
A ideia do grupo é consolidar um modelo editorial que articula literatura, educação corporativa e inovação, ampliando o papel do livro como ponto de partida para projetos de formação, desenvolvimento humano e transformação cultural. Formado pela Pri, de Primavera e pela Great People Books, a empresa vive uma nova fase marcada pela integração estratégica entre catálogo, projetos educacionais, processos e uso inteligente de tecnologia.
“Estamos sempre atentas a ideias inovadoras e tendências. Queremos, de fato, deixar um legado de conscientização por onde passamos”, afirma Lu Magalhães*, fundadora e diretora do Grupo Primavera.
Entusiasta da inovação aplicada com critério, o grupo vem avançando em processos de automação e uso de tecnologia de forma estratégica. O objetivo é ganhar eficiência, consistência e escala, sem perder a curadoria, o pensamento editorial e a inteligência humana que orientam suas decisões. A automação é tratada como meio para qualificar processos e ampliar impacto, não como substituição acrítica do trabalho editorial.
“O Grupo Primavera tem um diferencial raro no mercado editorial: entende o livro como ponto de partida, não como ponto final. Meu papel é fortalecer essa ponte entre conteúdo, estratégia e impacto, ampliando o alcance das ideias que publicamos e garantindo coerência entre catálogo, projetos especiais, comunicação e processos”, destaca Mabi.
A assistente editorial Sofia Camargo também contribui diretamente para a organização dos fluxos editoriais, o acompanhamento de originais e o suporte aos projetos em desenvolvimento, fortalecendo a base operacional que sustenta essa nova fase.
Na Great People Books, essa visão se traduz em projetos que extrapolam a publicação tradicional. Além de um catálogo autoral voltado à liderança, cultura organizacional, saúde mental e inovação, o grupo desenvolveu a frente Seleção, que permite trabalhar, em projetos corporativos, livros de qualquer editora, a partir de curadorias alinhadas às necessidades específicas de cada organização.
A partir dessas obras, são criadas experiências personalizadas, como clubes do livro em empresas, workshops e palestras presenciais ou on-line, conectando leitura, prática e transformação. Temas como vieses inconscientes, comunicação, inovação no cotidiano, diversidade, inteligência artificial e aprendizado contínuo são abordados em formatos que privilegiam a troca, a reflexão e a aplicação concreta no dia a dia das equipes.
“O desafio editorial hoje não é apenas publicar bons livros, mas garantir que eles cheguem aos contextos certos e provoquem conversas relevantes. Quando transformamos leitura em experiência, ampliamos o impacto do conteúdo”, completa Mabi.
*Lu Magalhães também é sócia e colunista do PublishNews.






