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PublishNews 08/08/2019
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PublishNews, Redação, 07/08/2019

Mais uma vez a decisão sobre o futuro da Saraiva, em recuperação judicial, é adiada. A Assembleia Geral de Credores, marcada para a manhã desta quarta-feira (07), foi novamente suspensa e um novo encontro foi agendado para o próximo dia 23. A proposta de adiar foi apresentada pela própria varejista e foi apoiada por 96,6% dos credores presentes. Editoras como Global, Vozes, Todavia, Pearson Education e Nova Alexandria foram algumas das poucas empresas que quiseram já votar pela aprovação ou não do plano. A Saraiva tem enfrentado resistência por parte de seus credores em aprovar o plano de recuperação judicial. Uma primeira proposta era pagar, ao longo dos próximos 14 anos, 5% do total das dívidas e transformar os 95% restantes em debêntures, títulos da dívida da empresa. Diante da recusa por parte dos credores, a empresa reviu o seu plano e propôs pagar os 95% restantes por meio de um rateio de fundo de caixa que seria acumulado ao longo dos 14 anos. Além de considerarem muito duro, os credores não percebem que haja lastro nessa proposta. A empresa tem apresentado prejuízos sucessivos ao longo dos últimos meses, conforme demonstram os seus Relatórios Mensais de Atividades (RMA). Mas, mais do que isso, há uma pressão para que a família Saraiva deixe o comando do negócio. Fonte ouvida pelo PublishNews comentou que parte dos credores está se articulando para capitalizar a empresa, mas com a condição de que Jorge Saraiva Neto largue o manche da recuperanda. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 08/08/2019

© Wiki Commons / Patrick CorreiaA Turquia continua sofrendo com a censura e repressão estatal. Em 2016, em resposta a uma suposta tentativa de golpe, Recep Tayyip Erdoğan, o presidente do país, determinou a prisão de 50 mil pessoas, dentre eles, 180 eram jornalistas e escritores. Naquele mesmo ano, Heinrich Riethmüller, presidente da Associação Alemã de Editores e Livreiros, leu, durante a cerimônia de abertura oficial da feira de Frankfurt, uma carta escrita pela romancista turca Asli Erdoğan, presa pelo regime do presidente Tayyip Erdoğan. Nesta semana, o The Guardian noticiou que mais de 300 mil livros foram removidos de escolas e bibliotecas turcas e destruídos desde a tentativa de golpe de 2016. O ministro da Educação da Turquia, Ziya Selçuk, disse que o governo está reprimindo qualquer coisa ligada a Fethullah Gülen, o clérigo muçulmano norte-americano acusado pelo país de instigar o golpe militar fracassado há três anos. Para se ter uma ideia da censura realizada, um livro de matemática foi banido por apresentar as iniciais de Gülen em uma pergunta e o jornal turco BirGün informou que 1,8 milhão de livros didáticos foram destruídos e reimpressos por conterem a palavra "Pensilvânia", censurada porque é onde Gülen vive em um complexo protegido. Em apenas três anos, 29 editoras e 200 meios de comunicação e organizações de publicação foram fechados, 80 escritores foram submetidos a investigações e 5.822 acadêmicos foram demitidos de 118 universidades públicas.

PublishNews, Redação, 08/08/2019

Denise Guilherme, Ricardo Costa e Karina Pino participaram da mesa 'A agulha no palheiro - como os metadados podem ajudar, na prática, a encontrar o livro certo pra pessoa certa’ | © André ArgoloNo episódio de hoje da Audioteca Paraty, que tem trazido os áudios das mesas que compuseram a programação da Casa PublishNews na Flip deste ano, traz a íntegra da mesa A agulha no palheiro – como os metadados podem ajudar, na prática, a encontrar o livro certo pra pessoa certa, que reuniu Denise Guilherme (Taba), Karina Pinho (Storytel e ex-curadora da Bienal Internacional do Livro de São Paulo) e Ricardo Costa (Metabooks). Na mesa, eles destacaram como os metadados podem ajudar o trabalho de curadores tanto na escolha de livros para compor o acervo de um clube de assinaturas quanto da programação de um grande evento como a Bienal do Livro de São Paulo. Para ouvir o programa, clique no Leia Mais.

PublishNews, Redação, 08/08/2019

Vencedores da 3ª edição do Prêmio IPL | © DivulgaçãoO Prêmio Retratos da Leitura, realizado pelo Instituto Pró-Livro, abrirá as inscrições para sua quarta edição na próxima (15). Com a iniciativa, que chega agora a sua quarta edição, o instituto quer encontrar projetos que se destaquem em todo o país quando o assunto é estimular a leitura e formar leitores. Serão selecionados projetos em quatro categorias: Empresas da cadeia produtiva do livro; Organizações sociais; Mídias; Bibliotecas públicas e comunitárias. A novidade desta edição é que podem se inscrever, também, bibliotecas escolares que desenvolvam projetos de leitura. As inscrições poderão ser feitas por meio da Plataforma Pró-Livro até o dia 26 de setembro. Projetos já cadastrados ou finalistas nas edições anteriores podem concorrer novamente, mas não estão automaticamente inscritos. É necessário fazer a inscrição para concorrer à edição de 2019. A entrega do prêmio acontecerá em dezembro.

PublishNews, Redação, 08/08/2019

A carioca Travessa abre, nesta sexta-feira (09), as portas da sua primeira livraria de rua de São Paulo. Localizada na Rua dos Pinheiros, 513, a nova loja tem 200 m² nos quais estarão dispostos 18 mil volumes. O primeiro marco da Travessa na capital paulista foi no Instituto Moreira Salles, onde mantém uma pequena livraria. A nova loja começa a receber seus clientes nesta sexta e no sábado (10) recebe o autor Leonardo Padura, que assinará a obra A transparência do tempo (Boitempo), das 18h às 20h, mas a festa de inauguração está marcada para o próximo dia 18. O projeto de reforma do imóvel ficou a cargo da arquiteta Bel Lobo que previu um minicafé dentro do espaço. Essa é a segunda unidade que a Travessa inaugura em 2019. A primeira foi no Além-Mar, no bairro lisboeta do Príncipe Real. Para 2020, a livraria já anunciou a inauguração de uma nova loja em Niterói.

PublishNews, Redação, 08/08/2019

Nesta quarta (7), os funcionários do Ibama foram surpreendidos com uma aglomeração de pessoas na frente do prédio da superintendência do órgão, no Setor de Autarquias Sul, em Brasília. É que circulou em grupos de WhatsApp a notícia falsa de que ali haveria a doação de livros didáticos, técnicos, de literatura clássica, infantis e gibis. A fake news dizia ainda que as obras que restassem seriam incineradas. Ana Luiza Pupe, coordenadora-geral de Apoio à Estruturação da Produção Familiar do Ministério da Agricultura, disse ao Correio Braziliense que a notícia foi um absurdo. "Na hora que vimos a mensagem, tentamos conter a crise, porque imaginamos que algumas pessoas viriam. Só não pensávamos que seria tanta gente, como foi. Vieram pessoas do Gama, dizendo que receberam a informação em um grupo, e gente que veio de ônibus, por exemplo”, contou. A mensagem continha ainda vários erros, como por exemplo, a informação de que a ação aconteceria até "quinta-feira, 7/08", sendo que dia 7 caiu numa quarta. Pupe lembra ainda que as pessoas precisam ter em mente que comunicações oficiais são feitas por órgãos oficiais. "Não houve qualquer informação do Ibama ou do Ministério da Agricultura. Veio do WhatsApp, isso não é oficial", afirmou.

PublishNews, Redação, 08/08/2019

Senador Izalci Lucas fará a relatoria do PL 461 / 2018 na Comissão de Educação | © Jefferson Rudy / Agência SenadoO projeto de lei (PL) 461/2018, que quer alterar a Lei Brasileia de Inclusão para determinar que bibliotecas públicas adquiram versões acessíveis de todas as obras a serem incorporadas nos seus acervos, terá a relatoria do senador Izalci Lucas (PSDB-DF) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte. O projeto, de autoria do senador Romário (Podemos / RJ) prevê ainda que a conversão de obras existentes para a consulta por pessoas com deficiência visual não será considerada violação de direito autoral. A matéria tem decisão terminativa na CE, ou seja, não precisará passar pelo plenário do Senado. De lá, se aprovada, segue direto para a Câmara dos Deputados, antes de ir para a sanção presidencial. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 08/08/2019

Um foca. Um iniciante no jornalismo, tão ambicioso quanto desesperado para ganhar fama e escapar da penúria em que vive. Este é o protagonista da viagem ao recente passado brasileiro, tão cheio de paralelos com nosso presente, a que Edney Silvestre leva o leitor em O último dia da inocência (Record, 196 pp, R$ 39,90). Ao aceitar a dica de um tarimbado fotógrafo, o protagonista sem nome vai se enredando em uma trama onde nada é o que parece, ninguém é quem diz ser, e crimes vêm sendo encobertos desde a ditadura de Getúlio Vargas. Enquanto todos os repórteres estão no centro do Rio de Janeiro, o jovem órfão vindo do interior vai para o subúrbio, seguro de estar na trilha do grande furo jornalístico de sua vida, sem imaginar a armadilha em que seria jogado. Inteiramente passado em 13 de março de 1964, O último dia da inocência mistura situações e personagens reais a criações fictícias, explorando destemidamente todas as possibilidades de sua vocação para o duplo, para o engano, para enganar. O lançamento do livro acontece na próxima quinta (15), às 18h30, na Martins Fontes da Paulista (Av. Paulista, 509 - São Paulo / SP).

“A literatura é a expressão da sociedade, como a palavra é a expressão do homem.”
Louis Bonald
Filósofo francês (1754-1840)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Do mil ao milhão
3.
O milagre da manhã
4.
Mais esperto que o diabo
5.
F*deu geral
6.
Seja foda!
7.
O poder da autorresponsabilidade
8.
A garota do lago
9.
Brincando com Luccas Neto
10.
Buda dançando numa boate
 
PublishNews, Redação, 08/08/2019

Em Não, não é bem isso (Não Editora / Dublinense, 160 pp, R$ 44,90), um conjunto de experiências narrativas, o autor Reginaldo Pujol Filho parece querer começar do zero após cada ponto final. O resultado é uma diversidade de formatos e estilos, que vão desde uma narradora criança a uma página de Wikipédia, de um monólogo teatral a uma nova visão sobre a arca de Noé, do humor à reflexão. Reginaldo muda de voz de uma narrativa para outra. Uma voz que já não é feita só de palavras e frases, mas também da disposição delas na página e da própria página. Para o autor Sérgio San’Anna, que assina a quarta capa do livro, há “um humor muito inteligente que atravessa o volume todo. É uma leitura que traz grande prazer, com uma linguagem irretocável”.

 
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