Estamos no ano de 1205 e, de posse de um misterioso bem, supostamente muito valioso, o monge Vivian de Narbonne é perseguido por um esquadrão de cavaleiros mascarados. É quarta-feira de cinzas e ele está disposto a proteger esse bem mesmo que para isso precise renunciar à própria vida. Um ponto final e o leitor é transportado 13 anos à frente, quando conhece a figura principal da trama: o mercador Ignazio de Toledo. Conhecedor de relíquias, inclusive procedentes da igreja católica, o viajante é encarregado de encontrar o raríssimo livro Uter Ventorum que, supostamente, contém preceitos da cultura talismânica oriental com os quais é possível evocar os anjos sua divina sabedoria. Essa é a trama de O mercador de livros malditos (Jangada, 368 pp., R$ 39,90), best-seller italiano de Marcello Simoni.






