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PublishNews 16/07/2020
Editora focada em publicações Jurídicas e Literárias, Prestação de Serviços para Produção Editorial e Gráfica, como foco na Divulgação, Distribuição e visibilidade para o autor em todo o mercado editorial nacional
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
O Estúdio Sopros oferece suporte editorial para editoras e autores
PublishNews, Redação, 16/07/2020

Navegando pela internet, é possível encontrar anúncio de livros digitais piratas sendo vendidos em marketplaces. Numa rápida busca na manhã desta quinta-feira (16), por exemplo, a redação do PublishNews encontrou a Potiguar Books, que oferece, por exemplo, uma “coleção” de livros de educação financeira, com cinco títulos: Como organizar a sua vida financeira (Campus), de Gustavo Cerbasi; O poder do hábito (Objetiva), de Charles Duhigg; A árvore do dinheiro (Insular), de Jurandir Sell Macedo Jr.; Pai rico, Pai pobre (Campus), de Robert Kiyosaki e Sharon L. Lechter; e Terapia financeira (Dsop), de Reinaldo Domingos. O “box” é vendido a R$ 27,99, sendo que a soma dos valores cobrados em canais oficiais ultrapassa os R$ 115 pelos cinco títulos. No início de 2020, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) publicou uma nota técnica que dispõe, além de outros assuntos, sobre a responsabilidade de plataformas de marketplace na coibição de pirataria digital. “Resta claro que produtos ilegais e falsificados (...) são proibidos de serem comercializados, inclusive em plataformas de comércio eletrônico”, diz a nota que vai além: os e-commerces “não podem se furtar da responsabilidade de comercializarem estes tipos de produto, alegando a impossibilidade de retirada dos anúncios em respeito à liberdade de expressão, pois disso não se trata, mas sim do exercício da liberdade econômica, que com ele não se confunde”. A nota técnica recomenda ainda que os provedores devem estabelecer critérios em seus termos de uso, políticas empresariais e outros regramentos que coíbam a comercialização de produtos ilegais ou pirateados. O Mercado Livre alterou os seus Termos e Condições e incluiu no rol de "Produtos Proibidos", os "Livros em formato intangível". No entanto, não há uma verificação destes itens, já que os anúncios estão ativos na plataforma. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Leonardo Neto, 16/07/2020

Na década de 1990, a gaúcha Suzana Vargas teve uma ideia: criar, no Rio de Janeiro, uma série chamada Rodas de Leitura, em torno das quais, alunos e grupos de leitura e de literatura pudessem se reunir e formar uma comunidade leitora. Daí nasceu, há 25 anos, a Estação das Letras. Nesses anos, a figura de Suzana – que é também poeta e se aposentou como funcionária da Biblioteca Nacional – se consolidou como uma missionária da literatura. E a sua trajetória a trouxe para a edição desta semana do PublishNews Entrevista, programa que busca formar um arquivo da memória editorial brasileira. Na conversa com André Argolo, ela resgatou memórias da infância no Rio Grande do Sul. Lembrou quando leu, ainda muito menina, Os homens ocos, poema de T.S. Eliot, por exemplo. “A coisa mais maravilhosa que encontrei na minha vida foi a literatura”, disse. Falou da sua chegada ao Rio de Janeiro para onde foi pensando em estudar Educação Física – gostava muito de esportes –, mas a escrita e a leitura falaram mais forte e ela seguiu para as Letras. Na entrevista, ela abre esse aquivo rico de vivências que a levaram a ser uma espécie de farol para as políticas públicas de escrita e leitura no Brasil, uma verdadeira inspiração para quem decide verdadeiramente se dedicar à Educação e à Cultura no Brasil. O PublishNews Entrevista é um oferecimento do #coisadelivreiro, consultoria em marketing e inteligência de negócios para o mercado editorial. Clique no Leia Mais para assistir ao programa.

PublishNews, Mike Shatzkin, 16/07/2020

Pouco antes de o mundo mudar, cerca de cinco meses atrás, em 18 de fevereiro, escrevi sobre duas iniciativas que faziam sentido para todos os editores e que levaria a um aumento de receitas e lucros. Uma era o Guaranteed Availability Program (GAP), da Ingram, que conecta o recurso de impressão sob demanda Lightning à capacidade de envio em 24 horas, entregando praticamente qualquer quantidade de livros para qualquer conta do mundo. O outro foi o programa de marketing “Ignition” da Open Road, uma maneira bastante automatizada de melhorar drasticamente o desempenho dos títulos de e-books. As táticas empregadas incluem melhorias nos metadados, ajustes de preços, descoberta otimizada para pesquisa que atrai dezenas de milhares de novos leitores todos os dias, oito boletins exclusivos que chegam a milhões de consumidores e uma variedade de sites específicos para cada gênero que direcionam os leitores para os livros que amam. O momento daquele texto de fevereiro foi acidentalmente profético. O mundo editorial praticamente fechou menos de um mês depois de ele ter sido escrito. É evidente para muitas editoras que o recurso GAP da Ingram foi um salva-vidas. Em uma semana recente, cinco dos dez maiores best-sellers em formato paperback do New York Times estavam sendo impressos usando o Lightning. O Ignition também foi desenvolvido para aproveitar as descobertas e compras digitais, algo que produz enorme valor adicional nesses tempos de pandemia. Para os parceiros que ingressam no programa, o Ignition oferece 100% de crescimento por meio de seus recursos de marketing digital. De fato, as vendas na Ignition aumentaram 75% nos quatro meses desde que publiquei o primeiro texto. Clique no Leia Mais e confira a íntegra deste artigo e conheça melhor as duas ferramentas disponíveis para o mercado norte-americano.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 16/07/2020

A idade parece aguçar a curiosidade (do latim curiositas, segundo o dicionário Gaffiot, desejo de informação, sede de conhecimento), e subitamente os assuntos aparentemente banais suscitam e instigam o desejo de conhecer a sua essência. Um dia me pergunto quais os motivos do símbolo “!” significar exclamação, e o “?”, interrogação. O que teria levado, na simbologia e na ortografia, a se considerar que esses sinais transmitiriam esses sentimentos, sensações ou impressões a respeito do texto escrito. [Nota do editor: Atiçado pela curiosidade, nosso colunista Gustavo Martins de Almeida foi atrás de repostas para estas questões. Pesquisou e trouxe aqui as explicações e ele ainda fez um bônus track, explicando de onde vieram as "aspas". Vale clicar no leia mais e conferir].

PublishNews, Redação, 16/07/2020

Pesquisa busca entender como as mulheres da Argentina, México e Espanha leem | © Christina @ wocintechchat.com / UnsplashNa próxima terça-feira (21), às 14h, o grupo Entre Editores e o PublishNews em Espanhol apresentam os resultados da pesquisa Mujeres que leem. A primeira edição do estudo, apresentado no ano passado, era restrito à Argentina. Em 2020, com o apoio do PublishNews em Espanhol, ele alcançou o México e a Espanha. Ao todo, foram recolhidas 30 mil respostas. “Como no caso da Argentina, na Espanha e no México, investigamos dentro do universo das mulheres leitoras, focando nas questões que as editoras precisam saber sobre elas, para melhor atendê-las: quantos livros elas leem, quais gêneros, como são informadas, a que horas elas leem, como é o processo de compra, como percebem os preços atuais, quais mídias elas leem, se vão às bibliotecas, se costumam dar livros de presente...”, explicou Trini Vergara, uma das coordenadoras da pesquisa. A apresentação será feita pelo canal do PublishNews em Espanhol no YouTube.

PublishNews, Redação, 16/07/2020

A editora Rua do Sabão lança hoje um concurso diferente para os leitores. Dentro da obra O sorriso do Leão há alguns enigmas matemáticos e os três primeiros leitores que resolverem a charada ganharão um prêmio em dinheiro. Para ganhar, o leitor precisa responder a seguinte pergunta: qual o nome de batismo da Valentina Valente? A resposta deve ser enviada para o e-mail editoraruadosabao@gmail.com. Ganham os três primeiros a responderem corretamente – o primeiro colocado ganha R$ 500 e o segundo e terceiro, R$ 300 cada –, dando-se a ordem pelo horário de chegada do e-mail na caixa de mensagens da Editora. Outra regra: o e-mail contendo a resposta deve ser o mesmo que efetuou a compra do livro, clicando-se em "encaminhar" e adicionando a resposta. Caso não seja possível por este método, pode-se sim enviar de qualquer e-mail, porém é preciso comprovar a compra do livro. Os ganhadores também não podem ser parentes e é preciso explicar como se chegou à solução.

PublishNews, Redação, 16/07/2020

Em mundo cada vez mais confuso sobre o que é certo ou errado; verdadeiro ou falso, qual é o papel de um super-herói? Cidadão Incomum – A ponta do iceberg (Guará, 24 pp, R$ 6), de Pedro Ivo, explora o que aconteceria se, no Brasil, pessoas de diversas classes sociais, etnias e orientações sexuais desenvolvessem superpoderes. Um assalto a ônibus interrompe o trânsito de São Paulo e une os destinos de três personagens completamente distintos entre si. Zika, um criminoso sem teto; Caliel, um inexperiente super-herói incapaz de controlar os próprios poderes, e Érico Loschiavo, um policial honesto e desiludido com o sistema, que luta contra um trauma pessoal e o vício em cocaína. A obra expande o universo criado no livro O Cidadão Incomum (Conrad), do mesmo autor, cujos direitos de adaptação para as telas foram adquiridos pela O2 Filmes. Na trama, Pedro Ivo revela como a mídia, a cultura das fake news, os poderes e os privilégios alteram a percepção da realidade e do outro.

PublishNews, Redação, 16/07/2020

Publicada no Brasil desde 2015, a série O árabe do futuro foi um best-seller na França e no mundo e recebeu o Fauve d’Or, o mais prestigioso prêmio do festival francês de Angoulême. Com cores vibrantes, traço único e uma narrativa ao mesmo tempo crítica e bem-humorada, o premiado quadrinista Riad Sattouf traça suas vivências de uma juventude nada comum, passada entre Ocidente e Oriente Médio. No quarto volume, Uma juventude no Oriente Médio (1987-1992) (Intrínseca, 288 pp, R$ 69,90 – Trad.: Débora Fleck), Riad tem nove anos e começa a compreender a dinâmica complicada de suas famílias — na França e na Síria —, os preconceitos vindos dos dois lados, o comportamento cada vez mais radical e insensato do pai e os conflitos no Oriente Médio nos anos 1990. Além disso, a chegada à adolescência traz outro embate explosivo: o amor. Nessa transição, ele se torna alvo dos garotos populares na escola, que implicam com seu jeito de falar, com seu sobrenome árabe e até com seu novo corte de cabelo.

“Nenhuma livraria é substituível.”
Rui Campos
Livraria da Travessa
1.
DNA da cocriação
2.
Mais esperto que o diabo
3.
O poder do sangue de jesus
4.
Obrigada, de nada
5.
Decida vencer
6.
Box Harry Potter
7.
Do mil ao milhão
8.
O milagre da manhã
9.
A sutil arte de ligar o foda-se
10.
O fim em doses homeopáticas
 
PublishNews, Redação, 16/07/2020

Bruce Wayne, quebrado e fora da ação devido ao seu épico confronto com Bane, designou um novo Cavaleiro das Trevas para manter os vilões bem longe. Jean Paul Valley, o Azrael, assumiu o papel do Cruzado Encapuzado. Porém nem tudo sai como o planejado e, com falta de integridade para exercer equilíbrio, Jean Paul lentamente vai perdendo a mão e acaba se afastando de Robin e do Comissário Gordon. Enquanto isso, Bane ainda está à solta e novos capangas aparecem na área para perturbar a paz. A queda do Morcego – volume 2 (Panini, 656 pp, R$ 99,90) dá continuidade à trajetória do personagem no período apresentado nos quadrinhos e traz mais detalhes sobre a ascensão do personagem que "quebrou" o Homem Morcego. O roteiro foi escrito por Doug Moench, Alan Grant e Chuck Dixon e a arte ficou por conta do trio Graham Nolan, Jim Balent e Mike Manley.

PublishNews, Redação, 16/07/2020

Guinevere chegou a Camelot para casar-se com um desconhecido: o carismático Rei Arthur. Foi Merlin, o velho feiticeiro, que enviou a princesa para desposar e proteger o monarca dos perigos que assombram as fronteiras da cidade e daqueles que esperam pela queda da idílica Camelot. No entanto, há um detalhe essencial nesta trama. O nome e a identidade verdadeira de Guinevere são um segredo. Houve uma troca, e ela é apenas uma jovem que desistiu de tudo para proteger o reino. Para manter o rei a salvo, Guinevere precisará transitar entre uma ultrapassada e uma nova corte. Entre aqueles avessos às mudanças e aqueles que anseiam por uma maneira melhor de se viver. Ela também sabe que, no coração das florestas, a magia aguarda pelo momento de reclamar aquelas terras lendárias. Em A farsa de Guinevere (Plataforma 21, 384 pp, R$ 54,90 – Trad.: Lavínia Fávero), primeiro livro da série As novas lendas de Camelot, escrita por Kiersten White, combates mortais, cavaleiros misteriosos e romances proibidos não são nada comparados ao maior perigo de todos: a garota de longos cabelos negros que cavalga pela escuridão da floresta em direção a Arthur.

PublishNews, Redação, 16/07/2020

Eleanor é nova na cidade. Com roupas inusitadas, cachos ruivos indomáveis e uma família problemática, ela sente que nunca vai conseguir se encaixar. Park senta sozinho no ônibus da escola. Sempre de camiseta preta, fones de ouvido e a cabeça enfiada num livro. Acha que assim consegue passar despercebido. Mas não para Eleanor. Aos poucos, entre fitas cassetes gravadas, pilhas de histórias em quadrinhos e conversas até tarde da noite, Eleanor e Park (Paralela, 360 pp, R$ 39,90 – Trad.: Lígia Azevedo) se apaixonam. Narrada durante o ano letivo de 1986, livro de Rainbow Rowell conta a história de dois jovens de 16 anos que, mesmo sabendo que o primeiro amor quase nunca é para sempre, têm coragem e esperança suficientes para tentar.

 
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