
Na matéria, Claudio Daniel, poeta, romancista, crítico literário e professor de literatura analisa o recém-lançado livro de Augusto de Campos, Pós-poemas (Lote 42), que integra uma tetralogia formada por três outras obras.
Ainda: um artigo relacionando a poesia concretista com a cena musical e cinematográfica da época, tema da reportagem principal, escrito pela repórter do Cândido, Isa Honório, além de uma playlist disponível pelo Spotify, uma novidade desta edição.
A entrevista da edição é com o escritor carioca Geovani Martins, concedida à jornalista Bianca Weiss. Aos 34 anos, o autor de O sol na cabeça (2018), traduzido em dez países e leitura obrigatória do vestibular da UFPR, e Via Ápia (2022), conta ao Cândido sobre seu percurso como escritor, de tentar não ser visto como ”exotizado” e a relação da canção “As Caravanas” de Chico Buarque, e seu conto “Rolezim”. Os livros foram publicados pela Companhia das Letras.
A estreia da coluna “Crônicas Vertigens” do multiartista Fausto Fawcett é outra novidade desta edição. Com periodicidade bimestral, Fausto explora temas que percorrem literatura, música, pautas sociais, entre outros. Neste número, o colunista escreve sobre a COP 30, que ocorreu no Pará, em novembro, com o título “Robocop 30”.
Na seção de literatura, a editora do jornal, Marianna Camargo, escreve sobre os 90 anos de Raduan Nassar e 50 de seu livro Lavoura arcaica (1975); e a escritora Maria Vitória Rosa publica dois poemas inéditos. A coluna “Orelhas marcadas”, de Carlitos Marinho, traz os grifos do leitor em formato de crônica em “Código para começar o dia bem”.
Nas artes visuais, o artista e professor de Artes Visuais Emanuel Monteiro escreve um ensaio crítico sobre o pintor paranaense Miguel Bakun (1909-1963), que trata do senso paisagístico do artista, elemento importante em sua obra. O Cândido reproduz as imagens da série da obra “Pele da Pintura”, do artista Gustavo Magalhães.
Thaise Severo faz um registro fotográfico da Biblioteca Pública do Paraná, no ensaio “Irrestrito”, com imagens pouco vistas da instituição, e a capa tem inspiração na obra Procuro-me (2001), de Lenora de Barros, uma das principais artistas brasileiras, referência dentro do movimento concreto. Diagramada por Iuri de Sá, foi composta por fotos da equipe da redação e colaboradores (as) do jornal Cândido.
A edição completa do jornal está disponível aqui.






