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PublishNews 21/01/2020
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PublishNews, Redação, 21/01/2020

Marina Colasanti e Ciça Fittipaldi foram indicadas ao Prêmio Hans Christian Andersen pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil | © Reprodução do Blog de Marina ColasantiPela terceira vez consecutiva, a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) indicou a dupla Marina Colasanti e Ciça Fittipaldi para o disputado Hans Christian Andersen, o mais proeminente prêmio da literatura infantil e juvenil no mundo. Nesta segunda-feira (20), o International Board on Books for Young People (Ibby), quem organiza o prêmio, divulgou o nome dos cinco finalistas à láurea que é considerada o Nobel da Literatura Infantil e Juvenil e as brasileiras ficaram de fora do páreo. Os autores que estão na disputa são: María Cristina Ramos (Argentina), Bart Moeyaert (Bélgica), Marie-Aude Murail (França), Farhad Hassanzadeh (Irã), Peter Svetina (Eslovênia) e Jacqueline Woodson (EUA). Os ilustradores-finalistas são: Isabelle Arsenault (Canadá), Seizo Tashima (Japão), Sylvia Weve (Países Baixos) Iwona Chmielewska (Polônia), Elena Odriozola (Espanha) e Albertine (Suíça). A estratégia da FNLIJ em repetir os mesmos indicados ano a ano não é nenhuma novidade. Roger Mello, por exemplo, o último brasileiro agraciado pelo prêmio esteve na lista de indicados por duas vezes (em 2010 e 2012) antes de ser premiado em 2014. “Marina é uma autora clássica, escreve dentro dos cânones e escreve muito bem. Já Ciça é uma ilustradora muito original. Ela começou ilustrando inspirada nos índios brasileiros e isso chama muito a atenção”, defendeu Wander Soares, presidente do Conselho Diretor da FNLIJ. Ele ressaltou também que a estratégia de representação dos nomes das duas deve seguir no que depender da entidade. “O que a Fundação faz é reapresentar e a gente reapresentou as duas esse ano. O Roger foi eleito pela terceira vez. Se elas quiserem, reapresentaremos em 2022 novamente. A gente tem um sonho de emplacar mais uma vez alguém do Brasil e eu pessoalmente tenho uma fé muito grande nas duas”, completou. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 21/01/2020

No próximo dia 29, o uma cerimônia no Palácio dos Bandeirantes – sede do governo paulista – vai dar reconhecimento a 15 profissionais da cultura que se destacaram ao longo de 2019 por suas realizações. É quando serão conhecidos os ganhadores do Prêmio Estado de São Paulo para as Artes 2019, que vai distribuir R$ 450 mil em prêmios. Na categoria Livro, Leitura e Bibliotecas concorrem Isabel Santos Mayer (Biblioteca Comunitária Caminhos da Leitura, em Parelheiros / LiteraSampa); Gislene Gambini (Livraria NovaSete), Pierre André Ruprecht (Biblioteca Parque Villa-Lobos), Sergio Vaz (Cooperifa) e Vítor Tavares (CBL). Outra pessoa ligada ao mercado editorial que aparece entre os finalistas é Mauricio de Sousa, que concorre na categoria Iniciativas Culturais para Crianças e Adolescentes. Ele está ao lado de Iberê Thenorio (Canal Manual do Mundo no YouTube), Kiko Mistrorigo (TV Pinguim), Patrícia Audi (Exposição Tarsila para Crianças, no Farol Santander) e Sérgio Silva Freitas (Catavento Cultural e Educacional). Cada um dos vencedores receberá um troféu e o valor de R$ 30 mil.

PublishNews, Ed Nawotka*, 21/01/2020

Com 110 mil m², a Bagh-e-Ketab, de Teerã, é a maior livraria do mundoQuer quebrar o ciclo de violência no Oriente Médio e no Irã? Envie poetas. Acha que parece absurdo? Na verdade, isso já foi tentado antes: em 2002, após o 11 de setembro e antes da invasão do Iraque pelos EUA, o Departamento de Estado enviou Writers on America – uma antologia que promove os valores norte-americanos e os EUA com 15 escritores, incluindo o então premiado poeta Billy Collins – para nações de língua árabe. Os cínicos pensaram que a charmosa ofensiva nunca funcionaria, mas quem já trabalhou, visitou ou se envolveu com o Oriente Médio sabe que há uma forte reverência pela poesia. Até que ponto? Bem, um dos programas de televisão mais populares do Oriente Médio se chama Poetas dos Milhões. Iniciado em 2006, é uma competição estilo reality show seguindo o modelo do American Idol que apresenta poetas de todo o Golfo recitando a poesia Nabati – uma forma de poesia vernacular beduína com cinco séculos de idade – e competindo por cerca de US$ 3,5 milhões em prêmios em dinheiro a cada ano. Então, meu conselho ao presidente Trump para evitar uma guerra em potencial com o Irã? Envie Rupi Kaur. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 21/01/2020

A escritora bielorrussa Svetlana Alexievich se lança como editora | © Margarita KabakovaPrêmio Nobel de Literatura em 2015 e destaque da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2016, a bielorrussa Svetlana Alexiévich anunciou que vai criar uma editora para publicar somente mulheres. “Essa proposta estimulará e dará confiança às autoras, fará que seus desejos de escrever aumentem”, declarou a autora de Vozes de Chernobyl (Companhia das Letras) ao semanário bielorrusso Nasha Niva. As primeiras obras previstas para a nova editora foram escritas por Eva Vezhnavets e Tatiana Skarínkina, ambas conterrâneas de Svetlana.

PublishNews, Redação, 21/01/2020

A feira e-cêntrica de publicações independentes, que em 2020 chega a sua terceira edição, abriu inscrições para 100 expositores em 2020. Até o dia 7 de fevereiro, publicadores de todo o Brasil podem se candidatar a uma vaga para a exposição de livros especiais, zines e artes gráficas. Programada para 7 e 8 de março, na Vila Cultural Cora Coralina, em Goiânia, a feira e-cêntrica é realizada pela NegaLilu Editora e pela Casa da Cultura Digital e conta com o apoio do Fundo de Arte e Cultura e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. Editoras independentes, selos literários, coletivos criativos, ilustradores, designers e artistas gráficos interessados em participar da e-cêntrica podem se inscrever no site da NegaLilu. Para esta edição da feira, não haverá cobrança de taxa de inscrição.

PublishNews, Redação, 21/01/2020

A Casa das Rosas (Av. Paulista, 37 – São Paulo / SP) abriu nesta terça-feira (21) as inscrições para o Poesia Expandida, curso gratuito de formação em poesia. São 25 vagas, cujas inscrições são gratuitas e podem ser feitas até dia 23 de fevereiro, com divulgação do resultado do processo seletivo em 12 de março próximo. Para se inscrever, os interessados devem apresentar três trabalhos poéticos – em verso ou prosa - de autoria própria, além de um texto de demonstração de interesse e também um breve currículo de dez linhas. As aulas começam no dia 19 de março e acontecem sempre às quintas, das 19h às 21h, e aos sábados, das 10h30 às 13h30 até o fim do mês de junho. Nos encontros, os alunos terão aulas teóricas e práticas, explorarão as diversas possibilidades expressivas da palavra, do som e da imagem, bem como a criação poética em diferentes suportes. Para mais informações, acesse o site da Casa das Rosas.

PublishNews, Redação, 20/01/2020

Em A fome vermelha (Record, 560 pp, R$ 97,90 – Trad.: Joubert de Oliveira Brizida), a jornalista e economista Anne Applebaum apresenta a perturbadora face da fome provocada por uma política de Stalin – e revela as motivações desumanas por trás da coletivização do campo na Ucrânia, em 1929. Neste ano, Stalin lançou uma política de coletivização da agricultura que expulsou milhões de camponeses de suas terras e os levou a fazendas coletivas. O resultado foi a mais letal fome na história da Europa, conhecida como Holodomor. Pelo menos cinco milhões de pessoas morreram entre 1931 e 1933 na União Soviética. A região da Ucrânia foi a mais afetada, com mais de três milhões de mortos, mas não em decorrência de condições climáticas adversas ou como resultado acidental de uma política catastrófica: o Estado soviético fez uso daquela barbárie para se livrar de um problema político e, em vez de enviar auxílio, trabalhou deliberadamente para exterminar a população Ucraniana, fechando as fronteiras da República e confiscando toda a comida disponível.

PublishNews, Redação, 20/01/2020

Na Europa, a Segunda Guerra já acabara em maio, com a derrota completa da Alemanha, e tudo levava à certeza mundial de estar selada a derrota japonesa, era só uma questão de tempo. Mas, no Japão, não. Levantou-se o caráter nacional em toda a sua força: “Rendição é pior que a morte. Mais digno de nós é morrermos todos!”. Os fatos narrados em História secreta da rendição japonesa de 1945 (Globo Livros, 472 pp, R$ 59,90 – Trad.: Glauber Vieira e Joubert de Oliveira Brizida) ficaram ocultos e hoje ainda são praticamente desconhecidos no exterior. As semanas agitadíssimas antes da rendição final japonesa, que marcou o fim do vasto império asiático, estão entre os eventos mais dramáticos da moderna história da humanidade. Contar os detalhes fartamente documentados dessa rendição, assim como analisar o papel desempenhado pelos seus principais atores – dentro e fora do Japão –, é o objetivo deste livro de Lester Brooks.

“A leitura do mundo precede a leitura da palavra.”
Paulo Freire
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