Caso não consiga visualizar corretamente esta mensagem, clique aqui.
PublishNews 03/08/2020
A Fino Verbo é uma empresa de revisão, redação e preparação de textos para diversos segmentos, ou seja, se tem texto, nós podemos ajudar.
A BOOKPartners é uma distribuidora completa: atende toda a cadeia do livro e seus devidos processos. Em sua estrutura reúne cerca de 220 colaboradores, dois centros de distribuição, e-commerce e marcas voltadas a segmentos específicos de leitores.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Redação, 03/08/2020

Funcionários paramentados esperam os clientes da nova unidade da Leitura no Espírito Santo | © DivulgaçãoNo fim da semana passada, a Livraria Leitura inaugurou a sua segunda loja no estado do Espírito Santo. Localizada no Shopping Mestre Álvaro, na cidade de Serra, é a 73ª unidade da Leitura, confirmando como a maior rede de livrarias do país, em número de lojas. Segundo informou no último relatório mensal de atividades, a Saraiva conta com 69 unidades. A empresa, de origem mineira, reafirma o seu plano de expansão, que inclui cinco novas unidades até o fim do ano: no Shopping Jardim Norte, em Juiz de Fora/MG (agosto); no Park Shopping, em Brasília/DF (agosto); no Santana Parque Shopping, em São Paulo/SP (setembro) e ainda uma loja no Rio de Janeiro/RJ (outubro) e outra no Recife/PE (novembro).

PublishNews, Talita Facchini, 03/08/2020

No Brasil, o racismo estrutural está presente nas mais diversas áreas: na educação, na saúde, na cultura, nos esportes, no trabalho... e no mercado editorial não é diferente. Na semana passada, a Companhia das Letras divulgou um manifesto público a favor da diversidade que repercutiu no mercado nacional e internacional. No documento, a editora destaca que o racismo estrutura nossas relações e “impacta também o ambiente editorial, onde não só a maior parte dos funcionários em postos de direção são brancos, como os catálogos são majoritariamente compostos por autores brancos e de origem europeia”. Neste sentido, a empresa fez uma autocrítica e elaborou um plano de ações tendo a diversidade como foco principal. Para falar sobre o manifesto e explicar essas ações, o Podcast do PublishNews conversou com Luiz Schwarcz, fundador e CEO da Companhia das Letras, e Fernando Baldraia, editor de diversidade, cargo recém-criado pela editora. Na conversa, Schwarcz explicou que a Companhia fez uma autocrítica e partiu da visão de que tudo o que foi feito ainda é muito pouco. “Se nós conseguirmos tornar nossa equipe mais cheia de cores, com mais representatividade de outras formas de pensar, de outras formas culturais, nós seremos melhores”, disse admitindo que a Companhia reproduz o padrão da maioria das editoras: “Ela é muito branca”. Dentre as primeiras ações efetivas da empresa está a contratação de Fernando Baldraia, doutor em História pela Universidade Livre de Berlim, para o recém-criado cargo de editor de diversidade. “O meu cargo vai ser uma coisa transversal de tentar dialogar com os todos os selos da editora, conversar com os publishers e ver como é que as políticas de diversidade podem ser pensadas dentro da prática corporativa e editorial da empresa”, explicou. Clique no Leia Mais para ler a íntegra desta nota e ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

Uma matéria do The New York Times reproduzida na Folha fez uma análise sobre o setor editorial dos EUA. Segundo o texto, o mercado por lá está prestes a viver uma revolução, com novos líderes. Com a morte de titãs do setor dos livros como Carolyn Reidy, executiva-chefe da Simon & Schuster; Sonny Mehta, o antecessor de Reagan Arthur na Knopf; Susan Kamil, editora da Random House, e Alice Mayhew, editora da Simon & Schuster por muitos anos, o mundo editorial americano perdeu alguns de seus líderes mais destacados e agora, as editoras americanas veem uma onda de diversidade racial e de gênero em cargos de poder. No Estadão, o destaque foi a saída de Flora Süssekind da Fundação Casa de Rui Barbosa. A pesquisadora decidiu se aposentar depois de 39 anos na fundação. "Eu estava em licença prêmio desde janeiro, pensando se devia de fato sair, se seria mais útil, nesse momento, à Casa Rui, lá dentro ou fora. Conclui pelo fora. Mas é uma dor”, disse a pesquisadora ao Estadão. Em janeiro, ela e outros colegas foram exonerados de cargos de chefia do Centro de Pesquisa da Fundação ligada à Secretaria Especial da Cultura. A coluna da Babel informou que a Editora 34 prepara uma antologia com 101 poemas de Lawrence Ferlinghetti. E o Prêmio Serrote, que está com inscrições abertas até 1º de setembro, terá em seu júri Djamilia Pereira de Almeida, Carla Rodrigue, Paulo Roberto Pires e João Fernandes. O Valor reproduziu uma matéria do Financial Times que analisou as estratégias de Jeff Bezos para "seduzir" Washington e contornar a pressão do Congresso e da Casa Branca contra seus negócios. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

Shakespeare and Co. | © Serge MelkiA Itália, que em março se tornou o epicentro da pandemia na Europa, começa a falar em recuperação do seu setor editorial. De acordo com informações da Associação Italiana de Editores, que reportou queda de 70% do comércio de livros em março, a situação vem melhorando. Agora, em julho, a queda foi de 11% em relação ao mesmo período de 2019. “Os dados que apresentamos agora mostram sinais encorajadores de recuperação”, declarou Ricardo Franco Levi, que coordenou a pesquisa a partir de dados da Nielsen e da Informazioni Editoriali. Na França, o clima também é de otimismo. Entre 12 de maio – um dia depois da reabertura gradual das lojas físicas – e 12 de junho, as vendas de livreiros independentes cresceram 29% em relação a 2019. As informações são do Syndicat de la Librairie Française (SLF), entidade que agrega os livreiros independentes no país. No acumulado do ano, no entanto, as vendas ainda apresentam queda de 14% na mesma base de comparação. Outra entidade do livro na França, o Syndicat de l’Edition Française (SNE), que representa os editores, também se mostra otimista. No fechamento das lojas, em março, a organização falava em perda de 30% no ano. Essa conta foi revista e hoje, os editores estimam que fecharam 2020 com 15% a menos nos seus caixas. Isso graças aos 230 milhões de euros que o governo francês injetou no setor desde o início da crise. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

A editora Contexto abriu uma vaga para coordenador editorial que tenha experiência na função e facilidade para trabalhar em equipe. A editora pede também que os candidatos tenham domínio da língua portuguesa e conheça todas as etapas do fluxo editorial. As funções do cargo incluem a elaboração de cronogramas de produção dos livros; o gerenciamento de atividades da equipe interna de produção; contato com prestadores externos e autores; checagem de provas, plotters e epubs e elaboração de textos de quarta capa e orelha. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail luciana@editoracontexto.com.br e incluir a pretensão salarial.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

A edição 108 do jornal Cândido, da Biblioteca Pública do Paraná, traz uma reportagem sobre a polarização ideológica da sociedade brasileira atual e os reflexos diretos no mercado editorial. A partir de entrevistas com editores e acadêmicos, o jornalista Murilo Basso explica por que a média mensal de vendas de livros sobre política vem aumentando desde as "Jornadas de Junho" de 2013. E ainda seleciona as obras que fazem a cabeça de direitistas e esquerdistas assumidos. A edição traz ainda entrevista com o repórter Chico Felitti, autor de A Casa (Todavia); uma reportagem de João Lucas Dusi sobre a reação das editoras brasileiras à nova crise causada pela pandemia da Covid-19 e Christian Schwartz discute o desenvolvimento de traduções produzidas por máquinas. A versão on-line do Cândido pode ser lida em seu novo site.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

O Ciclo do autor homenageado -- atividade que antecede a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) e já tratou das obras de Mário de Andrade, Lima Barreto, Hilda Hilst e Euclides da Cunha -- ganha este ano, uma versão on-line a partir do dia 10 de agosto. Com curadoria de Fernanda Diamant e apoio do Sesc São Paulo, a série tem como proposta abordar a obra e a biografia da poeta americana Elizabeth Bishop (1911-1979) sob aspectos variados. Bishop, além de ser uma das grandes poetas do século 20, viveu duas décadas no Brasil. O país serviu de matéria para parte sua produção literária e epistolar. A autora também traduziu poemas e organizou uma antologia de poesia brasileira. A abertura acontece no dia 10, com uma conversa entre o poeta norte-americano Lloyd Schwartz, que foi amigo de Bishop e Paulo Henriques Britto, o tradutor e principal divulgador da obra da poeta no Brasil. No dia 11, a escritora Marilene Felinto, que fez uma série de reportagens sobre a poeta americana, conversa com a poeta Alice Sant'Anna, que também é a atual editora de Bishop na Companhia das Letras. O ciclo, que acontecerá sempre às 18h30, contará ainda com nomes como Stephanie Borges, Flora Thomson-DeVeaux, Humberto Werneck, Paulo Henriques Britto, Angélica Freitas e a cantora Juliana Perdigão. As inscrições podem ser feitas clicando aqui e a programação completa você confere aqui.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

Em 1963, em Angicos, interior do Rio Grande do Norte, 300 trabalhadores rurais foram alfabetizados em apenas 40 horas, pelo método proposto por Paulo Freire. Esse foi o resultado do projeto-piloto do que seria o Programa Nacional de Alfabetização do governo de João Goulart, presidente que viria a ser deposto em março de 1964. Em outubro desse mesmo ano, Freire deixou o Brasil para proteger a própria vida. Apenas voltou a visitar o país em 1979, com a abertura democrática. Ao longo de sua história, Paulo Freire recebeu mais de 100 títulos de doutor honoris causa, de diversas universidades nacionais e estrangeiras, além de inúmeros prêmios, como Educação para a Paz, da Unesco, e Ordem do Mérito Cultural, do governo brasileiro. Ao longo de sua vida, o educador deixou depoimentos, conferências, ensaios, cartas e diálogos. Alguns destes documentos foram reunidos no livro Pedagogia dos sonhos possíveis (400 pp, R$ 69,90), lançado em 2014 e relançado agora pelo selo Paz & Terra, do Grupo Editorial Record. Além de insistir na unidade indissolúvel entre teoria e prática, a obra convence o leitor da necessidade do respeito aos Direitos Humanos, da tolerância com o diferente e da inviabilidade da existência humana sem as utopias, sem a esperança e sem os sonhos. Organizado por Ana Maria Araújo Freire, Pedagogia dos sonhos possíveis tem prefácio da educadora Ana Lúcia Souza de Freitas.

“Cada livro cria a sua linguagem”
Cristovão Tezza
Escritor brasileiro
1.
DNA da cocriação
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Do mil ao milhão
4.
Decida vencer
5.
O milagre da manhã
6.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
7.
Box Harry Potter
8.
Os segredos da mente milionária
9.
A sutil arte de ligar o foda-se
10.
O poder do hábito
 
PublishNews, Redação, 03/08/2020

No livro Resgate da cidadania (Sesi-SP, 112 pp, R$ 34), o autor Ruy Martins Altenfelder da Silva reúne mais de 20 artigos com temas essenciais ao interesse nacional. O autor aborda com detalhes assuntos como, por exemplo, políticas públicas, constituição brasileira, relevância das Santas Casas, valorização da educação e de iniciativas como a Lei da Aprendizagem, geração de emprego, comunicação como estratégia para o sucesso empresarial e ética. Os artigos que integram o livro foram escritos e publicados por Altenfelder entre 2018 e 2020, em jornais como O Estado de S. Paulo e Correio Braziliense. No prefácio, o jurista, advogado, professor e escritor Ives Gandra da Silva Martins destaca que “os leitores deste livro de Ruy, uma vez mais, comprovarão esta procura incessante de veredas que possam levar o país a um futuro melhor para as futuras gerações.”

PublishNews, Redação, 03/08/2020

Além de diversas outras questões, o confinamento causado pela pandemia do novo coronavírus gerou um aumento alarmante nos casos de violência doméstica e feminicídio em diversos estados do Brasil. Seja qual for o tipo de violência, ela é uma das consequências dos relacionamentos abusivos. Para elucidar esse tema tão necessário, a Dra. Anahy D’Amico reuniu seus conhecimentos no livro O amor não dói (Paidós / Planeta, 160 pp, R$ 44,90). De acordo com a autora, reconhecer relacionamentos abusivos requer autoconhecimento, pois não é fácil desconstruir o que somos e modificar nossa visão de mundo, relacionamentos, expectativas e necessidades. Na obra, a psicoterapeuta explica ainda como essas relações problemáticas surgem, abordando questões como a maneira como as mulheres são vistas na sociedade, a falta de repertório sobre relacionamentos saudáveis e o medo do abandono. "O relacionamento saudável é fruto do amor que você sente por si mesma, do merecimento que acredita ter. Ele é, acima de tudo, uma dinâmica de respeito. Os dois lados se respeitam e se compreendem", afirma D’Amico.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

Em Nós somos o clima (Rocco, 288 pp, R$ 49,90 – Trad.: Maíra Mendes Galvão), Jonathan Safran Foer explora um dilema global de maneira urgente e pessoal: a crise ambiental. Em tempos de pandemia, quando Ciência e Sociedade questionam as escolhas que nos trouxeram até aqui, o autor defende que sempre existe uma pequena mudança para evitar o pior. Para Foer, essa mudança está na alimentação e, mais especificamente, no consumo de produtos de origem animal. O livro é dividido em capítulos que mostram fatos que evidenciam sua tese e que mudam a visão do leitor sobre sua relação com a comida. Alternando estatísticas e prognósticos sobre as mudanças climáticas com anedotas retiradas da história da humanidade e de sua vida, Foer oferece diferentes maneiras de encarar as informações das quais muitos de nós já dispomos sobre a crise planetária, que nos afeta de forma desigual e continua a se agravar.

PublishNews, Redação, 03/08/2020

Você pode ter dinheiro, fama, diplomas, falar vários idiomas e até ter uma ocupação profissional importante, mas se não souber lidar com pessoas – especialmente as mais difíceis –, não terá sucesso e realização em sua vida. No entanto, antes de lidar com os outros, é preciso aprender a lidar com você mesmo; esse é o primeiro passo para tratar com maestria diferentes tipos de pessoas. Isso é o que ensina o especialista em comportamento humano, empresário e escritor Ivan Maia, no livro O samurai e o guerreiro interior (Luz da Serra, 216 pp, R$ 59,90). Na obra, o autor fornece ferramentas e técnicas para que todos aprendam a lidar consigo, para que compreendam o que estão sentindo e, com domínio total das emoções, aprendam a conviver com o próximo de maneira harmoniosa.

 
©2001-2020 por Carrenho Editorial Ltda. Todos os direitos reservados.
Rua Fidalga 471, Conjunto 3 | Vila Madalena | São Paulo | SP | Brasil | 05432-070
O conteúdo deste site não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem autorização prévia.