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PublishNews 21/08/2020
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PublishNews, Leonardo Neto, 21/08/2020

O professor Emir José Suaiden foi nomeado titular do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas | © Rodolfo Grilu/Secom UnBO Diário Oficial da União desta sexta-feira (21) trouxe a nomeação de Emir José Suaiden para o cargo de diretor do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB), órgão responsável pela formulação, implementação, monitoramento e avaliação da política da Secretaria Especial da Cultura no campo do livro e da leitura. Suaiden é professor titular da Faculdade de Ciência da Informação da Universidade de Brasília (UnB), mesma instituição de ensino superior que se graduou em 1971. O novo titular da DLLLB tem mestrado em Ciência da Informação pela Universidade da Paraíba e doutorado pela Universidad Complutense e pós-doutorado pela Universidad Carlos III, ambas em Madrid (Espanha). Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Leonardo Neto, 21/08/2020

Na semana passada, a Lista dos Mais Vendidos do PublishNews teve um pico, com a chegada de O sol da meia-noite (Intrínseca), o novo livro da saga Crepúsculo de Stephenie Meyer. Na comparação com a semana anterior, a lista cresceu 64% e o livro foi o primeiro a ultrapassar a marca semanal de 10 mil exemplares vendidos em 2020. O título continua liderando o Ranking Geral, mas com níveis relativamente mais modestos. Vendeu 3.920 exemplares. No entanto, os números gerais da lista apresentaram nova variação positiva, cresceram 13% em relação à semana passada. Boa parte disso veio da Lista Infantojuvenil, que cresceu 90%, impulsionada pelos boxes de Harry Potter (Rocco), com 2.723, e Anne de Green Gables (Ciranda Cultural), com 2.490. Negócios (+21%) e Autoajuda (+19%) também colaboraram para este aumento. E vem de Autoajuda o destaque desta semana: O tempo da felicidade (HarperCollins), terceiro colocado do Ranking Geral, com 2.973 exemplares vendidos na sua estreia. O livro foi escrito por Flora Victoria (na foto ao lado), que se apresenta "trocadilisticamente" como “especialista em florescimento humano”. Em O tempo da felicidade, a autora defende a ideia do “sabático da felicidade”, tempo para que o leitor dedique-se a si mesmo em busca de construir a sua própria felicidade. Parece que muita gente está precisando desse momento! O novato divide o pódio ainda com Pai rico, pai pobre (Alta Books), de Robert T. Kiyosak, que vendeu 3.330 nessa semana e ocupa a segunda posição do Ranking Geral. Quem não apareceu no pódio dessa semana, mas também merece destaque é Mais esperto que o diabo (Citadel), de Napoleon Hill. O livro fechou esta semana como o primeiro colocado na Lista Anual Parcial, ultrapassando A sutil arte de ligar o foda-se (Intrínseca), de Mark Manson, bicampeão do Prêmio PublishNews. Na semana, foram mais 1.640 cópias vendidas, número suficiente para colocar o título na posição de número sete do Ranking Geral. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da lista dessa semana.

PublishNews, Redação, 21/08/2020

Escritores de língua portuguesa escreveram uma carta aberta se posicionando contrários ao racismo, à xenofobia e ao populismo e em defesa de uma cultura e de uma sociedade livres, plurais e inclusivas. Nas últimas semanas, Portugal vem enfrentando diversos ataques que preocupam a população. Imigrantes africanos sofreram ataques racistas, deputadas e ativistas foram ameaçadas de morte e uma parada Ku Klux Klan aconteceu na sede da SOS Racismo. A carta aberta – assinada por nomes como José Luís Peixoto, Julián Fuks, Juca Kfouri, Leonardo Tonus, Luís Fernando Veríssimo, Luiz Ruffato, Maria Valéria Rezende, Mary del Priore, Mia Couto, Milton Hatoum, Isabela Figueiredo, Itamar Vieira Júnior, Noemi Jaffe, Nara Vidal, Nélida Piñon e Valter Hugo Mãe – exige compromissos políticos que detenham a escalada do populismo, da violência, da xenofobia, considerados pelos autores, “reflexos primitivos, retrógrados, obscurantistas, destrutivos e abjetos”. Em um esforço conjunto, os participantes do texto assumem o compromisso de “jamais participarmos em eventos, conferências e/ou festivais conotados – seja de que maneira for – com ideias que colidam com os princípios da tolerância e da dignidade humana”. E ainda fazem um apelo: “se distanciem de projetos e movimentos antidemocráticos e ajudem na consciencialização das novas gerações para a urgência dos valores humanistas e para os riscos das extremas-direitas. [...] Na certeza de que, como sempre nos mostrou a História, quem adormece em democracia acorda em ditadura”. O documento foi replicado na íntegra pela Fundação José Saramago e pode ser lido clicando aqui.

PublishNews, Redação, 21/08/2020

Tolkien poderá ter data especial no Brasil | © Divulgação / HarperCollins UKNo último dia 5, o deputado Jaziel Pereira (PL/CE) apresentou na Câmara o projeto de lei (PL) 4.093, que quer declarar o dia 25 de março como "Dia de Ler Tolkien". A data faz referência ao dia em que "um anel foi destruído" em O senhor dos anéis e é celebrada na Inglaterra desde 2003. Embora não faça nenhuma referência a isso na justificativa, ao jornal O Globo, o deputado defendeu que a obra de Tolkien tem “valores cristãos”. “O Brasil é um dos maiores países cristãos do Mundo, e Tolkien disse que sua obra é fundamentalmente religiosa e cristã. Seus valores refletem aqueles almejados por nossa sociedade. Só temos a nos beneficiar com o Dia de Ler Tolkien. É uma pauta ligada à educação e inspiração em nossos jovens e adultos”, explicou. Citada na justificativa do projeto de lei, a professora Maria Zilda da Cunha, do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da USP, questionou a iniciativa. “Entendemos a importância de experiências e reflexões sobre a formação do leitor contemporâneo e a relevância da leitura. Isso não nos autoriza a defender, em especial por meio de projeto de lei, o Dia de Ler Tolkien no Brasil”, disse.

PublishNews, Redação, 21/08/2020

A editora Devora criou uma campanha de financiamento coletivo no Catarse para a publicação do livro infantil As cores que faltavam em Alba. Na história criada pela autora Mariah Guidella, Alba é uma raposa que desconhece as cores por morar em um lugar onde tudo é branco – inclusive ela mesma. Seu maior desejo antes de morrer é ser capaz um dia de enxergar as mesmas cores e tons que as andorinhas diziam ver durante seus passeios em outras terras. A obra será ilustrada pela artista Mika Takahashi e os prêmios para quem ajudar o projeto incluem nome nos agradecimentos do livro, cartão para colorir, postais e senhas para um sorteio que dará um bordado com o desenho de Alba e um kit com ecobag e livros da Devora. Para contribuir é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 21/08/2020

O desafio educacional (Expressão Popular, 384 pp, R$ 40) apresenta textos (artigos de jornal, entrevistas para revistas e projetos de dispositivos constitucionais) produzidos por Florestan Fernandes entre 1978 e 1989, momento considerado pela historiografia conservadora como “período da abertura” da ditadura civil-militar brasileira, mas que apenas marcava uma nova postura das elites de se transformar para se conservar diante da incontornável e incansável resistência popular. Ciente de que a reivindicação abstrata por educação, por si só, não garante seu caráter transformador, o autor faz questão de contextualizar histórica, social e economicamente os esforços como político, como militante e como professor. Para ele, “uma escola que não seja capaz de funcionar como comunidade educacional não educa professor, não educa estudante e não educa funcionário. Deseduca a todos”.

PublishNews, Redação, 21/08/2020

A questão urbana (Paz & Terra, 602 pp, R$ R$ 109,90 – Trad.: Arlete Caetano), do sociólogo espanhol Manuel Castells, desvenda a ideologia produzida pela classe dominante, que procura ocultar a dominação e a exploração, a distribuição desigual dos serviços públicos e os equipamentos de consumo coletivo. Distancia-se do empirismo com que normalmente são tratadas as lutas sociais em torno das cidades e abre a possibilidade de análises sociológicas concretas das políticas públicas e do planejamento urbano. São tratados com profundidade – e abordagem histórica – temas como a construção de cidades determinadas pela lógica inflexível da acumulação de capital, as políticas urbanas e as formas de lutas encontradas pelos trabalhadores para enfrentarem o poder do Estado.

PublishNews, Redação, 21/08/2020

A imagem das novas corporações tem sido formada pelo foco no lucro, em detrimento das pessoas e do meio ambiente, mas, como demonstram Raj Sisodia, pioneiro do capitalismo consciente, e Michael J. Gelb, expert em inovação organizacional, essa abordagem do capitalismo não é mais viável. Estamos em um ponto de inflexão em que as empresas precisam assumir o controle da cura da crise de nossa era. Empresas que curam (Alta Books, 304 pp, R$ 64,90 – Trad.: Edite Siegert) ensina as organizações a se tornarem forças de cura. Para escrever a obra, os autores inspiraram na epidemia de sofrimento desnecessário, ligada à reduzida consciência das empresas, incluindo a destruição do meio ambiente; o aumento das pessoas que recebem seus salários e mal sobrevivem (apesar de trabalharem em período integral e até em mais de um emprego); o aumento dos índices de depressão e estresse, que levam a problemas de saúde crônicos; e a inimizade e desunião entre os que defendem um capitalismo desenfreado e os que apoiam o socialismo. Fundamentados por entrevistas extensas e aprofundadas, e por estudos de caso inspiradores, os autores mostram como diversas empresas estão curando seus empregados, clientes, comunidades e outros stakeholders.

“Taxar o livro é uma metáfora de queimá-lo.”
Jaime Pinsky
Editor brasileiro
1.
Sol da meia-noite
2.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
3.
O tempo da felicidade
4.
Box Harry Potter
5.
Coleção especial Anne de Green Gables
6.
Decida vencer
7.
Mais esperto que o diabo
8.
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente
9.
O fim em doses homeopáticas
10.
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente: Onde dorme o amor
 
PublishNews, Redação, 21/08/2020

Elas são oxigênio, alimento, combustíveis e matéria-prima. São fundamentais para a sobrevivência de toda a forma de vida do planeta, mas podem ajudar em diversos ouros aspectos. Pesquisadores da fitoenergética há mais de 15 anos, os escritores best-sellers Bruno Gimenes e Patrícia Cândido garantem que o reino vegetal tem um poder oculto: traz equilíbrio e, em muitos casos, a cura para o corpo e a mente. Toda a explicação sobre o assunto está no livro Fitoenergética (Luz da Serra, 400 pp, R$ 99). Em 2018, a fitoenergética foi reconhecida pelo Ministério da Saúde como uma prática integrativa e complementar. Na obra, os autores apresentam uma abordagem diferente, que exalta o poder oculto das plantas, relacionado às propriedades vibracionais, ou seja, a energia sutil contida nelas. A obra ganhou uma edição de colecionador com uma versão estendida, revisada e material inédito. No sábado (22), às 16h30, Patrícia Cândido e Bruno Gimenes participam de imersão para apresentar a obra aos leitores.

PublishNews, Estevão Ribeiro, 21/08/2020

 
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