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A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
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PublishNews, Guilherme Sobota, 03/08/2026
Pela segunda semana seguida, a Lista Nielsen-PublishNews de Mais Vendidos tem um livro de ficção na liderança: dessa vez, é uma nova edição de Jantar secreto (Companhia das Letras), de Raphael Montes. A edição de colecionador lançada pela editora celebra os dez anos da publicação original do romance, e traz aos leitores um capítulo novo e exclusivo com a continuação da história. Outro livro com a mesma palavra no título também faz sua estreia na Lista: é Jantar sinistro (Record), de Freida McFadden, com tradução de Carolina Simmer. No livro, uma personagem precisa decidir se topa um trabalho de atendente em um jantar suspeito... ou sinistro. A categoria Ficção ainda viu três outras edições marcarem sua primeira vez na Lista. Uma delas é a Odisseia (Penguin), na tradução de Frederico Lourenço. Quem também aparece pela primeira vez na Lista é Paulinny Tort, com o romance Os imortais (Fósforo). Elogiado pela crítica, o livro conta a história de um grupo de neandertais que começa a compartilhar a sobrevivência com humanos. Clique no Leia mais para ler a nota na íntegra.
PublishNews, Redação, 03/08/2026
Publicada originalmente pela Futurism e reproduzida em diversos portais brasileiros, uma reportagem narra um processo cada vez mais frequente realizado por empresas de inteligência artificial: elas estariam comprando livros físicos, digitalizando seu conteúdo para alimentar seus modelos de linguagem e, logo em seguida, destruindo esses exemplares. Uma matéria do New York Times reproduzida no jornal O Globo também teve como tema principal a inteligência artificial, destacando o impacto dos livros produzidos por IA, que se misturam entre livros produzidos por humanos e são vendidos nas livrarias virtuais. O jornal fluminense repercutiu também o lançamento da biografia de Brizola. A Folha de S. Paulo detalhou as diferenças entre as traduções de Odisseia disponíveis no mercado brasileiro e quais delas são destacadas entre especialistas e tradutores. Clique e veja o apanhadão na íntegra.
PublishNews, Beatriz Sardinha, 03/08/2026

Não sei viver sem palavras apresenta um olhar íntimo e poético sobre a trajetória de Ignácio de Loyola Brandão, escritor, jornalista e imortal da Academia Brasileira de Letras. A obra é um tributo à vida e à visão criativa de Ignácio. Ao combinar imagens de arquivo pessoais com cenas contemporâneas de sua cidade natal, Araraquara, o filme captura tanto a visão de mundo quanto o senso de humor do escritor “pago para apenas sete minutos”, como brinca em sua primeira aparição no filme O documentário dirigido por André Brandão — filho do autor e estrela da produção—, estreou em 30 de julho de 2026, um dia antes do aniversário de 90 anos de Ignácio (31), depois de passagens pelo Festival do Rio de Janeiro e pela Mostra de Cinema de São Paulo. Clique e leia mais sobre o filme.
PublishNews, Redação, 03/08/2026
Cinco contos de Clarice Lispector chegam aos cinemas na quinta-feira da semana que vem, 13 de agosto, reunidos no longa-metragem Rio de Clarice. Dirigido por Maria Luiza Aboim, Eunice Gutman, Nicole Allgranti, Taciana Oliveira e Barbara Kahane, o filme adapta os contos Feliz aniversário, Mal-estar de um anjo, A bela e a fera ou A ferida grande demais, Amor e Preciosidade, retomando temas recorrentes da obra da escritora, como a investigação da subjetividade, os conflitos interiores e as relações humanas. Levar para o cinema a intensidade psicológica e as epifanias do cotidiano presentes na obra de Clarice norteou o processo de adaptação, segundo Nicole Allgranti, sobrinha-neta da escritora e uma das roteiristas do longa. "Um dos grandes desafios desse projeto foi traduzir para a tela do cinema a intensidade psicológica e as epifanias do cotidiano que marcam a obra da Clarice. O filme é um mergulho muito fiel na complexidade humana dessas personagens e dessas histórias", afirma, no release. Leia a nota completa!
PublishNews, Redação, 03/08/2026
A Editora Escala está com processo seletivo aberto até o meio da semana para o cargo de estagiário de processos editoriais. Requisitos da vaga envolvem possuir conhecimento básico em Adobe InDesign, Photoshop e Illustrator e noções de diagramação, composição visual e fechamento de arquivos. A bolsa de estágio oferece também vale-transporte para profissional comparecer presencialmente nos dias presenciais, em São Paulo.
PublishNews, Redação, 03/08/2026
Autora do Projeto de Lei nº 293/2024, que deu origem à Lei nº 18.058, sancionada em 5 de dezembro de 2024 e que proíbe o uso de celulares e dispositivos eletrônicos com acesso à internet por estudantes nas escolas públicas e privadas do estado de São Paulo, a deputada estadual Marina Helou lança o livro Quem está formando os nossos filhos? Manifesto por uma infância e adolescência livres de telas, pela Tinta-da-China Brasil. Para a autora, a restrição ao uso de celulares no ambiente escolar representa apenas uma parte da discussão. "A escola ocupa apenas uma parte da vida das crianças e dos adolescentes. O livro vai além da legislação e propõe uma reflexão sobre o desenvolvimento saudável na infância e na adolescência", afirma, em material distribuído à imprensa. Vai ter evento na Livraria da Vila!
PublishNews, Redação, 03/08/2026
A partir de uma premissa corrosiva, Quero me tornar fascista (Vestígio, 128 pp, R$ 59,90 — Tradução: Eduardo L. Soares) transforma a crise das democracias contemporâneas numa reflexão em primeira pessoa sobre a tentação de ceder. Entre Trump, Milei, Meloni, Le Pen e o rastro deixado pelo orbânismo na Europa e pelo bolsonarismo no Brasil, Fortier examina o esgotamento das democracias liberais, a política transformada em espetáculo, o ressentimento contra as elites culturais e o colapso das formas tradicionais de convivência coletiva. A falsa "terapia de conversão" leva a uma pergunta incômoda: o fascismo retorna porque convence ou porque muitos preferem adaptar-se a ele? Fortier argumenta como o autoritarismo contemporâneo se alimenta menos de grandes doutrinas do que de pequenas concessões: o silêncio conveniente, a neutralidade covarde, o cansaço democrático, a vontade de ordem, a raiva convertida em método.
PublishNews, Redação, 03/08/2026
Em O imperdoável: “Você é judeu?” (Perspectiva, 296 pp, R$ 84,90 — Tradução: Newton Cunha), a filósofa Danielle Cohen-Levinas explora filosoficamente a complexidade do perdão e do imperdoável, especialmente no contexto do antissemitismo e do Holocausto. A autora reflete sobre o perdão como uma aporia, confrontando seus limites éticos e históricos. A obra analisa o impacto do antissemitismo na cultura ocidental, a relação entre judaísmo e cristianismo, e a crise do humanismo após Auschwitz. Cohen-Levinas discute o perdão como uma possibilidade que só faz sentido diante do imperdoável, destacando sua dimensão escatológica e sua conexão fundamental com a justiça e a responsabilidade humana.
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“Se você tem o dinheiro para comprar esse livro, compra, porque o dinheiro volta, mas esse livro pode não voltar.”
Bibliófilo e escritor brasileiro (1914-2010)
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Elo Monsters Books: Flow Pack
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Engenharia do lucro
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A saúde do coração na era da alta performance
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Do dia para a noite (Day to night)
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Entre o ego e o sagrado
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Mais esperto que o diabo
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Dias quentes (Spring Summer)
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Isso e aquilo (This & That)
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Dias frios (Fall Winter)
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Educação da tristeza
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PublishNews, Redação, 03/08/2026
Em Sobre a censura (Olhares, 88 pp, R$ 89 — Tradução: Jorge Henrique Cordeiro), o artista e ativista Ai Weiwei parte de sua própria experiência pessoal para analisar as formas atuais de censura, sejam elas diretas ou subliminares. Invisível, invasiva e amplamente normalizada, a censura é retratada como uma força globalizada impulsionada tanto por interesses comerciais quanto por agendas políticas. Neste texto incisivo, o autor faz uma defesa contundente da liberdade de expressão, alertando sobre os perigos de um tempo marcado pelo big data, pela vigilância em massa e pelo avanço de novas tecnologias intrusivas de controle.
PublishNews, Redação, 03/08/2026
No livro Geração democracia (Fósforo, 232 pp, R$ 84,90), o sociólogo e escritor José Henrique Bortoluci — autor do O que é meu — volta a investigar o Brasil, desta vez debruçando-se sobre as histórias de pessoas que nasceram em meados dos anos 1980. Os relatos do livro se entrelaçam às memórias políticas do próprio autor. Através de uma narrativa polifônica, a obra reúne trajetórias de personagens cujas vidas foram moldadas pelas fragilidades de um regime democrático que se pretendia fraterno, mas se revelou desigual: uma cabo da Polícia Militar doutora em serviço social, um missionário evangélico ex-criminoso, um jovem cantor sertanejo e uma arquiteta militante de Junho de 2013. Uma obra profunda e urgente que desafia interpretações simplistas e lança luz sobre a realidade brasileira.
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