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PublishNews 06/05/2019
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PublishNews, Redação, 06/05/2019

Saraiva do Shopping Higienópolis, em SP, foi uma das fechadas em março | © Leonardo NetoDesde o seu pedido de recuperação judicial, a Saraiva encerrou as atividades de 25 lojas e descontinuou a sua operação de informática e telefonia. Esses dois movimentos levaram a companhia a uma queda do seu faturamento no mês de março. No geral, a diminuição da receita bruta foi de 68,6%, sendo que as lojas físicas perderam 63% e o e-commerce registrou queda de 79% quando comparado com igual período de 2018. Em números absolutos, a varejista vendeu R$ 65,8 milhões em março passado ante os R$ 203,5 milhões apurados em 2018. Com o fechamento de lojas e outros ajustes, as despesas operacionais atingiram R$ 48,4 milhões, queda de 24% na mesma base de comparação. O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado de março de 2019 foi negativo em R$ 7,2 milhões, contra R$ 3,8 milhões positivos em março de 2018. No período, a varejista apurou prejuízo líquido de R$ 19,9 milhões. No mês passado, a Saraiva encerrou as atividades de três lojas (Copacabana / RJ, Rua São Bento / SP e Higienópolis / SP) e demitiu 77 funcionários. Esses dados estão no relatório mensal publicado pelo administrador judicial.

PublishNews, Redação, 06/05/2019

O Podcast do PublishNews dessa semana foi um pouco diferente. Com a presença de Carlo Carrenho, fundador do PN, nós comentamos algumas notícias da semana, como as vendas de audiolivros que colocaram grandes editoras no azul em 2018, a pesquisa feita na Argentina por Trini Vergara que mapeou como as mulheres por lá leem e a pesquisa da GfK do último mês. Mas o foco da nossa conversa foi mesmo a Pesquisa Fipe, divulgada na última semana. Nossa equipe estudou a pesquisa e analisou os principais pontos apresentados, como a queda no mercado pelo quinto ano consecutivo, e a queda no CTP, que caiu nominalmente 17,33% (20,3% se considerar a inflação). “Basicamente, o que eu acho que temos nesse setor é uma apostilização do sistema de educação, também a educação em si entrou em crise, dentre outros fatores. Essa é a queda que mais chama atenção”, comentou Carrenho. Falamos também sobre o Prêmio PublishNews que aconteceu na última semana e que reuniu no Goethe Institut diversas pessoas do mercado editorial. Além do bate-papo que teve com o homenageado da noite, Leonardo Neto, nosso editor-chefe, trouxe para o podcast outra mini entrevista com Luiz Alves Jr., fundador da Global Editora e com Daniela Kfuri, da HarperCollins, e que ganhou o prêmio de Profissional de Marketing e de Vendas do Ano de 2018.

PublishNews, Redação, 03/05/2019

Morreu na tarde da última sexta-feira (03) Wagner Veneziani Costa. O editor presidente da Madras tinha 56 anos e morreu em casa. Há quatro anos, sofreu dois enfartos o que o fez diminuir sua carga de trabalho. Pelas redes sociais, funcionários e ex-funcionários lamentaram o falecimento. Pedro Almeida, curador do Prêmio Jabuti e sócio da Faro, disse: “Madras foi minha primeira experiência em editora voltada para o mercado. Wagner me proporcionou inúmeros aprendizados. Por quatro anos aprendi sobre gestão, contratos, marketing e promoção, pois tinha sua confiança e amizade. E nunca deixamos de nos falar depois que saí. Wagner era generoso, preocupado com as amizades, com todos ao redor. Vai fazer falta sua alegria nas bienais”. “Devo a ele o conhecimento que tenho hoje. O Wagner era uma pessoa incrível, muito autêntico, mas só quem conviveu com ele sabe o quanto seu coração era de manteiga”, comentou Arlete Genari, editora-assistente da casa.

PublishNews, Redação, 06/05/2019

Antes mesmo de completar 30 anos, a nigeriana Ayobami Adebayo havia acumulado uma significativa lista de realizações: foi aluna de Chimamanda Ngozi Adichie e Margaret Atwood, teve seu romance de estreia publicado em uma série de países e citado nas listas de melhores livros de 2017, por veículos como The New York Times e The Guardian. A autora de Fique comigo, lançado no Brasil no ano passado pela HarperCollins, é a 11ª presença confirmada na Flip 2019 (10 a 14/07). “A escrita de Ayobami Adebayo é viva e cativante, o livro é desses que você não consegue largar. É uma história muito comovente e emocionalmente forte sobre relações familiares. Essa narrativa, somada às questões sobre tradição e modernidade, masculino e feminino que aparecem no livro, criam uma grande estreia literária”, afirma Fernanda Diamant, curadora do Programa Principal da festa literária. Para o arquiteto Mauro Munhoz, diretor geral e artístico do Programa Principal da Flip, “a literatura africana contemporânea começa a chegar no Brasil para um público mais amplo agora. É da natureza da Flip ajudar a arquitetar essa ponte entre a Nigéria e os leitores brasileiros, como aconteceu com a vinda de Chimamanda Ngozi Adichie, em 2008”.

PublishNews, Redação, 06/05/2019

Para se manter bem no mercado é preciso se reinventar. Pensando nisso, a Época publicou uma matéria que mostrou como os escritores conseguem fazer dinheiro à margem dos grandes mercados editoriais. Para um dos entrevistados, que se vê como “feirante”, a crise da Saraiva e Cultura não o afetou, isso porque assim como inúmeros outros autores oriundos da periferia, ele não está nas livrarias. A matéria chama ainda de “mercado paralelo” que se retroalimenta e vem permitindo — também — a sobrevivência de escritores fora do circuito editorial tradicional. A Folha publicou uma matéria sobre a Gangue dos Tintim, criminosos que atormentam livrarias da capital colombiana há cerca de dois anos e que atrapalham o trabalho da nova geração de livrarias de rua da Colômbia. Uma das livrarias teve 26 HQs furtadas de suas prateleiras, e uma outra, mais 20 obras. Para Edgar Blanco, editor da Animal Extinto e ex-livreiro que também foi vítima da gangue, Tintim é escolhido por ser fácil de revender. A gangue parece ter passado pela Feira Internacional do Livro de Bogotá (Filbo). No estande do Brasil, a livreira Laura Santos estima que ao menos dez obras tenham sido furtadas. No Painel das Letras, a notícia de que a nova biografia de Raul Seixas está na reta final. Editada pela Todavia e escrita por Jotabê Medeiros, a obra deve sair no segundo semestre. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 06/05/2019

A 35ª edição da Feira do Livro de Brasília (FeLiB), marcada para acontecer entre os dias 6 e 16 de junho, no Complexo Cultural da República, decidiu abrir espaço para autores iniciantes e renomados lançarem seus livros. São 138 vagas para escritores da capital e do país divulgarem suas obras literárias. No Espaço do Autor os escritores terão uma hora para expor, comercializar e realizar sessão de autógrafos. O público conhecerá obras de ficção, crônica, romance, conto, poesia, biografia, reportagem, cordel e ensaio e as operações ligadas ao comércio dos livros serão de total responsabilidade do autor, ou de seu representante (agente, editor, livreiro, distribuidor). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo portal da feira até o dia 7 de maio e para participar basta encaminhar cópia do RG, foto e resumo da obra. Os lançamentos acontecerão a partir do dia 7 de junho, sendo esse dia dedicado aos autores de obras de educação. As apresentações ocorrerão todos os dias entre 10h e 18h30, sendo que no dia do encerramento, 16 de junho, se dará até às 17h.

PublishNews, Redação, 08/05/2019

Neste sábado, a Casa Guilherme de Almeida (Rua Cardoso de Almeida, 1943 – São Paulo / SP) recebe das 14h às 15h30, a palestra A gíria na tradução literária. No catálogo das editoras, os selos voltados para o público infantojuvenil crescem cada vez mais e boa parte dos títulos publicados por eles é composta de obras estrangeiras. Na era das redes sociais e da disseminação dos dispositivos tecnológicos, o leitor desses livros é um nativo digital, fã apaixonado, consumidor de filmes, séries e “colecionador” de likes e seguidores. O bate-papo irá discutir a questão da gíria e de outros códigos linguageiros pertencentes ao mundo dos jovens (e não só a eles), bem como o papel do tradutor dessas obras já que a tradução, como ato do discurso, envolve tomada de posição e questões de registro e memória. A palestra é gratuita e as vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas clicando aqui.

PublishNews, Redação, 06/05/2019

"Tempo agora perdido/ (todo tempo se perde)/ vivo só nos vestígios", escreve Paulo Henriques Britto no segundo poema que compõe Nenhum mistério (Companhia das Letras, 72 pp, R$ 44,90). Depois de um intervalo de seis anos desde o lançamento de Formas do nada, em 2012, o poeta põe à prova os limites das estruturas clássicas e retoma sua lírica marcada por uma forte descrença no sublime e no sentido. Conforme Britto anuncia, trata-se de uma "cruel lição", sem planos para o futuro, conclusões práticas ou teorias extravagantes. De acordo com o poeta, que se sente em uma constante véspera, para toda solução há "um jeito de achar um problema". O vazio, ele pondera, é a única certeza dos dias que não trazem alento: "só amo o que não sei e não se explica".

“Quem escreve um livro cria um castelo, quem o lê mora nele.”
Monteiro Lobato
Escritor brasileiro (1882-1948)
1.
O poder oculto
2.
O milagre da manhã
3.
A sutil arte de ligar o foda-se
4.
Brincando com Luccas Neto
5.
Seja foda!
6.
O poder da autorresponsabilidade
7.
Do mil ao milhão
8.
Milagre em Passadouro
9.
Me poupe!
10.
A cinco passos de você
 
PublishNews, Redação, 06/05/2019

A produção lírica de Luís Vaz de Camões é vasta e variada, porém pouco dela foi publicada durante a sua vida, além de Os Lusíadas e de poucos sonetos. A maior parte da sua obra lírica permaneceu inédita e a tarefa de identificar e reunir esse material mobilizou diversos estudiosos de várias épocas. Sucederam-se várias edições, expurgadas de poemas presumivelmente apócrifos ou acrescidas de dezenas de outros, mas a primeira obra completa apenas surgiria na metade do século XIX, preparada pelo Visconde de Juromenha, onde os sonetos, inicialmente do número de 108, chegaram a 353. A partir do final do século XIX, edições mais criteriosas, apoiadas nos trabalhos de importantes pesquisadores fixaram o número de sonetos, dentro do extraordinário legado camoniano, em 211 sonetos. Esta edição de Sonetos (Landmark, 736 pp, R$ 78) é baseada naquela preparada pelo Visconde de Juromenha, com as adições principalmente do Professor Storck, e apresentam os sonetos comprovadamente camonianos e os sonetos atribuídos ao poeta, mas cuja autoria não é de toda confirmada, e consta com a versão para a língua inglesa de Sir Richard Francis Burton, em uma edição bilíngue anotada.

 
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