
Ao todo, foram oferecidas 80 vagas gratuitas a leitores de todo o país, com mais de 18 anos. As inscrições se esgotaram rapidamente. E quem conseguiu se inscrever dedicará à leitura coletiva duas horinhas do último sábado de cada mês, totalizando oito encontros, até fevereiro de 2027.
O clube vai percorrer diferentes momentos da trajetória literária de Jorge Amado, discutindo obras marcadas por temas como desigualdade social, religiosidade, cultura popular, política e identidade brasileira. Entre os títulos selecionados estão Jubiabá (1935), Gabriela, cravo e canela (1958), Tereza Batista cansada de guerra (1972) e O sumiço da santa (1988).
O projeto é coordenado pelo jornalista Roberto Aguiar, funcionário da Fundação Casa de Jorge Amado, e pelo professor doutor Evandro José dos Santos Neto, atuante do Campus Paranaguá da Unespar.
“O Amado Clube de Leitura nasce com o objetivo de criar um espaço permanente de encontro, reflexão e troca de experiências em torno da obra de Jorge Amado. Queremos aproximar leitores, incentivar a formação crítica e celebrar a permanência de uma literatura profundamente conectada ao povo brasileiro”, afirma Roberto, no release à imprensa.
Já Evandro destaca a articulação entre universidade e instituições culturais promovida pela iniciativa. “Esse projeto fortalece a relação entre universidade, literatura e sociedade. A obra de Jorge Amado permite debates fundamentais sobre cultura, política, identidade e memória social. O clube de leitura será também um espaço de formação e produção coletiva de conhecimento”, diz, na nota divulgada.







