro na América Latina, segue com a sua programação virtual até o próximo domingo (06). Na cerimônia de abertura da Feira, no último sábado (28), a escritora portuguesa Lídia Jorge recebeu o Prêmio FIL de Literatura en Lenguas Romances 2020. Mas esta não será a única vez que o idioma será representado e ouvido no evento. O Brazilian Publishers, projeto setorial de fomento à exportação de conteúdos editoriais brasileiros capitaneado pela Câmara Brasileira do Livro e pela Apex-Brasil, prepara uma programação de atividades na feira. Serão três mesas discutindo assuntos relacionados à literatura infantil, juvenil e ainda a produção científica e acadêmica. Além disso, a Feira criou uma plataforma – a Fil Negócios – pela qual cinco mil profissionais de 53 países realizarão 2,4 mil reuniões já agendadas. Além disso, a Feira manterá uma programação – Diálogos de la Indústria – voltada para os profissionais do livro para debater temas da atualidade, como o futuro dos eventos literários; o comércio eletrônico e os efeitos da pandemia no negócio do livro. Durante a programação do Diálogos de la indústria, também será lançada a Rede Latino-americana de Livrarias Independentes. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

Menalton Braff | © Jonathan C WilkinsA Biblioteca Nacional divulgou na última sexta (27), os vencedores do seu tradicional prêmio literário. Na categoria Romance, o escolhido foi o escritor gaúcho Menalton Braff com a obra Além do Rio dos Sinos, da editora Reformatório, um romance que revela um Brasil profundo, obscuro, esquecido, ignorado pelos viventes das grandes cidades. Menalton venceu o Jabuti com o Livro do Ano em 2000, com À sombra do cipreste (Global). Na categoria conto, a vencedora foi a cearense Jarid Arraes com o livro Redemoinho em dia quente (Alfaguara) e em poesia, a premiada foi Maria Fernanda Elias Maglio pelo livro 179. Resistência (Patuá). Em Literatura Infantil venceu a obra Lá dentro tem coisa (Salamandra), de Adriana Falcão e em Literatura Juvenil, o escolhido foi Um lençol de infinitos fios (Gaivota), de Susana Ramos Ventura. Os vencedores da cada categoria levam para casa R$ 30 mil. Clique no Leia Mais para conferir a lista completa dos premiados.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

Em sua 6ª edição, o Prêmio Abeu anunciou seus vencedores de 2020 em uma cerimônia virtual na última semana. Este ano, as editoras universitárias puderam submeter suas obras em oito categorias, com o objetivo de incentivar a qualificação das edições das casas editoriais universitárias e fomentar a produção técnico-científica. Em Ciências Sociais, a obra de Isabelle Anchieta, Imagens da mulher no Ocidente Moderno (Editora USP), ficou em primeiro lugar e em Linguística, Letras e Artes, a primeira colocada foi Alvoroço da Criação: a arte na ficção de Clarice Lispector (Editora UFMG), de Solange Ribeiro de Oliveira. Já em Projeto gráfico, a escolhida foi A história de Ruth (Editora Unesp / KPMO Cultura e Arte), com projeto de Marcello de Oliveira e em Tradução, venceu a obra Viagem à América do Sul (Editora Unesp), de Ai Qing, traduzida por Tradução de Fan Xing e Francisco Foot Hardman. Clique aqui para conferir a lista completa dos vencedores.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

Encontro você no oitavo round (Record, 144 pp, R$ 34,90), romance inaugural de Caê Guimarães e vencedor do Prêmio Sesc de Literatura, é movido a socos, cicatrizes, quedas e redenções. O protagonista, Cristiano Machado Amoroso, conta sua vida de boxeador periférico: um homem que ganha a vida batendo e apanhando, chegou bem perto do topo aos 25 anos, mas beijou a lona pela primeira vez, nocaute que nunca esqueceu. Aos 40, isolado no corner, com a guarda baixa, sofre com um eterno zumbido que o atordoa, fruto das pancadas. Prestes a se aposentar, antes da última luta, recebe uma proposta: entregar o resultado sem que o adversário saiba. Para receber o dinheiro, a derrota terá que ser no quarto round. A narrativa leva o leitor ao cotidiano da periferia, onde Cristiano vive e treina, junto aos sonhos e fracassos dos personagens que foram, de muitas formas, espancados. Nas semanas em que se prepara para o combate final, o protagonista faz acertos com a própria vida. Deixou para trás um promissor início de carreira literária, que agora retorna para, quem sabe, um acerto de contas.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

Buenos Aires, início da década de 1940. Vicente Rosenberg, que emigrou sozinho da Polônia, é dono de uma loja de móveis, casado e tem filhos. Desfruta da cidade: frequenta os cafés, trocou a comida judaica pelas empanadas, lê os jornais locais, sente-se perfeitamente em casa na língua castelhana. Sua mãe, porém, permaneceu em Varsóvia. E em cartas esporádicas que consegue escrever ao filho vai relatando sua situação, que piora progressivamente quando os nazistas erguem o infame gueto para isolar a população judaica. À medida que o tempo passa, as cartas descortinam uma situação dramática. Pessoas abatidas à luz do dia. O sarcasmo assassino da soldadesca alemã. A fome, a doença e a animalização a céu aberto. É nesse ponto que Vicente começa a ficar afetado. Ele, que até então pouco se lembrava de sua condição judaica, percebe que, no tempo em que vive, tudo o que uma pessoa pode ser desaparece quando se é apontado como judeu. Vicente passa a falar menos, a preferir o silêncio, a dizer apenas o essencial. A culpa — por deixar a mãe no gueto, por ser judeu, por estar vivo enquanto massacram milhões dos seus — o rói por dentro, reduzindo o homem jovem a uma espécie de carcaça ambulante. Com O gueto interior (Todavia, 128 pp, R$ 48 – Trad.: Rosa Freire D’Aguiar), Santiago H. Amigorena foi finalista dos principais prêmios literários da França.

“Como escritora, não gosto de prescrever um significado para os leitores.”
Tsitsi Dangarembga
Escritora zimbabuense
1.
Uma terra prometida
2.
Box Harry Potter
3.
Mais esperto que o diabo
4.
A sutil arte de ligar o foda-se
5.
Viva a sua melhor versão
6.
Do mil ao milhão
7.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
8.
O poder da ação ( edição de luxo)
9.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
10.
Pequeno manual antirracista
 
PublishNews, Redação, 30/11/2020

A autobiografia da minha mãe (Alfaguara,144 pp, R$ 69,90 - Trad.: Débora Landsberg), de Jamaica Kincaid, conta a história de Xuela Claudette Richardson, filha de mãe caribenha e pai meio escocês e meio africano, moradora da ilha de Dominica. Sua mãe morre no parto, e a garota precisa então encontrar seu lugar no mundo sem o auxílio materno. Kincaid conduz o leitor pela vida de Xuela com habilidade literária: da casa de sua infância, onde ela podia ouvir o canto do mar, e da sala com telhado de zinco onde mora como estudante, até sua casa da velhice. Seu mundo é intensamente físico, cheirando a frutas maduras, enxofre e chuva; e ferve com sua tristeza, sua profunda simpatia por aqueles que compartilham sua história, seu medo do pai e sua solidão arrebatadora. O autor explora todos os paradoxos desta história, que, conclui Xuela, é ao mesmo tempo o testamento da mãe que ela nunca conheceu, da mãe que ela nunca se permitiu ser e dos filhos que ela se recusou a ter.

PublishNews, Redação, 30/11/2020

Olhos de sal (7Letras, 116 pp, R$ 39), o novo livro do escritor curitibano Carlos Machado, é a novela que encerra a Trilogia do não-lugar, composta ainda por Poeira fria (Arte e Letras) e Esquina da minha rua (7Letras). Uma investigação ficcional sobre a relação de homens e mulheres com os espaços urbanos dentro de um modus que se forma a partir do silêncio e do vazio (possíveis não-lugares). Em Olhos de sal, o personagem C, um sexagenário, embarca para a Suíça a fim de procurar por uma mulher que conheceu há 20 anos, de quem nunca mais teve notícias. Percebendo ao longo da narrativa que, de certa forma, nunca conseguiu se afastar desse tempo e espaço psicológicos. Essa viagem trará revelações impactantes para sua vida. Nas palavras do escritor e jornalista literário Jonatan Silva, que assina a orelha do livro, Olhos de sal se apresenta como uma novela sobre o esgotamento e o silêncio cuja materialização é a fotografia do solitário que Machado apresenta logo de cara. E é também uma narrativa-limite sobre gente em trânsito, personagens que viajam e, ao mesmo tempo, permanecem no mesmo lugar, estancadas pela inércia.

 
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