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PublishNews 28/09/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Redação, 28/09/2020

Na última sexta-feira (25), o desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, da 1ª Câmara de Direito Empresarial de São Paulo, suspendeu a possibilidade de decretação de falência da Livraria Cultura, aventada pelo juiz Marcelo Barbosa Sacramone que, no último dia 19, deu cinco dias para que a varejista comprovasse que estava cumprindo o plano de recuperação homologado em abril de 2019. A decisão veio depois que a Cultura recorreu à Segunda Instância pedindo que a Justiça reconheça o pedido de alteração de votos de dois credores: a editora Estação Liberdade e a consultoria JBQ. Ambos registraram votos contrários à aprovação do plano, mas solicitaram a alteração depois da divulgação do resultado do conclave, alegando erro ao votar. Para o desembargador, os argumentos apresentados pela Cultura são “dotados de relevante grau de verossimilhança e significativa complexidade, demandando análise mais aprofundada”. Por isso, determinou que o caso seja avaliado pelo colegiado do Tribunal de Justiça de São Paulo e para que isso aconteça, a decisão do juiz Sacramone está suspensa. Com isso, a Cultura ganhou um novo fôlego já que a apreciação por parte do colegiado deverá acontecer em 30 dias. Clique no Leia Mais para ler a íntegra da decisão do desembargador.

PublishNews, Redação, 28/09/2020

A Nielsen e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) publicaram, na tarde da última sexta-feira (25) os resultados do 9º Painel do Varejo de Livros no Brasil referente ao período de 10 de agosto a 10 de setembro. Neste intervalo, os estabelecimentos monitorados pelo instituto de pesquisa venderam quatro milhões de exemplares o que redundou em faturamento de R$ 154 milhões. Em igual período de 2019, foram registrados venda de 3,19 milhões de cópias e faturamento de R$ 131,36 milhões. Os números de 2020 representam, portanto, variação impressionante de 25,6% em volume e 17,3% em valor. “As ações promocionais agressivas ficam bem evidentes quando olhamos para o vertiginoso aumento do desconto oferecido durante o período 9. A média do ano era de 19% até o período 8 e quando comparamos com o período 9 podemos ver uma aumento de 11 pontos percentuais”, comenta Ismael Borges, gestor da divisão Nielsen Bookscan no Brasil. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 28/09/2020

Na última quinta (24), durante o seminário virtual Impactos da Proposta de Reforma Tributária no Livro e na Leitura, realizado pela Folha, em parceria com CBL, SNEL e Abrelivros, o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP) disse que a reforma tributária que está em discussão no Congresso Nacional não deve acabar com a isenção de tributos sobre o livro no Brasil. Segundo Rossi, o projeto encaminhado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, que cria a Contribuição de Bens e Serviços (CBS), não será aprovado de forma isolada. O ex-deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) defendeu uma revolução tributária que mantenha as isenções necessárias. “O livro tem que ter menor tributação porque, como comida e remédios, é essencial à civilização”, disse Hauly, que é economista. O Estadão chamou atenção para o parecer da PEC 110/19, subscrita pelo senador Roberto Rocha (PSDB/MA), que recomenda o fim do papel imune e pode ser mais um fator para aumentar consideravelmente o preço dos livros, jornais, revistas e periódicos, os chamados produtos editoriais. A Abigraf Nacional se manifestou totalmente contrária a qualquer proposta que institua a cobrança de taxas, impostos ou contribuições sobre a produção ou comercialização de livros, jornais, revistas e periódicos. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 28/09/2020

Com três décadas de história no mercado editorial brasileiro, a DBA Editora se consolidou publicando sempre livros caprichados sobre futebol, gastronomia, fotografia, arquitetura, artes e natureza. Nesse meio tempo, a editora realizou diversos projetos corporativos, contando a história das empresas através dos livros. Agora, a casa editorial resolveu colocar em prática um desejo antigo e publicar literatura. Assim nasceu a DBA Literatura, dedicada, como o próprio nome já adianta, a literatura plena, mais especificamente a ficção contemporânea. A proposta do novo selo é publicar autores inéditos no Brasil e que são conhecidos em países como Coréia, Portugal e Argentina. Para contar a história da editora e sobre os desafios de manter e ampliar a casa editorial, o Podcast do PublishNews desta semana conversou com Alexandre Dórea Ribeiro, fundador da DBA. A editora começou sua história publicando diversos livros sobre futebol que, segundo Alexandre, eram publicados de forma heroica e que tempos depois, se tornaram inviáveis por conta dos direitos autorais das inúmeras imagens usadas nas obras. Depois disso, vieram os livros sobre gastronomia, natureza, arquitetura e fotografia, sempre feitos em parceria com nomes renomados das respectivas áreas. "Nesses 30 anos conseguimos fazer um catálogo muito bacana de livros ilustrados", lembra Alexandre. Já o novo selo DBA Literatura veio de um desejo antigo de Alexandre e, com a parceria Antônio Xerxenesky, o projeto saiu do papel. A ideia é publicar ficção contemporânea de autores pouco conhecidos no Brasil e ter seis títulos até o fim do ano. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota e ouvir o programa

PublishNews, Redação, 28/09/2020

Inaugurada em 1967, na Galeria do Ouvidor, em Belo Horizonte, a Livraria Leitura conseguiu, em 2020, ultrapassar a centenária Saraiva em número de lojas e inaugurou a sua unidade de número 75 (segundo números oficiais apresentados pela varejista). Desta vez, a nova unidade está localizada no Shopping Jardim Norte, na cidade mineira de Juiz de Fora. Esta é a 22ª loja no seu estado de origem e a segunda em Juiz de Fora. A Leitura tem planos de inaugurar outras quatro lojas ainda em 2020, sendo uma em Recife, uma no Rio de Janeiro, uma em Belo Horizonte e uma em São Paulo, fechando o ano com 79 unidades.

PublishNews, Redação, 28/09/2020

O livreiro Leonel Menezes, da Livraria Cultura do Iguatemi, tem feito um apelo a amigos e conhecidos: uma ajuda para fazer a sua filha Olívia, de um ano e nove meses, a andar. Em decorrência de complicações no parto, a menina sofreu uma paralisia cerebral o que a levou para uma UTI durante três meses. Em agosto passado, veio o diagnóstico: uma lesão grave no cérebro por falta de oxigenação que dá a ela poucas chances de andar e se estabelecer. Mas há uma série de tratamentos – todos de alto custo – que podem ajudar a menina. A meta é alcançar R$ 210 mil, o que garante um ano de tratamento. Até o momento, a campanha no Vakinha arrecadou R$ 31,5 mil. Para os interessados em fazer depósitos diretos na conta da mãe da criança, os dados bancários estão descritos na página da campanha.

PublishNews, Redação, 28/09/2020

A Rocco lançou Todas as cartas (864 pp, R$ 119,90) livro de Clarice Lispector que reúne correspondências escritas pela autora ao longo de sua vida. A seleção de cartas, das quais cerca de meia centena é inédita para o público, configura um acervo fundamental para compreender a trajetória literária da escritora. As correspondências são endereçadas a amigos escritores como João Cabral de Melo Neto, Rubem Braga, Lêdo Ivo, Otto Lara Resende, Paulo Mendes Campos, Nélida Piñon, Lygia Fagundes Telles, Natércia Freire e Mário de Andrade. As correspondências foram organizadas por décadas – dos anos 1940 a 1970 – e contam com 510 notas da biógrafa Teresa Montero, que contextualizam o material no tempo, no espaço e nas inúmeras citações a personalidades e referências culturais. O volume é resultado de longa pesquisa realizada pela jornalista Larissa Vaz, sob orientação de biógrafos e da família, para trazer uma visão integral de Clarice.

PublishNews, Redação, 28/09/2020

O realismo fantástico como hoje se conhece não teria existido sem Pedro Páramo (José Olympio, 176 pp, R$ 39,90 – Trad.: Eric Nepomuceno), livro de Juan Rulfo que inaugura o gênero e serviu de fonte onde beberam o colombiano Gabriel García Márquez e o peruano Mario Vargas Llosa. A partir da combinação de dois elementos essenciais ao sucesso da literatura latino-americana – o realismo fantástico e o regionalismo -, Juan Rulfo se destaca pela sua habilidade em contar uma história reunindo relatos e lembranças. De enredo conciso e preciso, o único romance do escritor trata da promessa feita por Juan Preciado à mãe moribunda. O rapaz sai em busca do pai, Pedro Páramo, um lendário assassino. No caminho, encontra personagens repletos de memórias, que lhe falam da crueldade implacável de seu pai. Em sua estrutura não há linha temporal exata, tampouco um narrador fixo. Juan Rulfo leva o leitor a mergulhar e a se dissolver no turbilhão dos sentimentos de todo um povoado, em torno desse grande homem.

“Não é razoável fazer uma reforma tributária que aumente o preço dos livros.”
Baleia Rossi
Deputado federal em debate com a Folha
1.
Seja rico
2.
Batismo de fogo
3.
As muralhas vão cair
4.
Desperte a sua vitória
5.
Box Harry Potter
6.
Decida vencer
7.
A sutil arte de ligar o foda-se
8.
Mais esperto que o diabo
9.
Sol da meia-noite
10.
Do mil ao milhão
 
PublishNews, Redação, 28/09/2020

Lucas é ariano. Isso já diz muita coisa, mas é necessário um pouco mais de informação. Lucas é apresentador de um programa de TV de muito sucesso. Nele, recebe convidados e adora falar de assuntos polêmicos. O público enlouquece quando ele começa a debochar dos entrevistados (que nem sempre ficam muito felizes com isso...). Em um dos programas, ele resolve debochar de uma astróloga, Dandara. Acontece que ela não é uma astróloga comum e, como punição, joga uma maldição no apresentador: pelos próximos 12 dias, daquele até o dia do aniversário de Lucas, ele despertará com as piores características de cada um dos signos. Se não conseguir se tornar uma pessoa empática até lá, o ciclo da maldição se repetirá para sempre. Como se não bastasse, Lucas é um cara superconsumista e agora tem uma dívida milionária para pagar a um agiota misterioso. O prazo máximo para o pagamento, adivinhem: dali a doze dias. Inferno astral (Outro Planeta, 224 pp, R$ 36,90) foi escrito por Vitor diCastro, youtuber e criador da série Deboche Astral, em que brinca com as características de cada signo.

PublishNews, Redação, 28/09/2020

Por toda a América as plantações de tabaco floresceram e trouxeram riqueza aos senhores de terra durante o século XIX. Quando a bonança começa seu declínio, Howell Walker já vislumbra o próprio fim e sabe que precisará de um substituto para administrar os últimos dias de Lockless, sua propriedade no coração da Virgínia, EUA. Logo fica claro que seu único herdeiro, Maynard, não tem a menor aptidão para a missão. E mesmo o jovem Hiram, com sua resiliência e memória infalíveis, não poderia fazê-lo — além de filho ilegítimo de Walker, ele é um escravizado. No entanto, quando os meios-irmãos se afogam nas águas do rio Goose, a vida de Hiram é poupada por um poder misterioso e até então oculto dentro dele, uma herança materna que se perdera junto com as lembranças da mãe, vendida e levada para nunca mais voltar. Desse breve encontro com a morte brota uma grande urgência: Hiram precisa escapar do lugar que foi seu lar e prisão desde o dia em que nasceu. A dança da água (Intrínseca, 400 pp, R$ 59,90 - Trad.: José Rubens Siqueira), livro de Ta.Nehisi Coates, narra toda a atrocidade infligida a homens, mulheres e crianças negros ao longo de gerações, compondo um relato comovente e místico sobre destino e propósito, perda e separação.

PublishNews, Redação, 28/09/2020

Georgia adora ficar jogada no sofá após o trabalho vendo TV e bebendo vinho. O que ela não gosta: de altura, de olhar sua conta bancária, de ir a encontros ou de qualquer atividade física. E ela nunca (jamais) aceita correr riscos. Mas isso começa a mudar quando sua irmã mais velha é diagnosticada com uma grave doença e decide agitar um pouco a vida da irmã caçula preguiçosa. Georgia e Amy sempre foram inseparáveis, mesmo que na maior parte do tempo Amy tivesse que arrastar Georgia para as aventuras. Georgia via em Amy toda a coragem em se arriscar que ela não tinha. Depois que é diagnosticada com uma doença degenerativa, Amy faz Georgia cumprir uma série de coisas de uma lista que era dela, mas que agora deverá ser vivida pela irmã, antes do seu aniversário de 30 anos. A lista que mudou minha vida (Faro Editorial, 304 pp, R$ 54,90 – Trad.: Monique D’Orazio), de Olivia Beirne, retrata uma personagem sarcástica, preguiçosa lidando com a doença da irmã e o fato de ter que sair de sua zona de conforto cumprindo uma lista de tarefas nada simples.

 
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