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PublishNews 18/02/2020
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PublishNews, Leonardo Neto, 18/02/2020

Cecília Meireles estreia na Lista Nielsen PublishNews com o infantojuvenil 'Ou isto ou aquilo' | © Arquivo NacionalCecília Meireles escreveu seu nome no cânone literário brasileiro e se sagrou como uma das maiores poetas que o país já teve. No entanto, o reconhecimento no meio literário não tinha lhe garantido até agora um espaço nas listas dos mais vendidos do PublishNews. Isso acaba de mudar, com a publicação da primeira Lista Nielsen PublishNews de 2020. No ranking que apura os autores nacionais mais vendidos nos estabelecimentos monitorados pelo instituto de pesquisa, o infantojuvenil Ou isto ou aquilo (Global) aparece na posição de número 16 da Lista de Ficção. Bom observar que a lista veio repleta de livros de livros infantis e juvenis: reflexo do Volta às Aulas. Dos 20 títulos mais vendidos em Ficção, 13 são voltados para esses públicos. Além do livro de Cecília Meireles, há outros três estreantes: O menino que aprendeu a ver (Salamandra / Santillana) e Bom dia todas as cores (Salamandra / Santillana), ambos de Ruth Rocha, e ainda Estrelas tortas (Moderna / Santillana), juvenil de Walcyr Carrasco. Outros grandes nomes da literatura infantojuvenil aparecem na lista como Eva Furnari, Pedro Bandeira, José Mauro de Vasconcelos, Ana Maria Machado e Ziraldo. Já a Lista de Não Ficção, trouxe um único estreante, não por acaso, também um infantojuvenil: Malala, a menina que queria ir para a escola (Companhia das Letrinhas), da jornalista Adriana Carranca. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da Lista Nielsen PublishNews de janeiro.

PublishNews, Redação, 17/02/2020

O livreiro Rui Paulo Diniz Gonçalves, da Livraria Palmarinca, de Porto Alegre, morreu na noite do último domingo (16). Ele estava fazendo a limpeza do telhado da livraria quando se desequilibrou e caiu. De acordo com o Jornal do Comércio, o Samu foi chamado, mas não deu tempo de socorrer o livreiro de 68 anos. A Palmarinca, instalada no centro histórico de Porto Alegre, está prestes de completar 50 anos e se consolidou como uma das mais tradicionais livrarias da capital gaúcha. O jornal conta também que, nos últimos anos, Rui vinha preparando o filho - Alexandre Gonçalves - para assumir o negócio.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 18/02/2020

“Reescreve automaticamente um grande número de artigos que você já possui. Se você hospeda artigos gratuitos e já possui um banco de dados de milhares ou milhões de artigos, use o serviço Spinbot para analisar rapidamente seu banco de dados e multiplicar o conteúdo existente”. Este é um dos atributos descritos no site do Spinbot. Ele reescreve o que a pessoa redigiu – ou obteve - de forma relativamente semelhante, de modo que eventual plágio se torna difícil de ser localizado. Prosseguindo na sua própria descrição do site, ele, Spinbot, se qualifica como “um reescritor de artigos com um clique que não requer inscrição ou registro se você deseja usar a versão gratuita. Tudo o que você precisa fazer é inserir texto legível por humanos e você receberá um texto legível por humanos.” Em outras palavras, temos um site de disfarce literário, que, num segundo, altera a estrutura de um texto, ou mistura vários textos, criando de forma inteligente, texto novo. É um fermento do plágio, um estímulo à preguiça intelectual, um empurrão na prática de fraude acadêmica. Não bastassem os sites que praticamente vendem trabalhos literários falsificados para estudantes (geralmente sob a fachada de adequação do trabalho a normas da ABNT), agora temos um gerador automático de conteúdo, um processador quase culinário de textos, transformando verduras em sopas. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 18/02/2020

A Boitempo abriu uma vaga para analista júnior de marketing. A editora pede que os candidatos tenham experiência mínima de um ano, preferencialmente no mercado editorial ou nas áreas de cultura e política, com desejável formação em Comunicação Social, conhecimento sobre marketing digital (estratégias e ferramentas) e noções de marketing de conteúdo. O contratado será responsável pela gestão e produção de conteúdo para redes sociais, bem como pela elaboração de estratégia e condução de ações de marketing. Interessados devem enviar currículo até o dia 19 de fevereiro para o e-mail curriculos@boitempoeditorial.com.br.

PublishNews, Redação, 18/02/2020

A Affonso & Castellano Livraria abriu uma vaga para auxiliar de vendas para atuar na filial do Tatuapé, bairro da Zona Leste paulistana. O contratado cuidará do atendimento aos clientes em geral, fará o controle do estoque e as reservas e vendas através do sistema específico da loja. É necessário ter experiência como vendedor de literatura de interesse geral e morar na região. Os benefícios incluem assistência médica e transporte. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail thais.castellano@gmail.com até 30 de março.

PublishNews, Redação, 18/02/2020

Um livro feito com a técnica pop-up é como uma verdadeira obra de engenharia em papel. Pensando em expandir esse tipo de produção, a espanhola Silvia Hijano Coullaut, fundadora do estúdio Libracos (Madri) e especialista ministra o curso a distância Criação de livros pop-up. Dividido em quatro módulos, o aluno aprenderá todas as etapas da produção do livro: corte, montagem, colagem, lombadas e encadernação. Além disso aprenderá também diferentes técnicas pop-up e ao final do curso deverá apresentar seu próprio livro. O curso é oferecido pela plataforma on-line Domestika e para mais informações é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 18/02/2020

O novo jogo político é marcado por figuras populistas que geram, a cada dia, uma nova gafe ou uma nova polêmica. Contudo, por trás de gestos que aparentam espontaneidade, está o trabalho árduo de ideólogos e, cada vez mais, de cientistas e especialistas em big data, sem os quais esses líderes nunca teriam chegado ao poder. É o retrato desses profissionais que o jornalista italiano Giuliano Da Empoli apresenta ao leitor no livro Engenheiros do caos (Vestígio, 192 pp, R$ 44,90 – Trad.: Arnaldo Bloch). Desde a história da micro empresa de web-marketing que se tornou o principal partido italiano, passando pelos cientistas de dados que venceram o Brexit e o caso Cambridge Analytica, até os teóricos de direita norte-americanos que catapultaram Trump para a Casa Branca, essa investigação revela uma galeria de personagens variados, quase todos desconhecidos do público em geral, mas que vêm mudando as regras do jogo político e a face das nossas sociedades.

PublishNews, Redação, 18/02/2020

Rucker e Leonnig são jornalistas com fontes exclusivas em Washington. Nos últimos três anos, fizeram reportagens aprofundadas sobre as formas como Donald Trump moldou o papel de presidente à sua própria imagem, desestruturando antigas alianças com países amigos e levando as instituições norte-americanas ao limite. Seria fácil confundir o primeiro mandato de Trump com um caos completo. Leonnig e Rucker mostram em Um gênio muito estável (Objetiva, 480 pp, R$ 74,90 – Trad.: Cassio de Arantes Leite, Denise Bottmann, Leonardo Alves e Renato Marques), que existe um padrão, uma forma de agir, que dá sentido aos desastres diários. Com centenas de entrevistas inéditas e uma rigorosa pesquisa, os autores revelam como pensa e como age o 45º presidente dos EUA. Eles nos levam aos meandros da investigação sobre a interferência russa nas eleições americanas de 2016, e mostram como o time de advogados de Trump luta para conter os danos à sua presidência. Também nos revelam os bastidores da Casa Branca, e como a equipe precisa lidar com suas decisões intempestivas, de impacto mundial.

“Sempre foi verdade que vender livros é um trabalho de amor para muitas pessoas.”
Mike Shatzkin
Colunista do PublishNews
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Do mil ao milhão
3.
Mais esperto que o diabo
4.
O milagre da manhã
5.
Essa gente
6.
Seja foda!
7.
Escravidão
8.
Como fazer amigos e influenciar pessoas
9.
O futuro do dinheiro
10.
Os segredos da mente milionária
 
PublishNews, Redação, 18/02/2020

Em junho de 2017, Travis Kalanick, o agressivo CEO da Uber, foi deposto em uma reunião do seu próprio conselho diretor, em um golpe que levou a um ano brutal para a gigante do transporte. A Uber estava no topo do mundo da tecnologia, mas para muitos a empresa era justamente o símbolo do que havia de mais podre no Vale do Silício. Apoiada por bilhões em dólares de capital de risco e liderada por um fundador impetuoso e ambicioso, a empresa prometeu revolucionar a maneira como pessoas e mercadorias se deslocam. Praticamente um “unicórnio” instantâneo, a Uber parecia estar ao lado de Amazon, Apple e Google como um titã da tecnologia. O que se seguiu se tornaria quase uma lição de moral sobre os perigos da cultura das start-ups e um exemplo vívido de como a adoração cega aos seus fundadores pode ser um grande equívoco. Em A guerra pela Uber (Intrínseca, 464 pp, R$ 59,90 – Trad.: Alexandre Raposo, Bruno Casotti e Leonardo Alves), o premiado jornalista do The New York Times, Mike Isaac, relata as batalhas da Uber com associações de taxistas, a cultura interna tóxica da empresa e as táticas para destruir qualquer obstáculo que estivesse impedindo o domínio do setor.

PublishNews, Redação, 18/02/2020

Todos querem mais segurança. No Brasil de hoje, ricos e pobres vivem sob a ameaça constante da violência: uma em cada 13 mortes por armas de fogo no mundo acontece no país. Não há como negar que os governos vêm falhando em cumprir seu dever constitucional de proteger a população. Neste cenário de medo e insegurança, é compreensível que surja todo tipo de proposta salvadora – principalmente no que diz respeito ao uso de armas por civis. O livro Armas para quê? (LeYa, 416 pp, R$ 54,90), de Antônio Rangel Bandeira, apresenta um guia para entender os números sobre controle de armas no mundo, e o que deu ou não deu certo na defesa da vida. O sociólogo disseca os fracassos e acertos alcançados na controversa e antiga relação entre armas de fogo, cidadãos, violência e segurança pública no Brasil e no mundo, reunindo dados, argumentos, projetos e experiências para mostrar o que há de mito e de verdade na tese de que armar a população é um instrumento de proteção da sociedade.

 
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