A mise en scène no cinema: Do clássico ao cinema de fluxo (Papirus, 224 pp., R$ 69), escrito por Luiz Carlos Oliveira Júnior, oferece uma abordagem histórica, estética e crítica de um dos principais conceitos do vocabulário fílmico: a ideia de mise en scène. O autor investiga as origens teatrais do termo e sua aplicação na teoria cinematográfica, enfatizando o papel central que ela adquiriu nos anos 1950, quando se tornou ferramenta teórica da revista Cahiers du Cinéma. Depois de identificar a definição clássica da mise en scène, a discussão se desloca para as diferentes etapas de evolução e problematização do termo nas últimas décadas, culminando com a aparição das noções de cinema de fluxo e filme-dispositivo a partir do final dos anos 1990. Hoje, 16, às 19h, haverá bate-papo com autor na Livraria Cultura (Av. Paulista, 2073, São Paulo/SP), e no dia 21 de outubro, às 19h será a vez da Livraria Prefácio (Rua Voluntários da Pátria, 39, Botafogo, Rio de Janeiro/RJ) receber o autor para sessão de autógrafos.






