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PublishNews 01/09/2020
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PublishNews, Redação, 1º/09/2020

GfK registra queda de 3,5% no varejo de livros em julho | © Alf Ribeiro / ShutterstockA GfK e a Associação Nacional de Livrarias (ANL) publicaram os resultados do seu relatório mensal que acompanha o desempenho do varejo de livros no Brasil. Entre os dias 29 de junho e 02 de agosto, os estabelecimentos monitorados pelo instituto de pesquisa venderam 4,5 milhões de cópias o que redundou em faturamento de R$ 180 milhões. Na comparação com igual período de 2019, a queda foi de 3,5% em volume e de 1,6% em valor. No acumulado do ano, foram registradas as vendas de 25,1 milhões de unidades e faturamento de R$ 1,13 bilhão. Na comparação anual, as perdas acumuladas são de 11,2% tanto em volume quanto em valor. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 1º/09/2020

Os resultados da Pesquisa Retratos da Leitura serão publicados ainda neste mês. A coletiva de imprensa está marcada para o próximo dia 11. Mas, o Instituto Pró-Livro, o Itaú Cultural e o Ibope Inteligência – responsáveis pelo estudo que traça o perfil mais completo do leitor brasileiro – tornaram público um recorte da pesquisa apontando que o preço influencia 22% dos leitores brasileiros na hora da compra de livros e é o principal fator de decisão na escolha de um título. A Retratos da Leitura mostrou ainda que cerca de 27 milhões de brasileiros das classes C, D e E consomem livros, contrariando a tese do ministro Paulo Guedes. Para ele, o livro é um produto elitista. O argumento foi usado para justificar a incidência da alíquota de 12% referente à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) apresentada na primeira parte da Reforma Tributária que tramita no Congresso. As informações foram publicadas pelo Valor.

PublishNews, Redação, 1º/09/2020

Isabel Allende | © Lori BarraDepois de fechar uma parceria com o Sebrae do Rio Grande do Sul para capacitar livreiros e editores e anunciar que a Feira do Livro de Porto Alegre acontecerá de forma totalmente on-line, a Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL) começou a divulgar as novidades da 66ª edição do tradicional evento literário gaúcho marcado para acontecer de 30 de outubro a 15 de novembro. Como tema Janelas abertas para a praça, a Feira terá todas as suas atividades realizadas gratuitamente, com uma programação focada em discutir temas essenciais como a leitura, literatura, liberdade de expressão, pandemia, sustentabilidade e ciência. A CRL adiantou também que a autora chilena Isabel Allende fará a abertura da Feira, no dia 30 de outubro, às 18h. A programação completa será divulgada no próximo dia 29 em uma coletiva de imprensa. A programação do evento se dará em duas lives diárias, sempre às 18h e às 19h30. A curadoria do evento ficou a cargo de Luciana Thomé, Sônia Zanchetta, Astomiro Romais e Isatir Bottin Filho.

PublishNews, Redação, 31/08/2020

Professores das redes públicas e privadas do ensino superior e da educação básica têm até o dia 30 de novembro para registrar as suas candidaturas a avaliador de livros didáticos e pedagógicos do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) 2022. Aos interessados em avaliar obras literárias, o prazo vai até o dia 31 de março de 2021. Os interessados deverão preencher (ou atualizar) o cadastro eletrônico disponível neste link (acessar “Módulo Livros”) com dados pessoais e informar a área do conhecimento e especialidade relacionados à educação infantil. Além de comprovar a formação, os candidatos precisam ter capacidade técnica e pedagógica, além de experiência compatíveis com as respectivas especialidades escolhidas. O candidato que estiver em exercício docente precisa informar os dados gerais de sua atual atividade, além de anexar uma declaração que comprove o vínculo com a instituição. Para se candidatar, o interessado precisa declarar que não presta, pessoalmente, serviço ou consultoria aos titulares de direito autoral inscritos no processo do PNLD 2022, nem possuir cônjuge ou parente até o terceiro grau, em linha reta colateral, entre os titulares de direito autoral inscritos no processo, ou que não está em qualquer outra situação que configure impedimento ou conflito de interesse. Dúvidas ou pedido de mais informações podem ser enviados para o e-mail avaliadores.seb@mec.gov.br.

PublishNews, Redação, 1º/08/2020

A Editora Morro Branco, que tem como objetivo promover autores nacionais e obras globais, abriu uma vaga de estágio em design gráfico. A editora pede que os candidatos estejam cursando Design Gráfico no 5º ou 6º semestre (noturno); tenham conhecimentos intermediários de Indesign, Photoshop e Illustrator e conhecimento do pacote Office. É desejável ter perfil atencioso, organizado, que tenha responsabilidade para lidar com prazos curtos e com diversos projetos simultaneamente. É considerado diferencial ter interesse na área editorial, noções básicas em produção gráfica, conhecimento em inglês e experiência prévia na área de design. As funções do cargo incluem: dar suporte às tarefas do dia a dia do departamento de design da editora, colaborar diretamente na produção dos livros e participar da criação de materiais gráficos e peças de marketing. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail contato@editoramorrobranco.com.br até 14 de setembro.

PublishNews, Redação, 1º/09/2020

A Fundação Biblioteca Nacional abriu um edital permanente com o objetivo de formar parcerias para o desenvolvimento de projetos editoriais sob a forma de coedição. O conteúdo pode ser inédito ou reedição de títulos esgotados. Com o edital, a FBN pretende promover publicações de relevância para a cultura brasileira, na forma de livro, impresso e/ou digital e assim, ampliar o acesso ao seu patrimônio bibliográfico, iconográfico, sonoro e digital. Podem se inscrever instituições públicas ou privadas, com ou sem fins lucrativos, e organizações da sociedade civil que tenham entre suas finalidades a realização de projetos culturais e/ou a edição de livros. Para este certame não há previsão de repasses de recursos financeiros por parte da Biblioteca Nacional. O edital permanente mantém inscrições abertas até 31 de dezembro de 2022 e pode ser acessado clicando aqui.

PublishNews, Redação, 1º/09/2020

Clare está “passando-se”: leva a vida de uma branca, embora seja, na dicotomia racial norte-americana, uma negra. Com a pele clara, linda e ambiciosa, casou-se por interesse com um rico homem branco, racista, que não sabe da origem afro-americana da esposa. Sua amiga de infância, Irene, também negra de pele clara, escolheu permanecer na sociedade negra e é casada com um médico, também negro, que sonha em mudar-se para o Brasil (que, ele acredita, seria uma democracia social). Irene sente ao mesmo tempo repulsa e fascínio por Clare, por sua beleza e ousadia de “passar-se” por branca. Quando, por intermédio de Irene, Clare se aproxima da festiva elite intelectual do Harlem e quer resgatar sua identidade negra, a tensão, racial e sexual, entre elas vai crescendo até o fatídico final. Redescoberto nos anos 2000 como um marco literário e lido como referência do “colorismo racial”, Passando-se (Ímã Editorial, 194 pp, R$ 42 - Trad.: Julio Silveira) foi relegado ao ostracismo, assim como o foi sua autora, Nella Larsen, uma das maiores escritoras do século 20 e que, assim como Clare, passou a vida tentando se encaixar (e sendo rejeitada) nos dois lados da sociedade norte-americana racialmente dicotômica.

PublishNews, Redação, 1º/09/2020

Em 1939, o presidente estadunidense Franklin D. Roosevelt e seu conselheiro para assuntos científicos, Vannevar Bush, debatem os desafios do país perante o acontecimentos da Segunda Guerra Mundial. O dirigente da nação e seu assessor temem a recente expansão do adversário alemão Hitler no conflito e as conquistas da então União Soviética na corrida nuclear. Enquanto isso, no Japão, a menina Akimitsu, que vive com seus tios na pacífica Hiroshima, troca cartas afetuosas com seu irmão Yoshi, jovem aprendiz de sapateiro que continua em Tóquio, apesar dos constantes bombardeios à região. Narrada por Ota, personificação feminina do rio que corta a cidade de Hiroshima, a história de Eu, Ota, rio de Hiroshima (Temporal, 112 pp, R$ 58 – Trad.: Flavia Lago | Ilustração: André E. Stefanini) reconstitui os episódios que antecederam o fatídico 6 de agosto de 1945, quando, pela primeira vez na história, uma bomba atômica foi lançada sobre civis. Ao conduzir o leitor pelo curso de sus águas, Ota oferece ao público um testemunho sob novo olhar, um ponto de vista sobre o episódio ainda não registrado: o da natureza. Escrito em 2015, ano em que se relembrava os 70 anos do lançamento da bomba, Eu, Ota, rio de Hiroshima marca a estreia de Jean-Paul Alègre no Brasil e pode ser considerado um manifesto pacifista.

“O que Paulo Guedes quer fazer com o livro é o mesmo que fazem com o cigarro. Aumentar imposto para desestimular o consumo!”
Rui Campos
Dono da Livraria da Travessa
1.
Sol da meia-noite
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Decida vencer
4.
Fitoenergética - Edição comemorativa de 15 anos
5.
O milagre da manhã
6.
Box Harry Potter
7.
As muralhas vão cair
8.
Do mil ao milhão
9.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
10.
A sutil arte de ligar o foda-se
 
PublishNews, Redação, 1º/09/2020

Um mês e meio antes, Marcella tinha a vida com a qual sempre havia sonhado. Casada com Marcus, um mafioso em ascensão na cidade de Merit, ela vivia numa mansão e tinha todas as roupas e acessórios que desejava, frequentava as melhores festas e, nos bastidores, planejava com o marido os próximos passos de sua carreira. Sua vida teria seguido exatamente como o planejado, se ela não houvesse descoberto que Marcus a traía. Após uma tentativa frustrada em esfaqueá-lo, Marcella foi deixada desacordada para que morresse no incêndio da mansão do casal. Mas esse não seria o fim. Em Vingança (Record, 532 pp, R$ 59,90), segundo livro da série Vilões escrita por V. E. Schwab, o leitor descobrirá como Merit é o palco de um novo confronto capaz de alterar a balança do poder para sempre. E os caminhos de Marcella, Victor e Eli – amigos de faculdade que entraram num embate cinco anos atrás – estão fadados a se cruzar em um encontro que vai definir a vida de todos.

PublishNews, Redação, 1º/09/2020

No fim da década de 1940, um intrigante livro caiu nas mãos de São João Calábria. Tratava-se das Cartas de um diabo a seu aprendiz, de C. S. Lewis. O sacerdote ficou tão impressionado que decidiu, após a leitura, escrever ao autor irlandês. Havia, contudo, um empecilho: São João Calábria não sabia inglês, ao passo que Lewis nada articulava em italiano. A solução? Conversar em latim. Desta memorável troca de cartas, sobreviveram sobretudo aquelas de C. S. Lewis. O livro Cartas latinas (Quadrante, 160 pp, R$ 68 – Trad.: Artur Padovan) reúne em edição bilíngue e pela primeira vez em língua portuguesa, o conteúdo desta troca de mensagens entre duas das figuras mais relevantes do século XX. Do empenho pela unidade dos cristãos ao comportamento ético dos contemporâneos, passando pela percepção dos acontecimentos históricos correntes, os temas abordados na obra fazem o leitor vislumbrar o quão privilegiados foram o olhar e o coração dos dois correspondentes. Cartas latinas contém prefácio de Maria Beltrão.

 
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