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PublishNews, Redação, 12/12/2025
EXCLUSIVO PN | Na véspera de completar 90 anos, celebrados neste sábado, 13 de dezembro de 2025, Adélia Prado concedeu uma entrevista exclusiva ao podcast Casa do Livro, do Grupo Editorial Record. Apresentada pela jornalista Simone Magno e com participação da editora-executiva de ficção nacional da casa, Ana Lima Cecilio, a prosa já está disponível no canal de YouTube da editora. Assista!!! A poeta mineira refletiu sobre a passagem do tempo, a longevidade e as permanências que atravessam a sua escrita. “Por dentro, ainda tenho as mesmas curiosidades, as mesmas dificuldades, os mesmos sofrimentos, as mesmas perguntas de quando eu tinha dezoito”, afirmou, no episódio pra lá de especial, que contempla mais um momento simbólico na vida da escritora: Em 2026, Adélia Prado completa 50 anos de carreira, consolidada como uma das vozes centrais da literatura brasileira contemporânea.
PublishNews, Redação, 12/12/2025
A Árvore, plataforma nacional voltada para a formação de leitores, e a SuperAutor, um dos principais players em projetos de escrita para escolas, anunciaram nesta quinta-feira (11) a união estratégica de suas operações. Somadas, as duas empresas atendem mais de 11 mil escolas e impactam mais de quatro milhões de alunos. O movimento nasce com ambição internacional. A nova estrutura contará com operação própria nos Estados Unidos e com parcerias já confirmadas com mais de 150 escolas americanas, ampliando o alcance global e abrindo o caminho para um crescimento relevante a partir de 2026. Com a união, a empresa busca definir uma agenda estratégica de médio e longo prazo que inclui alcançar mais de 10 milhões de alunos e consolidar um negócio de escala de centenas de milhões de reais em faturamento nos próximos anos. Clique no Leia mais para ler a nota na íntegra.
PublishNews, Redação, 12/12/2025
Uma das mais respeitadas premiações da literatura infantojuvenil brasileira, o 22º Prêmio Barco a Vapor está com inscrições abertas para textos inéditos em língua portuguesa, escritos por autores maiores de 18 anos, de qualquer nacionalidade, desde que residentes no Brasil. Serão aceitos originais não publicados em nenhum meio (impresso ou eletrônico), nas categorias conto, novela ou romance, com tema livre, destinados ao público infantil e juvenil. “Ao longo das décadas de Prêmio Barco a Vapor, acompanhamos com alegria a pluralidade de temáticas e nos surpreendemos com a diversidade de estilos narrativos presentes nas obras vencedoras. Recebemos uma infinidade de narrativas bem-humoradas, intimistas, comoventes, disruptivas, cada uma ao seu modo emocionante”, afirma ao PublishNews Graziela Ribeiro dos Santos, gerente editorial de Literatura Infantil e Juvenil da SM Educação. Leia mais para descobrir como entrar na disputa!
PublishNews, Redação, 12/12/2025
O Cândido 166 lança uma edição especial dupla, dos meses de novembro e dezembro, com mais conteúdos, todos seguindo o padrão do jornal: inéditos e exclusivos. A reportagem de capa, assinada por Francisco Camolezi, resgata a história da Poesia Concreta, movimento que completa 70 anos em 2026. A proposta, encabeçada pelos irmãos Campos, Augusto e Haroldo, com o poeta Décio Pignatari, deu origem à revista literária Noigandres, criada em 1952, e reuniu diversas formas de expressões artísticas além da literatura, como artes visuais e música, consolidando nomes referenciais nestas áreas. Na matéria, Claudio Daniel, poeta, romancista, crítico literário e professor de literatura analisa o recém-lançado livro de Augusto de Campos, Pós-poemas (Lote 42), que integra uma tetralogia formada por três outras obras. Clique no Leia mais para saber o que mais você encontra no jornal literário.
PublishNews, Redação, 12/12/2025
Exercícios críticos de conjuntura são fundamentais para que se tenha uma visão ampla do momento político pelo qual a humanidade passa. Autor de Por que a esquerda morreu? (Civilização Brasileira, 140 pp, R$ 64,90), Jessé Souza tem se debruçado sobre o mundo simbólico em suas obras. Engana-se quem pensa que o texto reflete um prejuízo à esquerda ou dá palco para a autocrítica tão pedida pelos centristas. No livro, leitores acessam sobre como as transformações do capitalismo estão demandando uma reorganização das forças populares, que acontecem de modo mais vagaroso do que a urgência deste tempo histórico impõe. Parte de nossa economia assumiu um caráter ultraliberal e popular que impede que o Estado regularize sua exploração econômica. Esse arrombo no pacto social tem efeitos culturais que influenciam o comportamento conservador da população. A esquerda morreu porque o capitalismo mudou. E as insurgências progressistas do século XXI só prosperarão se construirmos uma consciência política capaz de defender os interesses populares das novas formas de exploração.
PublishNews, Redação, 12/12/2025
Quando a revolução prometeu um país novo, Nina acreditou. Mas a promessa se revelou uma utopia, e a Venezuela, assim como sua vida, começou a ruir. Após a morte do pai e o abandono do marido — Camilo, companheiro de ideais que se tornara burocrata de um Estado em colapso — Nina toma uma decisão dilacerante: deixar a filha, Elisa, aos cuidados da avó e atravessar fronteiras até o Brasil, em busca de sobrevivência. Entre trabalhos precários, remessas de dinheiro e uma saudade que corrói, o passado retorna na figura de Camilo. Ele reaparece com uma proposta capaz de reescrever destinos: levar Elisa para os Estados Unidos. Uma ideia que ameaça demolir as últimas convicções de Nina. Quando a menina aceita partir com o pai, começa para Nina uma travessia física e emocional — do Brasil ao México — guiada não apenas pela determinação, mas também por um sussurro sobrenatural: a presença silenciosa do avô, morto há anos, que parece não ter abandonado a família. Voltar a quando (Biblioteca Azul, 232 pp, R$ 49,90), de Maria Elena Morán, é o retrato pungente de uma família fraturada pelo colapso da Venezuela e, ao mesmo tempo, a crônica universal de quem é forçado a partir — e de quem, mesmo longe, nunca deixa de voltar.
PublishNews, Redação, 12/12/2025
Popol Vuh (Ubu, 384 pp, R$ 159 — Trad.: Josely Vianna Baptista) é o mais importante documento poético político da antiguidade das Américas. O Popol Vuh, Livro do Conselho, ou Livro da Comunidade, guarda a cosmogonia, o amanhecer da natureza e da humanidade, a mitologia heroica, a história e a genealogia dos Maias Quiché da Guatemala. A edição da Ubu conta com notas e uma introdução da tradutora, e o prólogo, a introdução e as notas que acompanham a versão do manuscrito de Ximénez traduzida para o espanhol pelo erudito guatemalteco Adrián Recinos. Grande conhecedor das culturas mesoamericanas, em sua introdução Recinos traz informações detalhadas sobre o Popol Vuh e seu entorno histórico e cultural. Há ainda um texto do arqueólogo Daniel Grecco Pacheco sobre o papel e a importância deste livro clássico. Popol Vuh é comumente traduzido do idioma quiché como “livro da comunidade”. É um registro documental da cultura maia, produzido no século XVI. Escrito em forma de prosa poética, o texto aborda questões como a origem do mundo, dos homens e dos animais.
PublishNews, Redação, 12/12/2025
Os missionários da Companhia de Jesus serviram-se amplamente do trabalho dos escravos ameríndios e africanos, a exemplo das demais ordens religiosas, apesar das negativas e da bibliografia que procurava demonstrar o contrário. O objetivo de Linha de fé (Edusp, 616 pp, R$ 80 — Trad.: Antonio de Pádua Danesi) é tentar preencher lacunas da historiografia com a finalidade de abordar a atitude da Companhia de Jesus em relação à escravidão no Brasil. A crítica das fontes procura superar certas visões preliminarmente ideológicas no que se refere à atitude dos jesuítas diante da escravidão negra ou indígena, determinadas em boa medida pelos próprios jesuítas desde os séculos XVI e XVII. Para Carlos Alberto de Moura Ribeiro Zeron, o problema da escravidão tornou-se crucial para eles porque representou uma fonte de financiamento para as missões, criou uma identidade política e espiritual dos jesuítas da colônia, e também por ser o trabalho percebido como instrumento privilegiado de aculturação.
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“Sofri a influência de muitos poetas que nunca li.”
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Elo Monsters Books: Flow Pack
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Engenharia do lucro
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A saúde do coração na era da alta performance
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4.
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Do dia para a noite (Day to night)
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5.
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Entre o ego e o sagrado
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6.
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Mais esperto que o diabo
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7.
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Dias quentes (Spring Summer)
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8.
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Isso e aquilo (This & That)
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9.
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Dias frios (Fall Winter)
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Educação da tristeza
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