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PublishNews 09/01/2020
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PublishNews, Redação, 09/01/2020

Ignácio de Loyola Brandão, o homem de 2019, está nas lentes do primeiro PublishNews Entrevista de 2020 | © André ArgoloA Literatura tem licença para matar. Quando mata significados, ela os eterniza. Zero, na matemática, é uma coisa. Na gramática, é o mínimo. Na Literatura é o máximo. Ser mais do que Zero, portanto, é extrapolar. Um escritor pode ser maior do que sua obra? Ignácio de Loyola Brandão é mais do que Zero, livro lançado em plena ditadura militar, tratando dos efeitos de uma ditadura, que se eternizou, tornou-se um clássico. Loyola está nas lentes do primeiro PublishNews Entrevista de 2020. Na conversa que ele teve com André Argolo, falou sobre 2019, o ano que foi eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras e levou o Prêmio Juca Pato, como intelectual do ano: "Esse ano foi muito bom pra mim e pro Flamengo". Falou também sobre o cenário político e da necessidade de pessoas se posicionarem: “[Falar de política] é o que eu faço o tempo inteiro. O que foi a minha batalha na ditadura? Eu e toda a minha geração. E eu estou pronto agora de novo. A censura está aí. A arbitrariedade está aí, chegando, comendo pela borda que nem mingau”. O programa com Loyola inaugura uma nova fase da PublishNewsTV. O programa passa a ser patrocinado pelo #coisadelivreiro, consultoria em marketing e inteligência de negócios para o mercado editorial, e a estar disponível em áudio também pelas plataformas digitais: Spotify, iTunes, Google Podcasts e Overcast. Clique no Leia Mais e assista (ou ouça) ao programa.

PublishNews, Redação, 09/01/2020

Fachada da Fundação Casa de Rui Barbosa | © Ronaldo Caldas / Ascom / MinCO Diário Oficial da União trouxe, na última terça-feira (07), a exoneração da crítica literária Flora Süssenkind, da jornalista Joelle Rouchou e do sociólogo José Almino de Alencar e Silva Neto, respectivamente chefes dos centros de pesquisa em Filologia, História e Ruiano da Fundação Casa de Rui Barbosa. Os três eram funcionários de carreira da Fundação que é responsável pela guarda de acervos de escritores e intelectuais brasileiros. Antonio Herculano Lopes, diretor do Centro de Pesquisa, e Charles Gomes, chefe do Centro de Pesquisa em Direito, também foram exonerados. Os dois ocupavam cargos em comissão. No ano passado, a Secretaria Especial de Cultura, órgão responsável pela Casa, nomeou Letícia Dorneles, afilhada do deputado-pastor Marco Feliciano, como presidente da instituição. Letícia não possui nem formação acadêmica adequada e nem é especialista na obra de Rui Barbosa, duas exigências para ocupar o cargo. Mesmo assim, ainda está na direção da Casa. Ao Estadão, José Almino observou que o estatuto da instituição prevê que a escolha de novo diretor e dos novos chefes deve ser feita a partir dos quadros da própria Fundação. Ele também externalizou o seu temor de a nova direção querer acabar com o Centro de Pesquisa da instituição.

PublishNews, Redação, 09/01/2020

O Ministério da Cultura e Esportes do Catar, representado pelo Qatari Forum for Publishing and Distributors, órgão responsável pela Feira do Livro de Doha, acaba de lançar a primeira edição do Programa de Bolsas de Publicação de Doha que receberá a partir deste domingo (12), 42 editores do Catar, árabes e estrangeiros de 22 países para um fórum de dois dias de seminários com os principais especialistas da indústria editorial. A Dublinense foi a única editora sul-americana convidada para participar do programa e será representada pelo editor Gustavo Faraon. Na Feira do Livro de Frankfurt em 2019, a Dublinense vendeu pela primeira vez os direitos de um livro brasileiro para o mundo árabe. Inaugurado na 30ª edição da Feira de Doha, que acontece de 9 a 18 de janeiro, o programa tem como objetivos estabelecer relações profissionais entre os editores, promover o intercâmbio cultural e principalmente atender a indústria editorial do Catar, que ainda está no seu início. Nos seminários oferecidos pelo Programa, os participantes terão a oportunidade de ouvir especialistas no campo da publicação e direitos autorais.

PublishNews, Luciana Pinsky, 09/01/2020

Um dia você vai morrer e não saberei. Ninguém vai me contar, porque entre você e eu não há ninguém. Nem na vertical, nem na horizontal, muito menos na transversal. E se eu morrer antes e você não souber? Sem problemas, já estarei morta mesmo... Uma vez há muitos anos dançamos – um moço e eu – música lenta no meio do salão. Mas, repare, tocava punk rock dos pesados, todo mundo a mil e a gente lá, pertinho, em um ritmo todo nosso. Não era você, mas poderia ter sido, deveria ter sido, na verdade. Porque é isso a gente. Não importa nada, ninguém, entorno ou música. E nem, meu deus, o tempo. Como ousamos ignorar o Tempo? Clique no Leia Mais e confira a íntegra da crônica de Luciana Pinsky deste mês.

PublishNews, Redação, 09/01/2020

A Oficina Raquel inicia no próximo dia 21 o seu primeiro curso de 2020: Caminho das Pedras: da arte ao produto cultural. Idealizado e ministrado pela gestora cultural e empresarial Patrícia Castro, o curso tem como objetivo principal desmistificar e democratizar o acesso aos mecanismos da gestão e do empreendedorismo cultural. A metodologia consiste em realizar oficinas expositivas e participativas com apoio de recursos audiovisuais, através de palestra, visitas a editais e leis de incentivo on-line e workshop modelo Canvas, com a finalidade de praticar os conhecimentos adquiridos e orientar cada participante, para que no final do curso, todos produzam um anteprojeto. O workshop é composto por oito módulos com duração de 4h cada. A primeira turma inicia no dia 21 de janeiro, às 18h, na sede da editora (Rua Soriano, 55 - Casa 1, Tijuca – Rio de Janeiro / RJ). O investimento é de R$ 200 e para mais informações é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 09/01/2020

A Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC) avaliou suas atividades e divulgou seus resultados. No ano que passou, a instituição conseguiu fortalecer seus processos de comunicação e aumentou seus recursos com financiamento coletivo. Além disso, também participou em diversos eventos literários pelo Brasil e outros países que potencializaram a projeção da sua imagem institucional. Desde 2015, a RNBC atua na formação de leitores, na democratização do acesso à leitura e à cultura literária e na incidência por políticas públicas do livro e da leitura, que contemplem também às bibliotecas comunitárias. Com mais de 113 bibliotecas, em 22 municípios, nas regiões Norte, Nordeste, Sul e Sudeste, a rede atende um público médio de 23 mil pessoas, sendo que mais da metade é de crianças e jovens com até 18 anos. Para este ano, a instituição pretende lançar seu primeiro curso na Plataforma de Ensino a Distância (EAD), na área do livro e da leitura e criar uma rede de bibliotecas em Brasília. “A criação da nova rede permitirá colocar a região Centro-Oeste, no mapa de nossa atuação. Ainda está previsto que chegaremos ao Sul da Bahia”, explicou Cleide Moura integrante do Conselho Gestor da RNBC.

PublishNews, Redação, 09/01/2020

Posso pedir perdão, só não posso deixar de pecar (LeYa, 160 pp, R$ 45) foi o primeiro livro escrito pode Fernanda Young (1970-2019), aos 17 anos, e também o último a que ela se dedicaria, revendo os originais para a publicação mais de três décadas depois. No prefácio, Cecília Young, filha da autora, apresenta a narrativa como a história de “uma jovem que, ao ter sua primeira menstruação, começa a ver o mundo de outra maneira – uma que não condiz com o olhar religioso da sua família, e sim com a liberdade de ser mulher”. O livro, dessa forma, reflete as muitas facetas de Fernanda Young: a escritora “louca”, a poeta “maldita”, a mãe de muitos filhos e a mulher que sempre buscou diferentes formas de espiritualidade e de se relacionar com o mundo. A ilustração da capa é assinada por outra de suas filhas, Estela May Young.

PublishNews, Redação, 09/01/2020

O templo (Editora 34, 240 pp, R$ 56 - Trad.: Raul de Sã Barbosa), livro de Stephen Spender, merece lugar entre as grandes obras do período entre as duas guerras mundiais do século XX. Neste romance largamente autobiográfico, que começou a tomar forma em 1929 mas só foi publicado apenas em 1988, cruzam-se a inquietação — erótica, literária, política — do jovem Spender e a singularidade de um momento histórico — a República de Weimar — em que uma inédita liberdade de costumes florescia à sombra do nazismo já rampante. Crônica ficcional de um verão passado na Alemanha, em companhia dos amigos e escritores W. H. Auden e Christopher Isherwood, bem como do fotógrafo Herbert List, O templo come­ça como um romance de descoberta, de se assumir homosse­xual — ao mesmo tempo que retoma, em nova chave, a linhagem do romance de formação. Deixando a Inglaterra para trás, seu protagonista vive uma série de experiências que lhe abrem as portas, até então estritamente cerradas, do corpo e do prazer, longe da culpa e da censura.

“Cada leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo.”
Marcel Proust
Escritor francês (1871-1922)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Escravidão
3.
Essa gente
4.
Mais esperto que o diabo
5.
Do mil ao milhão
6.
21 lições para o século 21
7.
Seja foda!
8.
Prólogo, ato, epílogo
9.
Como fazer amigos e influenciar pessoas
10.
Sapiens
 
PublishNews, Redação, 09/01/2020

Cadafalso (Terceiro Nome, 240 pp, R$ 49), do escritor Roberto Elisabetsky, se passa nos anos 1930. A obra acompanha o percurso de duas judias ortodoxas, Malka e Eva, que partem para o Brasil em busca de uma nova vida e se deparam com o período turbulento de repressão policial e perseguição política praticados pelo governo de Getúlio Vargas. A estrutura do romance mescla figuras e eventos reais da história a personagens ficcionais. Malka e Eva desembarcam no Rio de Janeiro como prisioneiras da Zwi Migdal, organização criminosa ligada à comunidade judaica do Leste Europeu que explorava uma rede internacional de prostituição. A vida de ambas se torna uma sucessão de histórias impregnadas de preconceito, violência, perseguição, medo e corrupção.

PublishNews, Redação, 09/01/2020

Desordem (Chiado, 172 pp, R$ 39), livro de Leonardo de Souza Chaves, ficcionaliza a vida de um funcionário de uma empresa de ônibus, morador de Copacabana, que é acusado de um crime de roubo. As consequências dessa acusação para sua vida, seu trabalho, sua esposa e seus filhos adolescentes são apresentadas ao leitor como partes de um conjunto que contamina toda a sociedade. Com uma temática de cunho social, Desordem transita entre personagens da classe média carioca contemporânea e procura expor, com perspicácia, a rede que liga nosso cotidiano às questões jurídicas tão em moda nos dias de hoje: a falsa sensação de impunidade, o desconhecimento do processo penal e a denúncia sem convicção. A obra é uma narrativa centrada no momento político atual sem cair nas armadilhas fáceis de agradar a este ou àquele pensamento.

 
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