Os cárceres mentais
PublishNews, Redação, 20/12/2018
Em novo livro, Augusto Cury defende que no cérebro humano há mais cárceres do que nas cidades mais violentas da terra

Em seu novo livro, Prisioneiros da mente (HarperCollins, 320 pp, R$ 34,90), Augusto Cury conta a história de Theo Fester, um poderoso empresário do Vale do Silício, filho de um sobrevivente do Holocausto. Apesar de ser mundialmente conhecido e de ter se tornado um dos homens mais ricos do mundo, sua família está falida emocionalmente. Ao assistir a uma entrevista do cientista e psiquiatra Marco Polo, Theo descobre que todas as pessoas têm seus presídios mentais, que sustentam egos inflados, depressivos e ansiosos. Logo, ele se dá conta de que sua família é um exemplo perfeito disso, pois são mendigos emocionais. Apesar de serem aplaudidos por suas conquistas, vivem uma farsa. As palavras de Marco Polo mudaram a vida de Theo. Ao saber que está à beira da morte, ele reúne seus filhos Peterson, Brenda e Calebe para contar que tem pouco mais de três meses de vida. No encontro, anuncia que vai investir quase toda a sua fortuna em um projeto chamado “Prisioneiros da Mente”. Ao longo do livro, Cury disseca os cárceres mentais comuns a quase todas as pessoas, mas que dificilmente são verbalizados. O autor revela traços da personalidade dos filhos de Theo e mostra que o empresário está disposto a fazer de tudo para torná-los pessoas melhores e libertá-los de seus cárceres mentais antes de morrer. 

[20/12/2018 07:00:00]