Maior nome da arte sacra no Brasil e responsável, nos últimos 33 anos, pelo projeto artístico de cerca de 300 igrejas, capelas e catedrais no país e no exterior, o paulistano Cláudio Pastro é um crítico contumaz do que hoje se entende por beleza. Considera que tanto a beleza quanto as artes estão em crise. Não há mais discernimento entre o belo e o feio, pois a determinante é o consumo, se vende ou não, como um produto qualquer. Com essa mesma visão crítica e questionadora, ele lança a obra O deus da beleza – A educação através da beleza (Paulinas, 136 pp., R$ 24,70), nesta quarta-feira, 26 de novembro, às 19h, na Livraria Cultura - Conjunto Nacional – Artes (Av. Paulista, 2073. São Paulo/SP. Tel.: 11-3170-4033). Trata-se de uma ‘obra-súmula’ de seu intenso trabalho nos últimos tempos, voltado a cursos, palestras, conferências, aqui e no exterior, atendendo a uma demanda inusitada: a sede das pessoas, cristãs ou não, engajadas ou não, pelo cristianismo e pela linguagem simbólica do mistério dele decorrente.






