A escritora Hilda Hilst (1930 – 2004) se queixou durante toda a vida do silêncio em torno de sua obra – incompreensão da crítica, distância do público e descaso dos editores. As vinte entrevistas reunidas em Fico besta quando me entendem: entrevistas com Hilda Hilst (Biblioteca Azul, 236 pp., R$ 44,90), foram feitas de 1952 a 2002 em diversas ocasiões, como o lançamento de um de seus títulos, a estreia de uma de suas peças ou, mais tarde, em uma homenagem e tentativa de compreender sua obra. O livro foi organizado por Cristiano Diniz, mestre em Teoria e História Literária e especialista em organização de arquivos de escritores.







