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PublishNews 03/09/2020
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PublishNews, Redação, 02/09/2020

A pedido da Livraria Cultura, a assembleia geral de credores realizada nesta quarta-feira (02) foi suspensa e remarcada para o próximo dia 14, com credenciamento a partir das 11h30 e início da reunião agendado para às 13h. A suspensão foi aprovada por 90,9% dos créditos presentes na reunião. Também nesta quarta-feira, a empresa apresentou um novo aditivo do plano de recuperação judicial. A principal novidade do aditivo é em relação à classe Fornecedores Incentivadores 3. São classificados nesta categoria aqueles que forneçam produtos essenciais à manutenção das atividades da livraria e que se comprometem a manter o fornecimento de forma contínua e ininterrupta pelo prazo de pelo menos 18 meses consecutivos. Para credores que já estavam classificados como Fornecedores Incentivador 1 ou 2 na versão anterior do plano, a empresa propõe um deságio de 30% do valor principal registrado na homologação do plano. Credores quirografários ou credores ME (micro empresa) ou EPP (empresa de pequeno porte) que não estavam classificados como Incentivador 1 ou 2 também poderão optar por se tornar Fornecedores Incentivadores 3 agora. Para estes, a Cultura propõe deságio de 60%. Os saldos remanescentes serão quitados em 70 parcelas trimestrais, com a primeira delas a ser paga após a carência de 24 meses. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 03/09/2020

Jardineira Carol Costa é um dos destaques da Lista Nielsen PublishNews de agosto | © Redes Sociais da autoraA jardinagem pode ser um bom hobby para momentos de isolamento social, mas, como diria a sabedoria popular: precisa ter mão pro negócio. Saber manusear as plantas e escolhê-las conforme as características do lugar onde ficarão são o ponto inicial, mas também é bom saber montar arranjos, transplantar orquídeas e até montar um terrário. A jardineira Carol Costa, criadora do site Minhas Plantas e colunista da BandNews FM, é expert no assunto. Em 2017, ela publicou, pelo selo Paralela (Companhia das Letras), o livro Minhas plantas: Jardinagem para todos (até quem mata cactos). O título é autoexplicativo. Também em 2017, o livro fez uma aparição rápida na Lista dos Mais Vendidos do PublishNews. Agora, ele voltou a aparecer, desta vez, na Lista Nielsen PublishNews, aquela que apura os livros de autores nacionais mais vendidos em livrarias, lojas de autoatendimento e supermercados monitorados pelo instituto de pesquisa. Minhas plantas ficou na 17ª posição de Não Ficção. Nesta categoria, estão outras duas novidades do mês. Do mesmo jeito que o livro de Carol Costa, ambos já apareceram na lista tradicional do PublishNews. Ocupando a 16ª posição, apareceu Meu livro da consciência (Gente), de Tadashi Kadomoto e, na lanterninha, As muralhas vão cair (Petra / Ediouro), o novo livro do padre Reginaldo Manzotti. Já Ficção, trouxe um único estreante, mas que, não é exatamente uma novidade. Trata-se de Ou isto ou aquilo, infantil de Cecília Meireles publicado originalmente em 1964 e hoje integra o catálogo da Global. A versão em capa dura já era figurinha certa em outros meses, mas agora, a versão em formato brochura conquistou o 18º lugar da categoria. Clique no Leia Mais para conferir outros destaques da Lista Nielsen PublishNews deste mês.

PublishNews, Talita Facchini, 03/09/2020

Em 2016, jornalista e editor Gustavo Faraon foi um dos vencedores da segunda edição do Prêmio Jovens Talentos. Na época, ele justificou sua candidatura dizendo que sua “contribuição à indústria do livro foi no sentido de mostrar que uma editora criada fora do grande centro decisório, econômico e cultural, não precisa se contentar com a pecha de 'editora regional', e pode sim ter a pretensão de atuar globalmente". Agora, em 2020, essa missão continua dando certo e foi um dos temas da conversa que teve com André Argolo no PublishNews Entrevista desta semana, programa que tem como objetivo compor um arquivo da memória editorial brasileira. Já há alguns anos, Faraon se mudou para São Paulo, com o objetivo de ampliar a rede de contatos da Dublinense, editora gaúcha fundada por ele e Rodrigo Rosp em 2009 e que sentiu na pele a barreira de não estar no eixo Rio x SP. “Descobri que é bem difícil ter uma editora considerada brasileira, estando em Porto Alegre, é bizarro! Tudo o que a gente apresentava era considerado muito regional e não brasileiro o suficiente como se nossos livros fossem para serem lidos ‘montado a cavalo’, ou coisa assim”, contou. Na conversa Faraon falou ainda sobre sua infância, a importância das oficinas de escrita, sobre seus gostos literários, a inspiração para o nome da editora, sua chegada no mundo dos livros – que para ele foi uma fuga do mundo do jornalismo –, sobre a valorização das editoras pelos leitores e também sobre o papel dos influenciadores na disseminação do livro. Clique no Leia Mais para assistir o programa.

PublishNews, Redação, 03/09/2020

A Companhia das Letras abriu uma vaga temporária para o cargo de assistente de departamento pessoal. A editora procura uma pessoa organizada, responsável, que trabalhe bem com planilhas (Excel) e que tenha o curso superior completo ou esteja cursando, preferencialmente Administração, Recursos Humanos ou Contábeis. Também é desejável ter conhecimento da língua inglesa e que tenha experiência comprovada em folha de pagamento. O contratado irá trabalhar com as rotinas gerais do departamento dando suporte no preparo e cálculo da folha de pagamento, rescisões, férias, recolhimento de contribuições, controle de benefícios etc. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail curriculo@companhiadasletras.com.br até 25 de setembro.

PublishNews, Redação, 03/09/2020

Nesta semana, o Itaú Cultural abriu a sua temporada de HQs com duas programações gratuitas em seu site. A primeira delas é a estreia da nova temporada da série audiovisual Caminhos da HQ. Até 30 de janeiro, sempre aos sábados, às 14h, a série que será disponibilizada no site e canal no YouTube do Itaú Cultural, irá trazer depoimentos de autoras, autores e editores de quadrinhos brasileiros e abordar temas relacionados a representatividade, público-alvo e os desafios das equipes de edição das ilustrações. Na mesma pegada das HQs, a Banca de Quadrinistas, realizada pela primeira vez em ambiente virtual, chega a sua quinta edição no dia 19 de setembro. Com o tema Olhares Femininos, a mostra selecionou 20 autoras mulheres, de todas as regiões do Brasil, que terão os seus quadrinhos disponíveis para leitura, durante 30 dias, no site da Instituição. A mostra on-line traz um recorte do que se produz em quadrinhos atualmente, em especial no meio independente e as HQs ficarão hospedadas no site do Itaú Cultural por 30 dias.

PublishNews, Redação, 03/09/2020

O projeto Arte da Palavra - Rede Sesc de Leituras chegou à sua quarta edição com uma nova versão. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o circuito literário irá reunir performances artísticas e oficinas de criação em uma programação on-line. Este ano, o evento terá a participação de representantes de 24 estados de todas as regiões. Serão 40 escritores, poetas, rappers, slammers, contadores de histórias e outros artistas da palavra que serão divididos em três circuitos: autores, criação literária e oralidades. O primeiro reúne duplas de escritores de localidades distintas para troca de experiências e ideias com o público sobre temas comuns às suas obras. O circuito de oralidades tem como foco expressões verbais da palavra como narração de histórias, slams e performances. Já a criação literária oferece oficinas com variados temas, como incentivo à prática do exercício das manifestações artísticas. Entre os nomes confirmados estão Ailton Krenak, Mailson Furtado, Aline Bei, Itamar Vieira, Claudia Lage, entre outros. A programação segue no ar até dezembro e pode ser conferida clicando aqui.

PublishNews, Redação, 03/09/2020

No final de julho, a Dublinense lançou a campanha Confie no seu editor e colocou no ar a pré-venda de um livro misterioso que só seria revelado semanas depois. O título em questão é Regresso a casa (112 pp, R$ 39,90), livro de poemas de José Luís Peixoto. Na obra, o autor português fala aos leitores das quatro paredes de uma casa — e de todas as suas recordações. Evoca a solidão, o isolamento, as portas fechadas, mas também a solidariedade das recordações: a mãe, o pai, os aromas, a família, a aldeia, o amor. Há espaço para a recordação da infância como para a peregrinação pelo mundo inteiro, como um Ulisses em viagem perpétua, rodeado de objetos próximos e voltado para dentro, para o lugar onde se regressa sempre: a casa.

PublishNews, Redação, 03/09/2020

Batendo pasto (Relicário, 136 pp, R$ 42) é o primeiro livro de poemas da mineira Maria Lúcia Alvim, após 40 anos sem publicar inéditos. A obra em questão é fruto de um trabalho conjunto que envolveu descobertas, recuperação crítica e encontros fortuitos. Guilherme Gontijo Flores e Ricardo Domeneck foram os responsáveis por essa viagem em busca das publicações e informações sobre a poeta e, dentre algumas curiosidades, descobriram que ela compõe a tríade dos Alvins, uma vez que é irmã de outros dois grandes poetas: Francisco Alvim e Maria Ângela Alvim. Mas a grande surpresa seria mesmo esta: Maria Lúcia Alvim confiara ao poeta Paulo Henriques Britto, há algumas décadas, o manuscrito de Batendo pasto, de 1982, com a instrução de que fosse publicado apenas após a sua morte. Para a alegria da editora, e através de um esforço de convencimento e reconhecimento em vida, a Relicário conseguiu publicar a obra. Maria Lúcia Alvim vive hoje em Juiz de Fora e completará seus 88 anos daqui a pouco mais de um mês.

“Não podemos adicionar penas ao livro. O livro precisa ser libertário. É preciso que o livro chegue ao povo.”
Nélida Piñon
Escritora brasileira
1.
Sol da meia-noite
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Decida vencer
4.
Fitoenergética - Edição comemorativa de 15 anos
5.
O milagre da manhã
6.
Box Harry Potter
7.
As muralhas vão cair
8.
Do mil ao milhão
9.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
10.
A sutil arte de ligar o foda-se
 
PublishNews, Redação, 03/09/2020

Oito anos depois da publicação de Um útero é do tamanho de um punho – lançado em 2012 pela Cosac Naify e reeditado em 2017 pela Companhia das Letras –, Angélica Freitas lança Canções de atormentar (Companhia das Letras, 112 pp, R$ 49,90). O livro traz o olhar afiado da poeta que observa a si e ao mundo. Os poemas rememoram a infância no Sul, com o pé de araçá plantado pela avó, relatam o esforço inútil de tentar compreender o Brasil de hoje e discutem a injustiça, o machismo e a nostalgia de uma nação que não passou de projeto. Canções de atormentar reúne poemas ora ferozes, ora desiludidos, sem nunca perder de vista a urgência, a vivacidade, o humor e o tom incisivo característico de Angélica.

PublishNews, Redação, 03/09/2020

Sara Luna (Moinhos, 72 pp, R$ 40 - Trad.: Fernando Miranda), do argentino Tom Maver, é mais do que um livro de poesia. É uma história. É uma pessoa, uma mulher, uma senhora de idade, uma avó. É também um caminho que o sujeito lírico busca encontrar porque precisa saber de suas raízes, por quais veredas sua ancestralidade andou e de onde vieram aqueles que lhes puseram no mundo. Em tudo, há um ponto de partida, sabemos que nem sempre de chegada, mas em Sara Luna há um fim, ou um fim possível. A voz que conta as histórias ao leitor, por meio dos poemas que Tom Maver escreveu, os faz ficar de cócoras, ao lado do fogo sob o céu estrelado, ouvindo histórias de alguém antigo, que fala uma língua que já não se escuta, já não se conhece.

 
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