Joias raras
PublishNews, Redação, 05/10/2011
Livro conta a história das joias crioulas, feitas e usadas pela população negra
Brasil, século XVIII. Os primeiros centros urbanos brasileiros crescem de forma rápida e intensa, com a economia apoiada na escravidão. As minas são descobertas e o ouro é farto, cobrindo as cidades de arte barroca. É nesse contexto que são produzidas as joias de crioula, feitas e usadas pela população negra, forra ou escrava, como símbolo de poder, sedução e magia. E essa é história a contada pelo fotógrafo Thomas Milz e pela ourives Laura Cunha no livro Joias de crioula (Terceiro Nome, 204 pp., R$ 110). Ambos percorreram o País em busca de informações e coleções que guardam essas joias, testemunhas de um período ao mesmo tempo de sofrimento e riqueza. Em museus e coleções particulares, buscaram as peças mais significativas, pelo uso e pela arte, e apresentam neste livro um apanhado dessa ourivesaria, acompanhado de textos, gravuras históricas, quadros e fotografias que atestam o uso dos delicados objetos. Nesta quarta-feira, dia 5, o livro será lançado no Bar e Restaurante Sabiá (Rua Purpurina 370 - Vila Madalena. São Paulo/SP), a partir das 19h.
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