Organizado pela linguista Eliane Camargo e pelo antropólogo Diego Villar, o livro Hunikuinhiwepaunibuki, A história dos caxinauás por eles mesmos (Edições Sesc São Paulo, 304 pp., R$ 65) é o resultado de trabalhos realizados dentro do programa “Documentação de Línguas Ameaçadas”, financiado pela Fundação Volkswagen da Alemanha. A obra, apresentada nas línguas caxinauá, portuguesa e espanhola, reúne 25 textos referentes à vida dos caxinauás. Cinco deles foram extraídos do livro Rã-txa hu-ni kuin, do historiador brasileiro João Capistrano de Abreu, publicado em 1914. Os demais nasceram de depoimentos registrados em áudio. Dois eventos marcam o lançamento do livro. Nesta quinta-feira, às 19h, no Sesc São Carlos (Av.Comendador Alfredo Maffei, 700, Jd. Gilbertoni, São Paulo/SP) e no sábado, 15, às 17h, no Sesc Ipiranga (Rua Bom Pastor, 822, Ipiranga, São Paulo/SP). Haverá, ainda, contação de histórias e debates.







