Sobre luto, maternidade e a força transformadora da resistência queer
PublishNews, Redação, 16/03/2026
Em um futuro inquietante, o Estado encontra uma nova forma de punição: em vez da prisão, os condenados pelos crimes passam a carregar marcas visíveis da 'culpa'

Marcas visíveis da “culpa” que expõem ao preconceito e à exclusão: é nesse cenário que conhecemos Kris, uma mulher marcada pelo luto da esposa e pela maternidade solom neste livro de Marisa Crane. Sua filha nasce já com uma segunda sombra, mas também com uma luz impossível de apagar. Entre a dor da perda, o peso do estigma e os desafios de criar uma criança sozinha, Kris descobre apoio em uma comunidade de outros marginalizados que resiste unida contra a opressão, reinventando o que significa amar e existir. Com lirismo e intensidade, Eu guardo meu exoesqueleto dentro de mim (Planeta, 320 pp, R$ 69,90 — Trad.: Val Ivonica) é uma estreia arrebatadora sobre luto, maternidade e a força transformadora da resistência queer.

[16/03/2026 07:11:26]