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PublishNews 15/10/2019
A Transporte Executivo Luiz Henrique Pinho oferece serviço de transporte para autores e colaboradores no Rio de Janeiro. Já atende editoras como Sextante e Intrínseca.
Tradutor Editorial (ING-PT), especialista em textos de não-ficção, sobretudo em temas ligados à aeronáutica, história militar, humanidades e ciências sociais. Trabalha para diversas editoras como tradutor e copidesque.
Com mais de 25 anos de experiência, a Claro e Ponto Assessoria em Produção de Textos oferece serviço de revisão e preparação para diversos gêneros textuais. Também trabalhamos com redação e edição de textos publicitários e jornalísticos.
PublishNews, Redação, 15/10/2019

Margaret Atwood e Bernardine Evaristo levaram o Man Booker Prize em 2019 | ReproduçãoO júri do Booker Prize, um dos mais tradicionais prêmios literários do mundo, resolveu dividir o galardão entre duas autoras: a canadense Margaret Atwood, por Os testamentos (em pré-venda pela Rocco), e a britânica Bernardine Evaristo, por Girl, woman, other, inédito no país. Embora não seja o primeiro empate da história do Booker Prize (aconteceu com Nadine Gordimer e Stanley Middleton, em 1974, e com Michael Ondaatje e Barry Unsworth, em 1992), o regulamento do prêmio não permitia mais essa possibilidade. Apesar disso, o júri não conseguiu chegar a um consenso depois de cinco longas horas de reunião, resolveu quebrar a regra e dividir entre as duas ganhadoras o prêmio de 50 mil libras. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 15/10/2019

Heinrich Riethmüller, presidente da Associação Alemã de Editores e Livreiros, está otimista em 2019 | Frankfurter Buchmesse / HerunterladenEm encontro com jornalistas na manhã desta terça-feira (15), Heinrich Riethmüller, presidente da Associação Alemã de Editores e Livreiros, falou que “o humor da indústria está bom”. Isso porque, de janeiro a setembro, o faturamento apurado com a venda de livros cresceu no país 2,5% na comparação com igual período do ano passado. “E nós estamos otimistas para o fim do ano”, completou. A Não Ficção tem papel fundamental nesse crescimento. As vendas desse segmento cresceram 9,6% nos três primeiros trimestres de 2019. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 15/10/2019

Heinrich Riethmüller, Juergen Boos, Olga Tokarczuk e Francis Gurry na coletiva para a imprensa na Feira de Frankfurt 2019No próximo domingo (20), o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado será homenageado em uma cerimônia na Paulskirche, uma igreja destruída na Segunda Guerra e reconstruída como símbolo da democracia alemã. Ele receberá o Prêmio da Paz do Comércio Alemão, concedido pela Federação do Comércio Livreiro do país. Ao conceder o título ao brasileiro, a entidade destacou que o seu trabalho promove a "justiça e a paz sociais" e põe em evidência o "debate mundial sobre a proteção da natureza e do clima". ** Na quinta-feira (17), às 13h30, está marcado um protesto no Agora, a área central dos pavilhões da Feira de Frankfurt. Free the words! Umbrellas for freedom of speech! quer mostrar solidariedade aos que lutam pela liberdade de expressão de Hong Kong. O livreiro dissidente Lam Wing Kee e o autor Liao Yiwu estão confirmados na manifestação. ** Ao ser perguntada, durante a entrevista coletiva de abertura da # FBM19, sobre sua imagem "boa menina" e a de Peter Handke como um "mau menino", Olga Tokarczuk respondeu que está acostumada a ser retratada na Polônia como uma "garota má". Tudo o que ela quer agora é aproveitar seu novo papel. ** Ainda durante a entrevista coletiva, Olga disse não ver oficialmente uma censura contra a escrita e os autores na Polônia, mas por outro lado, disse que se incomoda ao ver os próprios autores se censurando.

PublishNews, Pedro Milliet*,15/10/2019

No Brasil, segundo dados do IBGE de 2010, são mais de 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual. No mundo, a cada cinco segundos, uma pessoa se torna cega. O Sistema Braille foi criado em 1829 pelo francês Louis Braille e introduzido no Brasil em 1854, por José Álvares de Azevedo, com a fundação do Instituto Imperial dos Meninos Cegos, hoje Instituto Benjamim Constant, inaugurado por Dom Pedro II. De lá para cá, o braille como suporte para o efetivo aprendizado e letramento das pessoas com deficiência visual consolidou-se, no entanto poucas inovações ocorreram ao longo dessa história, até muito recentemente. Nesse novo cenário são notórios os ganhos em qualidade e em quantidade. As inovações tecnológicas permitiram a introdução de formatos digitais com áudio, melhorias expressivas na impressão braille, como a utilização de dados variáveis, a viabilização da impressão em baixas tiragens e a impressão da tinta sincronizada com o braille. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 15/10/2019

Na última semana, o austríaco Peter Handke recebeu o Nobel de Literatura de 2019, mas a escolha não agradou muita gente. Autores como Salman Rushdie, Joyce Carol Oates e Slavoj Zizek criticaram a entrega do prêmio, assim como a PEN América - organização que trabalha para defender e celebrar a liberdade de expressão nos EUA e no mundo -, que poucas horas depois da premiação emitiu um comunicado condenando a decisão. “Repudiamos a escolha de que um escritor que persistentemente colocou em dúvida crimes de guerra minuciosamente documentados mereça ser premiado por sua ingenuidade linguística”, declarou. Segundo o El País, o autor Hari Kunzru também ironizou sobre o gosto da Academia Sueca pela polêmica e acrescentou: “Handke é uma escolha problemática para um comitê do Nobel que está tentando voltar a reposicionar o prêmio após os últimos escândalos. É um bom escritor que combina uma grande profundidade com uma cegueira ética alarmante. Mais do que nunca precisamos de intelectuais que sejam capazes de fazer uma firme defesa dos direitos humanos”. Nos anos 1990, durante a Guerra da Iugoslávia, Handke apoiou líder sérvio Milosevic e sua condenação aos bombardeios da OTAN e os EUA. O The Times também se manifestou e chamou a escolha do autor austríaco de “perversa” e “um insulto às vítimas do genocídio”. Na última quinta, em Kosovo, foram reunidas 30 mil assinaturas para apresentar um pedido para que o Nobel de Handke seja retirado.

PublishNews, Redação, 15/10/2019

A Editora do Brasil, que publica livros para alunos e educadores com o objetivo de aprimorar a experiência com o material didático, abriu uma vaga para assessor pedagógico com experiência anterior com assessoria pedagógica em editoras de livros para atuar em Goiás. É necessário ter superior completo em Pedagogia, Letras, Biologia ou outras áreas voltadas para a educação e disponibilidade para viagens. As funções do cargo incluem prestar assistência pedagógica às escolas adotantes, prestando orientações didáticas e esclarecendo dúvidas; auxiliar a equipe de divulgação através de treinamentos em grupo; e assegurar o atendimento e a satisfação do cliente. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail: selecao.rh@editoradobrasil.com.br.

PublishNews, Redação, 15/10/2019

A Geração Editorial, editora localizada na Lapa em São Paulo, está à procura de um estagiário do último ano de cursos na área de humanas para atuar no setor de contas a receber. A editora procura jovens organizados e comprometidos e o horário de trabalho será das 9h às 16h. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail fernanda.emediato@geracaoeditorial.com.br.

PublishNews, Redação, 15/10/2019

A edição de outubro do Jornal Cândido, da Biblioteca Pública do Paraná, discute as novas e diferentes linguagens exigidas nos vestibulares. De Machado a Mano Brown é o título do especial de capa, que explica por que músicas, filmes e até desenhos animados são cada vez mais cobrados nos concursos. Na reportagem assinada pelo jornalista Murilo Basso, professores mostram como o conceito de literatura se expandiu ao longo dos anos e afirmam: a inclusão de obras não necessariamente literárias na lista de leituras obrigatórias é uma forma de oferecer aos estudantes uma experiência de aprendizagem mais completa. Outro destaque da edição do Cândido 99 a transcrição da edição de agosto do evento Um Escritor na Biblioteca, que trouxe a autora carioca Ana Maria Machado ao auditório da BPP. Na conversa, a ocupante da cadeira número 1 da Academia Brasileira de Letras falou, entre outros temas, sobre sua formação como leitora, a experiência como proprietária da livraria infantil Malasartes, o exílio na Europa durante a ditadura militar e a recente polêmica envolvendo o livro O menino que espiava pra dentro, acusado de incitar o suicídio.

“Precisamos dos livros mais do que nunca.”
Juergen Boos
Diretor da Feira do Livro de Frankfurt
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Escravidão
3.
Prólogo, ato, epílogo
4.
Ninguém é f#dido por acaso
5.
Luccas Neto em "Os aventureiros"
6.
Esteja, viva, permaneça 100% presente
7.
Mais esperto que o diabo
8.
O milagre da manhã
9.
Do mil ao milhão
10.
F*deu geral
 
PublishNews, Redação, 15/10/2019

Carlos Castelo, fundador do grupo musical Língua de Trapo, começou a produzir crônicas profissionalmente no jornal O Estado de S. Paulo, no final dos anos 1980. Escrevia às sextas, na coluna Antena, ao lado de Carlos Drummond de Andrade, Caio Fernando Abreu e Fernando Sabino. Em 2014, reestreia a coluna Crônica por Quilo. De lá para cá, saíram do forno 270 crônicas, divididas nos temas mais diversos. Sátira política, crítica aos costumes, paródias, microrrelatos, poesia engraçada, aforismos, contos surreais, ficção científica de humor, personagens improváveis. Tudo a serviço da avacalhação ampla, geral e irrestrita; já que, "quando não se pode construir nada de bom, o que nos resta é esculhambar", defende o cronista. O e-book Crônica por quilo (e-Galáxia, R$ 19,90) reúne uma seleta de 88 desses textos.

PublishNews, Redação, 15/10/2019

Aos 15 anos, Will conhece intimamente a violência. Ela está à espreita no dia a dia de seu bairro, nos avisos para que não volte tarde para casa, nos sussurros dos vizinhos sobre mais uma pessoa que foi morta. Dessa vez, os sussurros são sobre seu irmão mais velho, Shawn, assassinado na rua onde a família mora. Contado do ponto de vista de Will, Daqui pra baixo (Intrínseca, 320 pp, R$ 49,90 – Trad.: Ana Guadalupe), de Jason Reynolds, é uma narrativa ágil que se passa em pouco mais de um minuto — o tempo que o elevador do prédio leva para chegar ao térreo. Esse é o tempo que Will tem para descobrir se vai seguir as regras de sua comunidade ou se é possível não perpetuar o ciclo de violência.

 
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