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PublishNews 24/03/2020
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PublishNews, Leonardo Neto, 24/03/2020

Correios suspendem serviço específico para envio de livros e isso causa preocupação entre livreiros | © Divulgação / CorreiosCom as lojas físicas fechadas, restam aos livreiros – independente do porte – a aposta das suas poucas fichas é no comércio eletrônico ou na venda a distância – por telefone, whatsapp ou qualquer outro canal que não demande o contato físico. Mas agora, esses comerciantes terão mais um obstáculo pela frente. É que os Correios suspenderam o serviço de Marketing Direto, muito utilizado por livreiros para o envio de seus produtos. É nessa categoria que está o envio de Impresso Normal – Registro Módico, produto dos Correios pensado exatamente para envio de livros, revistas, guias, anuários, boletins, catálogos e jornais segmentados. As alternativas são o PAC e o Sedex, serviços consideravelmente mais caros do que o Registro Módico. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 23/03/2020

Seguindo a onda de cancelamentos por conta da pandemia do novo coronavírus, a Flip decidiu adiar sua edição de 2020 para novembro. Em comunicado enviado à imprensa, a assessoria explicou que por conta do agravamento da pandemia e a necessidade de distanciamento social, com duração ainda bastante incerta, a Flip tomou as medidas cabíveis para preservar a saúde e segurança de todos. “Conscientes do impacto no cenário cultural brasileiro e na economia local, estamos trabalhando remotamente para manter a estrutura, a missão e os ideais da Flip em dia para a sua realização em novembro de 2020”. A 18ª edição da Festa Internacional de Paraty estava marcada para acontecer de 29 de julho a 2 de agosto e já tinha confirmado a presença do nigeriano Chigozie Obioma e do norte-americano Danez Smith.

PublishNews, Ricardo Costa*, 24/03/2020

Lojas fechadas, população em “autoquarentena”, autoridades de saúde lutando para derrotar a pandemia no mundo todo. Triste, mas a realidade é que não temos uma perspectiva imediata de volta à normalidade (seja lá o que isso signifique para cada um). Neste momento, todos sabemos que as compras – de qualquer produto – estão migrando forte e rapidamente para a internet. Os e-commerces, mais do que nunca, são o negócio da vez. E, em tempos de busca on-line, a Otimização de Serviço de Busca (em inglês SEO) é o que faz a diferença para que seu produto apareça no topo da lista de resultados ou lá pra baixo. O que é fundamental nesses serviços de busca? Metadados. [Nota do editor: Neste artigo, Ricardo Costa dá dicas práticas de como editores e varejistas podem tentar aumentar as suas vendas nos canais digitais a partir da otimização dos metadados. Clique no Leia Mais e confira estas dicas].

PublishNews, Redação, 24/03/2020

A editora Sesi-SP está à procura de professores autores de livros didáticos de ciências humanas, com o objetivo de elaborar o conteúdo didático, sob demanda, do ensino fundamental I (1º ao 5º ano) da Rede Sesi-SP de Ensino. A editora pede que os candidatos tenham experiência no trabalho com obras integradas que contemplem conhecimentos de história, geografia, filosofia e sociologia de forma interdisciplinar. Os interessados devem enviar e-mail para editorasesiautores@sesisp.org.br até 31 de março.

PublishNews, Redação, 24/03/2020

A Universidade do Livro inicia no dia 30 de março a versão on-line do curso Preparação e revisão: o trabalho com o texto. Ministrado por Ibraíma Dafonte Tavares, o curso pretende dar ao aluno um panorama teórico e prático do trabalho de preparação e revisão de texto para o mercado editorial, para que ele possa entender o seu papel no fluxo de produção e a sua relação com os outros atores do processo. O curso irá ainda discutir abordagens, técnicas e limites de intervenção no texto com exercícios práticos, de modo que o cursista tenha a oportunidade de testar suas próprias soluções. As aulas começam no dia 30 de março e seguem até 8 de junho e o investimento é de R$ 460 podendo ser dividido em até 6x.

PublishNews, Redação, 24/03/2020

A literatura produzida por mulheres mundo afora é o assunto de capa da edição 104 do jornal Cândido, publicado pela Biblioteca Pública do Paraná. O material, assinado pela crítica e ensaísta Camila von Holdefer, elenca um time de autoras de diversos países – entre nomes consagrados, novos talentos e resgates importantes –, com comentários das tradutoras de suas obras no Brasil. “Com frequência o nome de quem traduziu um livro é omitido. Quis que as próprias tradutoras apresentassem as autoras cuja leitura elas tornaram possível”, explica Camila. Chris Kraus, Ingeborg Bachmann, Siri Hustvedt, Bernardine Evaristo, Lucy Ellmann, Herta Müller, Olga Tokarczuk, Lydia Davis e Eileen Myles são algumas das autoras citadas e analisadas na matéria especial da edição. O Cândido 104 ainda traz uma entrevista com o jornalista Jotabê Medeiros (autor das biografias de Belchior e Raul Seixas), reportagem de Gisele Barão sobre os 60 anos da morte de Albert Camus, e a participação de dois “imortais”: Antonio Cicero e João Almino. Em razão do fechamento temporário da BPP para ajudar a conter a pandemia do novo coronavírus, a distribuição de exemplares impressos do Cândido de março foi suspensa, mas pode ser lida em seu novo site, clicando aqui.

PublishNews, Redação, 24/03/2020

“Senhores / O sangue dos meus avós / Que corre nas minhas veias / São gritos de rebeldia”, declara Carlos de Assumpção no emblemático Protesto. Escrito em 1956, o poema causou furor quando foi apresentado ao público pela primeira vez, na Associação Cultural do Negro, em São Paulo. Seus versos reescrevem a diáspora africana e denunciam um Brasil que traz na sua origem as marcas da injustiça, da desigualdade e da discriminação social. Décadas mais tarde, sua atualidade se mantém. Com dor e revolta, mas também com vitalidade e esperança na construção de um país mais justo, a escrita do poeta negro, muitas vezes comparado a Carlos Drummond de Andrade, é um testemunho poderoso sobre os tempos em que vivemos, um símbolo de luta contra o silenciamento e a opressão histórica. Não pararei de gritar (Companhia das Letras, 176 pp, R$ 49,90) reúne os poemas de Assumpção e foram organizados por Alberto Pucheu.

PublishNews, Redação, 24/03/2020

Através de sua carreira na literatura, Maya Angelou (1928 - 2014) presenteou e inspirou o mundo com suas palavras. Agora, a beleza e espírito dessas palavras vivem na coleção Maya Angelou: Poesia completa (Astral Cultural, 336 pp, R$ 49,90 – Trad.: Lubi Prates) que reflete a vida da escritora. Todas as suas frases poéticas, todos os seus versos comoventes podem ser encontrados nas páginas do volume - de suas reflexões sobre a vida afro-americana à celebração revolucionária da condição da mulher negra. Estão na obra poemas como Mulher fenomenal, E ainda assim eu me levanto, No ritmo da manhã e Mãe. A compilação serve para introduzir novos leitores à obra da poeta, ativista e professora.

“Livro é aconchego. Quando você pega uma obra que mexe com você, ela te faz companhia seja por provocar uma catarse, seja pelo prazer de caminhar na história.”
Leida Reis
Escritora, jornalista e fundadora da Livraria Páginas
1.
Mais esperto que o diabo
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
O milagre da manhã
4.
Do mil ao milhão
5.
Luluca - No mundo dos desafios
6.
Seja foda!
7.
Os segredos da mente milionária
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
Felicidade
10.
Mindset
 
PublishNews, Redação, 24/03/2020

Em A negra cor das palavras (Penalux, 102 pp, R$ 38), a autora Alexandra Vieira de Almeida faz uma leitura sobre os símbolos que permeiam a cor negra e branca, revelando que uma complementa a outra, nas suas simbioses e, ao mesmo tempo, diferenças. Além disso, numa temática social, procura revelar, através da negritude, a potência da língua e da voz de uma raça que foi tão oprimida. A escritora ainda brinca utilizando a tinta preta e o papel branco para contextualizar as diferenças e semelhanças de cada um. Para Antonio Carlos Secchin, professor emérito da UFRJ e membro da Academia Brasileira de Letras, que assina a quarta capa, Alexandra não tem um tom “panfletário” e busca a partir da expressividade artística e subjetiva dar sentidos diversos à cor negra e branca. “Por meio de imagens fortes, no manejo exclusivo do verso livre, o negror atravessa toda a obra, presente em 10 títulos de poemas e numerosas incidências ao longo dos versos”.

PublishNews, Redação, 24/03/2020

“Nós somos uma multidão que se fortalece. E, um dia, ainda vamos rir de tristeza e chorar de alegria.” Chorar de alegria (Globo Alt, 304 pp, R$ 39,90) é para quem sente demais e, por isso mesmo, sabe que a vida nem sempre é justa com quem leva o coração no bolso. Em uma coletânea de textos poéticos, as autoras Lorena Pimenta, Carol Stuart, Fernanda Gayo, Jéssica Barros e Maysa Muniz abusam do poder das palavras, ora ferindo, ora curando os leitores com narrativas pessoais que abrem a porta para reflexões universais. Chorar de alegria explora as muitas nuances dos complexos relacionamentos humanos e do que significa ser mulher no cenário atual. Com as poéticas ilustrações de Brunna Mancuso, o livro é uma mensagem de esperança – a esperança de que, se a vida nos der motivos pra chorar, que seja de alegria.

 
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